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Mistérios




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Postado em: 26/04/08 às 16:14:14 por: James
Categoria: Mistérios
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No dia 9 de dezembro de 1531, na cidade do México, Nossa Senhora apareceu ao nobre índio Quauhtlatoatzin — que havia sido batizado com o nome de Juan Diego — e pediu-lhe que dissesse ao bispo da cidade para construir uma igreja em sua honra.


Juan Diego transmitiu o pedido, e o bispo exigiu alguma prova de que efetivamente a Virgem aparecera. Recebendo de Juan Diego o pedido, Nossa Senhora fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo. Este o fez no dia 12 de dezembro, acondicionando-as no seu manto.

Ao abri-lo diante do bispo e de várias outras pessoas, verificaram admirados que a imagem de Nossa Senhora estava estampada no manto. Muito resumidamente, esta é a história, que foi registrada em documento escrito. Se ficasse só nisso, facilmente poderiam os céticos dizer que é só história, nada há de científico.

Os problemas para eles começam com o fato de ter-se conservado o manto de Juan Diego, no qual está impressa até hoje a imagem. Esse tipo de manto, conhecido no México como tilma, é feito de tecido grosseiro, e deveria ter-se desfeito há muito tempo. No século XVIII, pessoas piedosas decidiram fazer uma cópia da imagem, a mais fidedigna possível.

Teceram uma tilma idêntica, com as mesmas fibras de maguey da original. Apesar de todo o cuidado, a tilma se desfez em quinze anos. O manto de Guadalupe tem hoje 475 anos, portanto nada deveria restar dele.

Uma vez que o manto (ou tilma) existe, é possível estudá-lo a fim de definir, por exemplo, o método usado para se imprimir nele a imagem.

Comecemos pela pintura. Em 1936, o bispo da cidade do México pediu ao Dr. Richard Kuhn que analisasse três fibras do manto, para descobrir qual o material utilizado na pintura. Para surpresa de todos, o cientista constatou que as tintas não têm origem vegetal, nem mineral, nem animal, nem de algum dos 111 elementos conhecidos.

“Erro do cientista” — poderia objetar algum cético. Difícil, respondemos nós, pois o Dr. Kuhn foi prêmio Nobel de Química em 1938.(2) Além do mais, ele não era católico, mas de origem judia, o que exclui parti-pris religioso.

No dia 7 de maio de 1979 o prof. Phillip Serna Callahan, biofísico da Universidade da Flórida, junto com especialistas da NASA, analisou a imagem. Desejavam verificar se a imagem é uma fotografia. Resultou que não é fotografia, pois não há impressão no tecido. Eles fizeram mais de 40 fotografias infravermelhas para verificar como é a pintura.

E constataram que a imagem não está colada ao manto, mas se encontra 3 décimos de milímetro distante da tilma. Para os céticos, outra complicação: verificaram que, ao aproximar os olhos a menos de 10 cm da tilma, não se vê a imagem ou as cores dela, mas só as fibras do manto.

Convém ter em conta que ao longo dos tempos foram pintadas no manto outras figuras. Estas vão se transformando em manchas ou desaparecem. No caso delas, o material e as técnicas utilizadas são fáceis de determinar, o que não acontece com a imagem de Nossa Senhora (Portal catolicismo.com.br).

O caso Laura Ginski

De acordo com o jornal Baltimore Sun (11 de março de 2001), em fevereiro a Sra. Laura Ginski, de 64 anos, teve três "visões paranormais" na Igreja Católica Romana de São Stanislaus Kotska, em Fells Point, EUA, e julgou que deveria tentar documentar o fenômeno de alguma forma.

A solução foi bater uma fotografia. Pediu a filha, Dot Hayes, que fosse comprar uma câmera descartável Kodak e depois solicitou a um estranho para fotografar o ponto no campanário em que a misteriosa imagem costumava aparecer. O lugar estava a uns 50 metros de distância.

Suas mãos tremiam de nervosismo e disse que foi esta a razão para pedir ajuda a outra pessoa. Quando o filme foi revelado automaticamente numa das lojas Wal-Mart, uma das fotografias mostrava um rosto feminino ovalado que deveria ter estado bem próximo a câmera.

As devotas acham que "Maria está triste na imagem" porque a Arquidiocese de Baltimore fechou a igreja de 120 anos em maio de 2000. A foto foi publicada pela primeira vez pelo jornal The Sun, em 2 de março de 2001. Depois que a imagem foi divulgada pela imprensa, o campanário da igreja onde teria surgido o rosto teve a iluminação desligada.

Conquanto fotógrafos profissionais não acreditem que o rosto seja mesmo de Maria, permanecem as perguntas: Como o rosto foi fotografado, se a câmera estava direcionada a um ponto distante? De quem é o rosto? O sujeito que bateu a foto não viu ninguém se aproximar dele no momento do flagrante?



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