Tudo o que o homem faz e que tem a aparência de perfeição, igualmente como o vê, o sente, entende ou recorda, sem reconhecer a sua origem divina, com tudo isso ele se contamina e se mancha.
Para que as operações sejam perfeitas, é necessário que se operem em nós, sem nós, como agentes principais e que a ação de Deus se faça por Deus, sem que o homem seja o primeiro agente.
Essas operações Deus as realiza através da última ação do puro e limpo amor e fá-lo por si só, sem nenhum mérito nosso.
Essas ações penetram e inflamam tanto a alma quanto o corpo: parece consumir-se, como se estivesse dentro de um grande fogo e não ficará sossegado até a morte.
É verdade que o amor de Deus, o qual transborda nas almas, conforme eu vejo, transmite-lhes uma alegria tão grande que não se pode sequer dizer. Porém, essa alegria das almas do Purgatório não lhes tira nem um pouco da pena.
O que lhes causa sofrimento é o amor que tarda. E causa-lhes um sofrimento tanto maior, quanto maior é a perfeição de amor de que Deus as faz capazes.
Em síntese: as almas do purgatório experimentam uma alegria imensa e um sofrimento muito grande. Uma coisa não impede a outra.
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