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Artigos Site Aarão
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Visto: 1844 - Impresso: 46 - Enviado: 15 - Salvo em Word: 36
Postado em: 11/04/10 às 21:57:51 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Quem poderá ficar insensível diante da mortandade das guerras, do ódio mundial que se acirra – povo contra povo – da ganância exacerbada, não somente das pessoas, mas também das nações que se exploram e de tanto sangue inocente que corre sobre a terra? Mais do que tudo isso – e fruto disso na realidade – quem poderá ficar insensível a tantos pecados que hoje se comete contra Deus e as Suas Leis, coisa que atinge aos píncaros do inaudito, pois já blasfêmia direta, que como escarros se jogam na santa face do Altíssimo? O simples fato de achar que Deus ficará aceitando tudo isso eternamente é já uma falta, no mínimo de bom senso, prenúncio de loucura de quem está sob as rédeas de satanás.

Houve quem achasse que minha preocupação quanto à salvação física das pessoas foi fora de sentido, mas certamente ela tem o propósito de preparar a todos nós, pois quem estiver fora daquelas – digamos – “especificações técnicas”, pode tirar desde já seu nome da lista dos prováveis, coloque-o ainda hoje entre os impossíveis. Quem não tiver ligação com a semente de Jacó, quem não estiver intrinsecamente disposto a levar uma vida de santidade – falo dos bilhões de mornos que vegetam hoje em dia – e quem tiver em seu sangue o germe do mal, capaz de contaminar os filhos e filhas de Deus adiante, que arrume suas malas para o Céu. E somente Deus sabe quem preenche estes quesitos.
 
     Efetivamente eu achei que aquele texto “Linha de Sangue”, fosse causar polêmica maior e fico feliz que os amigos leitores entenderam. Ou não entenderam nada? Eu vejo que a grande preocupação dos pais e das mães, também de certos filhos bons, é com a parte da salvação física das pessoas, com o arrebatamento – como será isso? – e não é de estranhar, pois Deus nos deu este amor e este fascínio pela vida física. Anormal seria se deixássemos de pensar no futuro, se não tivéssemos mais esperanças. E quem não tem esperança de ver seus filhos entre os escolhidos de Deus?
 
     Efetivamente a minha grande preocupação – se tenho alguma quanto a esta parte física, de manter pessoas vivas – desde minha infância foi simplesmente em deixar para meus filhos uma terra de paz, um Reino de futuro, onde a segurança e a tranqüilidade fizessem as pessoas felizes. E tendo acompanhado a evolução do mundo, nas últimas décadas, foi com angustia que pude ver tudo se deteriorando, cada dia mais, até chegarmos a este clima insuportável de hoje. Não posso imaginar ter meus filhos e netos consumidos por este vendaval de horrores, pois é já quase um inferno o que criamos.
 
     Muitas pessoas se perguntam se haveria mesmo a necessidade de Deus eliminar – ou deixar morrer – tantos bilhões de seres humanos, e se não haveria uma forma de fazer a mudança deste mundo, sem tanta dor e tanto sangue. É justamente esta a pergunta que estou tentando responder, especialmente para as pessoas que acham os artigos sobre este assunto, não pertinente ou fora do contexto. É que precisamos achar respostas claras, porque os questionamentos são muitos. E realmente muitos dos que vivem as mensagens atuais já foram questionados sobre isso e não têm como responder. No fim, em última análise, tudo se prende ao livre arbítrio: a decisão é do homem, não de Deus!
 
     E já me perguntei muitas vezes: que seria de mim, se eu não tivesse a esperança, não só isso, a certeza de que Deus está para mudar todas as coisas? Acreditem, penso que eu entraria em pânico, quem sabe desespero! Nem teria filhos! É, pois, esta certeza absoluta de que Deus em breve transformará o mundo, o que me anima a espalhar a semente deste Reino vindouro, com Jesus em Glória, que me incentiva e me alegra, pois é isso que Ele nos pede no Evangelho de Lucas: quando virdes todas estas coisas acontecendo, alegrai-vos e levantai a cabeça, porque vossa libertação está próxima!
 
     Naquele artigo, Linha de Sangue, eu alertei para a existência de filhos e de resgatados pelo Sacramento do Batismo dentre os pagãos. Jesus nos pediu que fôssemos fazer discípulos Seus dentre os pagãos, e que os batizássemos, em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ora, o Batismo nos torna filhos de Deus e herdeiros do Céu. Sem este batismo então, nós não poderemos ser filhos, nem chegar a herdeiros do Céu. Porque aquela frase de Jesus: quem crer e for batizado será salvo, não é brincadeira! É sim um divisor taxativo e excludente, porque implica numa outra palavra: quem crer e quem for batizado será salvo. E quem não for batizado e não crer não será salvo!
 
     Voltando ainda ao assunto antigo, sinto que milhares de pessoas – mesmo as que vivem já estas mensagens finais – trazem em seus corações uma ponta de ressentimento contra Deus, quando ouvem dizer que bilhões de seres humanos serão eliminados da face da terra. Mais ainda quando pertencem a um povo que será extinto, e cujo país será devorado pelo abismo ou pelos oceanos. Sim, com todos os seus filhos! É com certo atrevimento que assim se expressam, até porque não têm razão alguma! Todos tiveram chances, a maioria não aceitou. Todos são chamados à santidade, poucos a vivem!
 
     É preciso, antes de tudo, que fique bem claro como disse Jesus: Este Evangelho será pregado a todas as nações e então virá o fim! A primeira coisa a fixar então é: virá um fim para este mundo terrível que inventamos! Isso é inexorável – é bíblico e então irá acontecer um dia – e contra isso não adianta se revoltar. Lembro assim, que o Evangelho de Jesus Cristo já chegou a todas as nações da terra, até mesmo na longínqua Mongólia, e, portanto, “o fim” está próximo. E acaso Deus não pode fazer o que quiser? Terá de nos perguntar sobre como agir? Ele colocou a Lei, quem nela não se enquadrar, fora! Ou não?
 
     O segundo ponto a considerar – e este é grave – é a questão do tempo dado por Deus, para a conversão do mundo e o resgate dos pagãos. Falo em grave, porque pesa sobre os nossos ombros de cristãos, o fato de não termos conseguido sequer alcançar a converter sequer a metade da população pagã da terra, sendo na realidade duas vezes maior o número deles, que o de batizados. Mas, também sobre os próprios pagãos reside ônus, eis que também são livres: eles não podem reclamar, porque Deus lhes deu mais de 7 mil anos de tempo, para que reconhecessem pelas Obras do Criador que Ele existe!
 
     Qual a criatura humana, por tapada que seja, será incapaz de entender que um Deus de verdade, não pode ser nem um toco de pau, nem figura de ouro ou pedraria, nem um animal irracional, vaca, sapo, macaco, rato, ou elefante, com seus milhões de adoradores! Esta criatura racional não existe! A obstinação dos 500 milhões de adoradores de “ganesch” o deus elefante da Índia, mesmo depois de eles saberem com toda certeza de que ele não pode nada, não os ajuda em nada – e isso depois de milhares de anos – nos leva a crer que seu desaparecimento da face da terra é até uma necessidade. Quem sabe até questão de justiça, com eles e com todos os iguais da terra! Afinal, Deus não destinou a eternidade para os que não O aceitam. São teimosamente maus por livre vontade!
 
     Quero dizer: a obstinação na adoração de ídolos, é fruto do livre arbítrio do homem. E gente como estes, são incorrigíveis eternamente! Em verdade, mesmo que estas criaturas estejam contaminadas pela semente maldita – Deus queria que Adão não pecasse e seus filhos poderiam casar entre si, sem problemas de consangüinidade – ainda assim, por decisão livre, todos poderiam se livrar do mal, e combatê-lo tenazmente, estando assim aptos para aceitarem a filiação divina, a aceitação do Deus único e verdadeiro. Mas a grande teimosia do homem fez com que Deus tivesse que deixar morrer incontáveis civilizações que nasceram, cresceram e morreram... Sem nunca O haverem encontrado.
 
     No caso dos 32 povos que ocupavam o deserto, e que foram eliminados pelo povo judeu durante aqueles 40 anos de peregrinação, aconteceu o mesmo. É preciso entender que, em cada um deles, e para cada um, Deus deu infindáveis chances de conversão. Deus mostrava diante deles o poder de Seu braço, protegendo os judeus com a sombra de uma nuvem, que de outro lado era tórrida e escaldante. Esta nuvem acompanhou o povo por 40 anos, somente por isso os judeus não morreram de insolação. Eles passavam o dia todo debaixo de uma sombra fresca, e à noite tinham temperatura agradável.
 
      Isso porque, durante a noite, do lado judeu a nuvem aquecia e iluminava todo o acampamento judeu e eles não precisavam nem de “iluminação pública”. Mas do lado pagão, ela se fazia um breu impenetrável e gélido! E assim, os judeus ficavam por um ano, acampados em frente a cada povo, dando-lhes tempo e chance de verem estes sinais claros do poder de um Deus verdadeiro. De fato, os judeus ganhavam de seu Deus o alimento direto do Céu, a água brotava das rochas, os animais se deixavam apanhar com facilidade para alimento deles, sempre abundante. Como não se deixar comover por tanta prodigalidade? Como não entender que aquilo somente poderia vir de origem divina?
 
     Ora, estes povos viam isso: mas antes de se curvarem, eles continuavam a oferecer suas crianças em sacrifício ao deus Moloc, onde eram queimadas vivas. E continuavam a praticar as mais hediondas orgias sexuais, e todo tipo de ato abominável aos olhos de Deus. Os próprios animais eram, para eles, um sinal fragrante, porque do lado judeu eram dóceis e mansos, e do lado idólatra e pagão, mordiam e eram ferozes. Uma pessoa inteligente, não obstinada, não completa e radicalmente teimosa, entenderia fácil e perceberia: O Deus de Israel é o único verdadeiro! E se converteria! E O adoraria sem hesitação! E seguiria fiel e santamente aos Seus mandamentos! Acaso fizeram isso? Não!
 
     Ou seja: Tais pessoas são irrecuperáveis! Da mesma forma hoje, depois de passados estes sete mil anos, que acontece? As pessoas, em muitos países, continuam adorando ídolos de pau, também animais irracionais, mesmo sabendo e sentindo que existe um Deus Único, Criador e todo o Universo e Pai de todos! E mesmo sabendo que seus falsos deuses não fazem coisa alguma por eles, ainda assim continuam a lhes dirigir súplicas e oferendas, prosternando-se diante deles, no que cospem na Santa face do Altíssimo.
 
     Não só isso, também entre os batizados corre a dissipação e a mornidade. Também entre nós o pecado campeia, o vício impera, os crimes se agigantam e em vista deles toda a terra se tinge de sangue. E passa o tempo, passam séculos e milênios sem que o homem se volte para seu Deus e Senhor. Acham que isso continuará para todo o sempre? Ou existirá ainda alguém capaz de blasfemar contra Deus ao saber que Ele está prestes a deixar que os homens se matem até o quase total extermínio? Ou irão achar que Deus serve apenas para evitar que nos matemos, e que deve permitir entre nós todo tipo de abominação, e ainda que esta seja perpetuada pelos séculos dos séculos?
 
     Nós, assim, chegamos ao tempo final dado por Deus a estes pagãos – também aos mornos – para que eles se convertam decidida e finalmente ao Verdadeiro Deus. E é tal que, ninguém deles, em nenhum país, poderá dizer ou alegar que não teve tempo de converter-se, ou dizer que desconhecia o verdadeiro Deus! De fato, pelos descendentes que existem hoje, ou pelos antepassados, ou por seus mestres eles poderiam – se o quisessem de fato – ter aderido à verdade, para que a transformação do mundo – que aconteceria de qualquer forma – pudesse ser suave e sem mortes. Poderia ser como num só arrebatamento na paz, para a ternura infinita dos braços de Deus.
 
     Assim, em diversos textos as Escrituras falam que 2/3 partes dos homens serão de todo eliminados, e que sobrará apenas 1/3 parte dos homens. A primeira vista então, é julgar que serão eliminados apenas os pagãos, que somam mais de 2/3 dos homens! Mas será apenas isso? Serão apenas dentre eles os eliminados? Na verdade, não é isso que nos mostram os mapas, onde nações ditas católicas – inteiras – afundarão nos mares, como é o caso de Itália, Holanda e Dinamarca entre tantas outras.
 
     Também dentro dos países, como é o caso do Brasil, onde vemos que estados da nossa federação serão submersos pelas águas, não é de se esperar que todos os que ali dentro residem, serão retirados, o que significa milhões de mortes. Como explicar então este 1/3 que sobra, senão como um número realmente reduzido de pessoas? Isso se explica pelo simples raciocínio, de que uma coisa é se dizer filho de Deus, e outra, diferente, e bem mais forte, e bem mais exigente é o viver esta filiação divina.
 
     Que nós temos no mundo de hoje, entre os cristãos? Temos a divisão em milhares de segmentos, de igrejas, igrejolas, seitas nada mais que uma Babel confusa, todos dizendo: sou Cristo! Sou a verdade! Mas não questionemos a divisão, fiquemos então na vivência da fé humilde em Jesus Cristo: quantos realmente vivem, esta Doutrina de Jesus, com toda a expressão de Sua palavra, com toda a força da sua fé, com todo o amor de seu coração? O leitor é que pode responder! Poucos? Mas a estes somente o mérito!
 
     Quando Jesus diz a São João no Apocalipse: aos mornos cuspo fora de minha boca, Ele não somente quer dizer que abomina este tipo de comportamento – mais até que o dos frios – como também retira de todos os que imaginam poder viver tal vida, qualquer chance de continuarem nesta terra. Ele avisa claramente que tais pessoas hipócritas são insuportáveis a Deus, e que o mundo não foi criado para pessoas fingidas que – com o comportamento de sua vida – acendem uma vela para Deus e outra para o diabo. De fato, quem age hoje assim, continuará sendo assim para sempre, e continuaria gerando filhos assim, eternamente, iguais a ele, nada mais que uma porcaria de cristão.
 
     Fora então, com os mornos! Na Nova Terra não existirá um só deles! Ou você é quente o bastante para viver como filho do Altíssimo e merecer eternamente esta graça, ou você é frio na medida certa para viver seu pecado, seu ódio, seu desamor e morrer. Neste caso você pertence às hostes de satã. Não existe aqui coluna do meio, nem subterfúgio, nem escape algum: o homem está hoje decidindo o seu futuro, também e o dos seus filhos! Deus somente Se obriga a agir, evitando um mal maior, freando o ímpeto do inferno, que freme de ira contra a humanidade. Por culpa e por desejo desta mesma humanidade!
 
     As pessoas falam, então, em arrebatamento! No texto que escrevi sobre o Aviso, mostrei que Deus na realidade fará acontecer ali uma grande colheita, de 1/3 parte da humanidade. Ora, simples lógica humana, nos indica que o Pai Santo irá em primeiro lugar recolher os seus filhos. Quais filhos? Exatamente os mornos! Os mais fracos na fé! Os que caem com extrema facilidade! Os que não se decidem pela conversão e que vivem a mudar de opinião como mudam os ventos! E olhando para a matemática dos povos, vemos que exatamente a maioria dos filhos irá antes! Direto para o Céu! Sim, depois de arrependidos profundamente de sua mornidade! Mas estes não ficarão aqui!
 
     Na realidade, Deus Se obriga a recolher antes aos que poderiam vir a se perder! Aos que não conseguem forças para lutar tenazmente contra sua natureza viciada, embora, na verdade não sejam maus. Entretanto, grande parte desta natureza viciada passa de pai para filho, pois pais tíbios na fé, geralmente moldam filhos de seu quilate. E pela mesma via, são incapazes de gerar outra coisa, a não ser raras sementes de santidade, embora nem sempre descontaminadas na gênese. 
 
     Antes de prosseguir, eu respondo a uma pergunta que alguns já me fizeram, devido ao fato de que prego com tanta ênfase este Reino, esta Nova terra e dizem: você fala assim, porque estará lá? Bela pergunta... que fica sem resposta! Absolutamente não sei! Penso até que não! Deus sabe de mim, e sabe também que eu gostaria de ver esta nova terra, ver meus filhos vivendo em paz e segurança, no amor, na ternura, na ausência de pecados, num mundo de crianças inocentes! Mas a verdade é que também Aarão – tal como Moisés – não conseguiu colocar os pés na terra prometida!
 
     Então, se escrevo sobre este assunto, se levo estas coisas adiante, é exatamente para que as pessoas, os amigos – eles e seus parentes – possam se preparar, para se encaixar entre aqueles dentre os quais o Senhor escolherá os remidos, os quentes e santos, que irão iniciar a Nova e verdadeira Civilização do Amor. Neste caso, já alguns grupos estão descartados: Fora os pagãos, fora os renegados, fora os que preferem odiar, fora os que optarem pelo demônio, fora os que detestam a vida de santidade, os que não vivem o amor, em suma, fora os mornos também!
 
     Então, não basta se considerar a si, como filho de Deus, para se achar entre os que serão deixados: é preciso antes viver esta filiação, até as últimas conseqüências! Não basta, também, pertencer a uma das tribos do povo escolhido: é preciso, antes, aceitar a Jesus Cristo como Messias, como Salvador! Não basta residir nas terras de Israel para ser preservado: é preciso viver a Nova Aliança, abandonando a antiga! Não basta enfim, ser resgatado pelo Batismo para a filiação divina: é antes preciso viver a Doutrina Católica, com toda a intensidade de seus princípios e com toda a força de sua verdade eterna.
 
     Mas mesmo assim, qualquer pessoa que se enquadrar dentro de um destes princípios básicos, poderá ainda não preencher a todos os quesitos de santidade exigidos por Deus para não contaminar a Nova Terra, e por isso é que incluo a linha de sangue, a partir de Adão, por Noé e Abraão até os nossos dias. E este componente, só Deus o sabe bem discernir, e isso iguala entre todos os homens, todas as chances. Ou seja, ninguém sabe! A não ser por revelação divina, ninguém poderá se achar de antemão escolhido, mesmo que saiba pertencer à casa de Israel!
 
     Sim, como fazem muitos de nossos irmãos separados! Tenho lido alguns textos de seus autores, e muitos acham que será como um passe de mágica: no momento da tribulação, Deus os elevará nas nuvens do Céu, deixando aqui a terra para os pagãos e os católicos morrerem trucidados pelo inferno. Mas estas são doutrinas humanas, que não se encontram nas Sagradas Escrituras. Esta é uma conversa fiada do diabo. Estes então, também terão ingrata surpresa naquele dia, mas isso lhes advirá por imenso sofrimento.
 
     Aliás, posso afirmar com toda a certeza: nenhum protestante estará na Nova Terra! Justamente eles que se acham os únicos salvos. Quem não pertencer ao único Pastor do rebanho único, sob a Igreja Única, está de antemão fora. Fora os mornos! Ser protestante é ser morno por conveniência, porque é viver um falso evangelho da prosperidade, é seguir homens e suas doutrinas – os pastores – não a Jesus. E pretender chegar ao Céu sem os Sacramentos da Igreja Católica, é o mesmo que querer arrombar uma porta de aço com as unhas, ou a dentadas. Só quem aceita a Igreja Católica antes, ainda vivo – e isso vale para os pagãos – tem uma chance de se achar entre os escolhidos.
 
     Sim, haverá ainda pecadores, com contas a saldar entre os remidos. É dito que muitos deles terão de viver ainda aqui na terra, por algum tempo, seu Purgatório, até que saldem todas as suas contas com a Justiça divina. Mas certamente estes, possuem dentro de si, também, aquele germe santo, que uma vez apartado de satanás, uma vez longe das contaminações deste mundo perverso e maligno que se esvairá, seguirão dali para frente e para todo o sempre, na linha de santidade perene – mas voluntária, amorosa e decidida – conforme o projeto inicial de Deus, para Adão e sua descendência.
 
     Estas pessoas serão retiradas de entre todos os povos da terra, dentre todas as raças e línguas, e não somente entre os que hoje residem nas terras de Israel. Eis porque não adianta hoje as pessoas partirem em direção de refúgios e arcas, isso é pura ilusão. Até porque este ato de se escolher poderá significar uma ingerência nos planos de Deus e uma rebeldia. O que automaticamente o exclui da Nova terra. Entretanto temos aí milhares de pessoas que se julgam dignos, mal sabendo que – na última das instâncias – nenhum de nós, nem um só ser humano hoje vivo, merece esta graça. Todos nós somos pecadores contumazes, e mornos por natureza viciada.
 
     Assim, se formos acompanhar as profecias antigas, veremos que 2/3 partes dos homens serão eliminados, e isso – numa primeira vista – nos remete diretamente aos pagãos. Mas não nos iludamos porque entre eles pode haver santos, até maiores que entre os católicos. Tudo isso nos mostra o quão poucos estão preparados para a grande peneirada que Deus irá dar na terra, e nos homens! A imensa maioria da humanidade estará pequena demais no conceito divino, e afundará nos oceanos, se afogará em sangue, voará pelos ares ou sumirá pela terra adentro. Que outra coisa Deus poderá fazer sem afrontar a liberdade que nos deu?
 
     De qualquer forma, nenhum povo, nenhuma raça, nem uma só criatura humana terá qualquer motivo de reclamação. Deus continua dando sinais a todos, aguardando de todos a decisão por Ele, ou contra Ele. Será uma decisão definitiva, eterna. Até mesmo o povo de Israel e seu governo têm recebido sinais da parte de Deus. O primeiro sinal ao governo é que Deus lhes mostrou que sozinhos são vulneráveis, e sem Ele seriam todos mortos, até o último de seus habitantes. O segundo sinal foi dado pela “inexplicável” proteção que tiveram as aldeias cristãs do sul do Líbano, como o caso de Alma al-Shaab!
 
    Diz a reportagem de Terra de ontem: Apenas povoados cristãos estão em pé no extremo sul do Líbano. Toda a região do extremo sul libanês próxima à linha fronteiriça com Israel é uma sucessão de ruínas e destruição, onde nem os hospitais foram poupados... apenas os pequenos povoados cristãos permanecem de pé. Saindo do quartel-general da ONU no porto de Naqoura, a apenas dois quilômetros da fronteira, é possível ver a paisagem de ruínas, destruição e terra queimada. No entanto, na cidade de Alma al-Shaab, que recebeu os primeiros cristãos vindos do oeste, parece que não houve guerra. (Como explicar isso?)
 
     Nós já vimos isso, em dezenas de exemplos, no caso do grande Tsunami da Ásia. As igrejas e templos católicos, também as localidades católicas, todas foram poupadas pela onda, enquanto os tempos de Buda foram arrasados e ficaram juncados de cadáveres. Isso é mais que um sinal para estes povos, é um último aviso. Deus protege seus filhos, enquanto manda avisos e sinais aos renegados. Como estes se obstinam em seguir seus deuses, estes que os protejam quando a tempestade última vier. Como seus deuses são os primeiros a tentar fugir, resta que estes povos serão arrasados, até o último dos seus.
 
     Enfim, olhemos com precisão para o mundo. Quantos homens e mulheres hoje – tirando as crianças inocentes – estão em perfeito estado de graça? Contam-se quase nos dedos, embora sim, sei que existem milhares de pessoas boas, homens e mulheres de fé, embora pecadores. Mas me refiro aos baluartes da fé, pessoas de coragem e denodo, gente que está apenas preocupado com a salvação eterna, sua e dos seus, deixando este mundo e suas desgraças para aqueles que se afundam nele, pela busca exagerada do ter e do ser.
Quantos são? Pouquíssimos! Pois dentre este povo simples, alguns serão deixados!
 
     Será um mundo extremamente maravilhoso! Não nos revoltemos contra os desejos de mudança do nosso bom Deus. Já não é sem tempo que tais mudanças vêm, pois são milhares os que choram e gemem devido a tantas abominações que se comete na terra. Há bilhões de criaturas humanas completa e irremediavelmente incuráveis. Deus não quer esperar milhões de anos pela sua conversão, pois sabe que ainda que esperasse bilhões de anos, ainda que os envolvesse em milhares de sinais, mesmo assim eles iriam continuar obstinados com seus falsos deuses. O tempo dado aos pagãos chega ao fim!
 
     Da mesma forma entre o que fazem parte do povo de Deus, os batizados. Milhões há que nunca conseguirão viver a santidade perfeita, mesmo que sejam livres da perseguição do demônio. Milhões de nós somos incuráveis, fracos por falta de amor, portanto mornos irreversíveis. Chegou o fim dos mornos! Sobrará apenas um povo humilde, simples como crianças, os que amam, os quentes! A estes as delícias da Nova Terra. Quantos são?
Arnaldo



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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 11/04/10 às 21:57:51 h.


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