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Visto: 1673 - Impresso: 83 - Enviado: 20 - Salvo em Word: 48
Postado em: 07/05/09 às 09:11:13 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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03.05.2009 - Cidade do Vaticano - Bento XVI presidiu a santa missa esta manhã, na Basílica de São Pedro, durante a qual conferiu a ordenação sacerdotal a 19 diáconos da Diocese de Roma, seis dos quais de origem não italiana.
Os sacerdotes sejam imagem de Cristo no mundo e não se deixem levar por uma certa mentalidade do mundo, que consegue influenciar negativamente a Igreja atingindo até seus ministros.
Mais uma vez, o Santo Padre voltou a refletir sobre um dos temas candentes de seu Magistério concernentes à vocação e à missão sacerdotal.

Depois, no Regina Caeli, o papa recordou o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, hoje celebrado, e pediu orações pela sua próxima viagem à Terra Santa onde irá – assegurou – para testemunhar o compromisso da Igreja por "uma paz duradoura".
Pedras angulares da Igreja, testemunhas críveis do seguimento do Bom Pastor, e não homens contaminados por um tipo de sociedade que "não conhece Deus" e muitas vezes não tem nenhuma intenção de conhecê-lo.
Bento XVI – desenvolvendo idealmente a homilia da missa do Crisma da Quinta-feira Santa passada – voltou a traçar o divisor de água de um ministro do Evangelho: "no" mundo, mas não "do" mundo.
De fato, durante a liturgia, o Santo Padre fez a ordenação sacerdotal de 19 diáconos da Diocese de Roma, alguns dos quais homens já maduros, que escolheram seguir as pegadas dos Apóstolos.
Metade deles romanos ou da província do Lácio, mais um da Sicília, um da Puglia e um da região da Lombardia. Seis não italianos: um nigeriano, um haitiano, um croata, um tcheco, um chileno e um sul-coreano.
Bento XVI apresentou-lhes o trecho do Evangelho de João que afirma que o mundo não reconhece os sacerdotes porque não reconhece Deus:
"É verdade, e nós sacerdotes fazemos experiência disso: o 'mundo' (...) não entende o cristão, não entende os ministros do Evangelho. Um pouco porque, de fato, não conhece Deus, e um pouco porque não quer conhecê-lo. O mundo não quer conhecer Deus para não ser incomodado pela sua vontade, e por isso não quer escutar os seus ministros, isso poderia colocá-lo em crise (...) Este 'mundo' (...) no sentido evangélico, insidia também a Igreja, contagiando os seus membros e os próprios ministros ordenados (...) é uma mentalidade, uma maneira de pensar e de viver que pode influenciar negativamente também a Igreja, e de fato a influencia, e, portanto, é preciso constante vigilância e purificação."
Para não cair nesse risco, o sacerdote deve entrar em plena comunhão com Cristo, de modo "sacramental", mas também "existencial", para ser "consagrado na verdade". O meio para realizar essa comunhão – indicou o pontífice – é colocar-se com a oração na oração que Cristo elevou a Deus a fim de que custodiasse os "seus":
"Daí deriva para nós presbíteros uma particular vocação à oração, em sentido fortemente cristocêntrico: somos chamados a 'permanecer' em Cristo (...) e esse permanecer em Cristo se realiza particularmente na oração. O nosso ministério está totalmente ligado a esse 'permanecer' que equivale a rezar, e disso deriva a sua eficácia."
O papa indicou a missa diária, mas também a Liturgia das horas, a adoração eucarística, a Lectio divina, o Terço, a meditação: daí o sacerdote adquire a sua "linfa" – afirmou. O sacerdote que reza, e que reza bem – acrescentou – é progressivamente expropriado de si e sempre mais unido a Jesus Bom Pastor, cujo nome é o único "que salva":
"O apóstolo e, portanto, o sacerdote, recebe de Cristo o seu 'nome', a sua identidade. Tudo aquilo que faz, o faz em Seu nome. O seu 'eu' se torna totalmente relativo ao 'eu' de Jesus. No nome de Cristo, e não certamente em seu nome, o apóstolo pode realizar gestos de cura dos irmãos, pode ajudar os 'enfermos' a se levantarem e a retomar o caminho." (RL)
Fonte: Rádio Vaticano



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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 07/05/09 às 09:11:13 h.


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