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Qual a aparição de Nossa Senhora mais importante na História?

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Visto: 1529 - Impresso: 54 - Enviado: 20 - Salvo em Word: 36
Postado em: 30/04/09 às 22:23:20 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Noutro dia escrevi um texto – O ABISMO – para mostrar a incrível diferença entre o mundo que os homens vivem, entre aquilo que escolheram para viver, e aquilo que Deus esperava deles. Falei especialmente no sentido do amor, para diferenciar o verdadeiro e sincero Amor maiúsculo que vem de nosso Bom Deus – essência Dele – e este amor do mundo, normalmente interesseiro, muitas vezes egoísta, tantas vezes apenas amor carnal que leva à depressão, ao stress, e até a perda do verdadeiro sentido da vida.


Que é algo “inusitado”? Inusitado é algo incomum, que não acontece sempre, ou até que nunca acontece, mas isso não quer dizer que não seja possível. Na vida acontecem às vezes situações inusitadas, que ocorrem quem sabe uma vez em uma vida inteira, mas que na maioria das pessoas nunca acontece. Geralmente o inusitado nos visita nos sonhos, onde, por exemplo, a gente se vê voando – nunca se viu uma pessoa voando – mas o que hoje vou mostrar, é que até isso, o inusitado, é possível... Em Deus!
 
     Não gostaria que os amigos leitores me achassem um lunático, nem alguém especial ou diferente, porque isso me causa mal estar. Quando eu conto um sonho, situação pela qual passei à noite, sinto que é para trazer uma lição, e que Deus quer nos mostrar uma outra realidade, que aos olhos humanos parece inusitada, até impossível, mas que para o Altíssimo se trata de algo singelo, possível e real. Mais que isso, sinto que Deus nos quer mostrar o abismo de felicidade que nós rejeitamos Nele e com Ele, para viermos o horror oposto, da dor, do sofrer, do morrer... fugindo de tudo aquilo que Ele nos queria dar.
 
     Eu sei que a maioria dos leitores já sabe disso. Já entendeu a falsa realidade em que nós estamos mergulhados, e sente também saudade de voltar para Deus, para viver Nele e com Ele, por Ele e para Ele, ou seja, rejeitando o que o mundo nos oferece, para aceitar a vida plena que Deus nos pode oferecer, e isso ainda aqui nesta terra. Na realidade é tão grande a diferença, tão abissal, que se torna motivo de riso. Ou seja, o leitor poderá até rir da situação que vou relatar, mas para mim ela é real, verdadeira, e um dia acontecerá, com todos aqueles que acreditam fielmente em Deus.
 
    Quando lemos as passagens dos Evangelhos que falam de Jesus e Suas aparições após a Ressurreição, vemos que os apóstolos ficavam no início amedrontados, quando Jesus aparecia, de repente, no meio deles, e pensavam que fosse um fantasma. Foi preciso não só que Jesus lhes mostrasse as chagas das mãos, dos pés e do lado, mas que comesse alguma coisa, para mostrar que se tratava de um ser real, de carne viva. Mais ainda, foi preciso que Deus lhes enviasse o Paráclito, o Espírito Santo, para finalmente os fazer compreender a Ressurreição. Para que entendessem que Deus tem o poder de ressuscitar um morto, ou não seria um Deus, nem Onipotente.
 
     Mas, não falemos em Ressurreição que é algo infinitamente maior do que vou falar, e fiquemos em coisas singelas, corriqueiras, do dia a dia. Quero dizer, coisas que perdemos pela nossa rebeldia, dons que desprezamos ao escolher o mundo e seu falso mestre, o rei dos enganos e das mentiras, o rebelde que ensinou Adão e Eva a serem desobedientes. Na realidade, é tão grande o abismo entre aquilo que Deus pretendia nos dar – caso fôssemos fiéis a Ele, e fôssemos aprovados em Seu Amor – e entre aquilo que escolhemos para nós, que isso sim, é risível, para não dizer, loucura. Mas quantos entendem isso? Vejamos!
 
     Eu viajava, com meu pai e meu irmão mais velho, por diferentes estradas, e íamos na direção de uma cidade para almoçar num restaurante. Viajávamos numa Brasília velha, caindo aos pedaços e perdendo peças pela estrada, além de não ter capota em cima. Mas por mais peças que perdesse, mesmo assim o carro continuava, e desta forma estacionei em frente ao restaurante. Vi que meu pai voltou um pouco atrás, e juntou do chão, peças que caíram, nada mais que o disco e o plator, coisas indispensáveis à tração do carro.
 
     Não vi que entramos no restaurante, vi apenas que eles procuravam peças, mas eu que dirigia o carro fiquei ali esperando. Para que peças se o carro funcionava sem elas? E logo embarcamos e fomos parar distante, no interior, e vi que morávamos numa barraca de lonas, na beira da estrada. Mas não era de lona preta, e sim de plástico transparente, podendo-se ver de ambos os lados, o eu que acontecia fora e dentro da casa. Havia uma enorme cama, e agora vejo mais pessoas da nossa família, todos dormindo lado a lado.
 
     Fora se armava uma tempestade, nuvens negras, mas logo passou. E observando o que se passava fora de casa, percebi diversas pessoas, com punhais na mão, que davam a impressão de nos querer matar. Algo porém os impedia de tocar até no plástico, e vi que a cama estava disposta longe do alcance das mãos assassinas. Eles andavam ao redor e não achavam forma de entrar. E assim foi durante toda a noite.
 
     Ao amanhecer, saí da barraca, desci  a passos largos o barranco sobre o qual estava a barraca e fui para outro barranco, do lado oposto, algo de uns dois metros de altura. Havia muitas pessoas ali, ao redor daquele barraco! Eram adultos e crianças, jovens e velhos, e não pareciam inamistosos como a noite. Eu fiquei sobre o barranco e permaneci ali de cócoras, observando toda aquela gente, sem entender o sentido de tudo aquilo. Afinal, quase ninguém falava, e o restante da minha família permanecia dormindo ainda.
 
     Num dado momento, quis me levantar e mal pressionei a ponta dos pés para levantar o calcanhar, recebi um impulso e como uma simples pluma, leve e fácil, saltei por sobre a estrada e fui cair no outro lado próximo ao barraco, pousando macio também, como se não tivesse peso. Como se meu corpo fosse imponderável, embora de carne. Embora vivo! Embora as pessoas me estivessem vendo, e pudessem me tocar. E realmente algumas me tocaram e se perguntavam interiormente, embasbacadas. Como eu!
 
     Então ouvi muitas vozes de questionamentos. Como pode isso? Que está acontecendo aqui? E também eu não sabia responder, nem entendia bem o que acontecia, porém senti que era tudo pelo poder de Deus, pela força do Seu Espírito, que aqui se tornava possível. Então pulei novamente para o outro lado, onde havia mais gente pousei levemente próximo deles. Como ficassem embasbacados – eu também – apenas lhes dizia: Isso não vem de mim, e sei com toda clareza que esta força vem de Deus. Só Ele pode isso!
 
     Como me continuassem questionando, pedi a uma mãe, que tinha uma criança de colo, que ela me desse a criança. E tomando-a no colo, dei um novo impulso e novamente dei aquele pulo espetacular, de uns 20 metros de distância. Na verdade, antes de pular com a criança, tive uma centelha de dúvida, mas depois pensei: tenho que acreditar realmente que é Deus agindo e Ele tudo pode. E deu certo mais uma vez! Nisso eu misturo-me em meio a multidão que ali passava, e tornei-me incógnito em meio deles.
 
     Neste momento, minha mente entrou num estado virtual, num espaço entre a nossa realidade mentirosa, e a infinita e perfeita realidade de Deus. E fazendo uso deste dom, vejo-me agora num programa de televisão, como se fosse o Faustão, e estou ali para mostrar que – em Deus, sempre Nele – poderia quebrar todos os recordes. Primeiro eu perguntei ao apresentador qual era o recorde de salto em distância. Ele me disse a medida, e então me preparei assim: tendo uma corda em anel, presa debaixo dos pés e em volta do pescoço, fiquei curvado pois a corda me limitava 2/3 do movimento de impulso e dei o salto, indo maciamente parar um metro além do recorde mundial.
 
     Vi que todas as pessoas ficaram de boca aberta – até eu – entretanto, quando o tal apresentador me pedia explicações eu apenas dizia. Nada sou de especial, apenas estou aqui para mostrar que existe um Deus, e é apenas pelo poder Dele, que coisas inauditas assim podem acontecer. Lembrem-se disso: Só por Deus! Voltemos todos para Ele, que se o fizermos de todo nosso coração, o que está acontecendo comigo, pode acontecer com todos vocês também.
 
     Nisso passamos para o salto triplo. Com a mesma corda, amarrei o pé esquerdo para cima, e ficando numa perna só dei apenas três passos, e num impulso de corrida de menos de um metro fui pelo ar, atingindo exatamente o limite da caixa de areia. Vi que podia ir muito além se quisesse, sem me molestar os pés na queda fora da caixa, mas preferi parar no limite – onde os próprios homens julgam impossível alguém chegar – isso para não decepcionar muito aos atletas que estavam presentes, porque o sentido não era desmoraliza-los, mas sim mostrar que sem Deus não somos nada. Com Deus somos tudo!
 
     Entrementes o sonho continuava. Vejo-me, agora, correndo a Maratona. Havia ali mais de 40 mil competidores, na frente, como sempre, estava o pelotão de elite. Eu trajava uma camiseta, tendo no peito as mesmas fotos de Jesus e Maria que aparecem na face do site Recados, e meu número era realmente quarenta mil e alguma coisa. Mas ao invés de ficar na fila de frente – lembro que eu aparecia exatamente como sou hoje, com meu corpo e idade atual, nada atlético por sinal – fui bem ao final da fila, bem depois daqueles corredores que só vão lá por festa, trajados com suas roupas estranhas e aberrantes.
 
     Antes de iniciar a corrida, vi li um médico de plantão, e fiz questão que ele medisse meu pulso, minha pressa, meu estado físico e anotasse tudo direitinho como prova. Mais ainda, pedi a algumas pessoas ali presentes que assinassem os dados como testemunhas, tanto do meu estado físico, da minha idade, e também atestassem que eu era o último da fila. Isso para mais tarde mostrar ao mundo, de que não tinha havido artifícios, que se tratava de uma situação verdadeira, sim, sempre com Deus. Que aconteceu?
 
     Dada a largada, pelos olhos do espírito vi os corredores de elite lançarem-se a toda, e logo formarem o pelotão de frente. Mas por artifício que somente Deus Poderoso tem, eu fui avançando entre aquele dilúvio de gente, a largas passadas e sem tocar em ninguém, quase como se passasse pelo meio deles, e em cinco minutos – foi isso que me disse a voz  - eu estava encostado ao pelotão de frente. Vejo-me sorrindo para eles, por algumas passadas, via seu esforço, seu suor já correndo pelo corpo, seu esforço de se adiantar, mas num ímpeto vou adiante, apenas uma motocicleta e uma câmera me seguiam...
 
     Resultado: cheguei uma hora antes – me disse a voz – o que humanamente é absurdo e ao transpor a fita de chegada, me ajoelhei ao chão, rezei com amor e fé uma Ave Maria, e levantei-me. Nenhuma gota de suor no rosto, nem um arfar no peito, nenhum sinal de cansaço. E vi aquele povo todo ali, de boca aberta, sem saber o que acontecia. E logo os repórteres viram que se tratava de situação real, que eu havia realmente corrido, e logo me cercaram de câmeras e flashes, para registrar aquele momento inusitado.
 
     E alguns me tocavam no corpo, para ver se era uma pessoa de carne ou um fantasma, ao que eu lhes repetia que era uma situação verdadeira. E abaixando-me ao solo, passei a ponta do indicador no asfalto negro e mostrei diante das câmeras o dedo sujo de pó escuro. E lhes dizia: isso nós somos, nada mais que grãos de pó. Também eu sou um grão destes! Sozinhos, somos pó e nada mais, mas com Deus poderemos ser tudo. Poderemos ter tudo e fazer tudo o que quisermos, pelo Poder infinito Dele. Isso que aconteceu aqui comigo hoje, mostra isso.
 
     Neste instante, volto-me para a multidão e começo a falar alto, e para todos. Voltemos a Deus, todos nós! Eu quero dizer para vocês, que Deus existe! Que Ele tem todo poder. Que sem Ele somos pesados, cansados, sujeitos a dores e sofrimentos, mas com Ele nós poderemos galgar o infinito. E isso é destinado a todos vocês também, e eu apontava o dedo para as pessoas dizendo: Para ti! Para ti! E para ti... Voltem para Deus enquanto é tempo, meus amigos! Deus nos destinou para a felicidade, não para o lixo e que vivemos!
 
     Então, pegando uma cadeira, sentei-me logo após a linha de chegada, e fiquei a esperar os outros corredores, ouvindo o murmúrio silencioso da multidão que se enchia de perguntas, e parecia desconcertada e meditativa. E quando chegaram os corredores, vieram me por uma coroa de louros na cabeça, mas a tirei imediatamente dizendo não ser justo, e a coloquei na cabeça do primeiro que chegou. Mais que isso, pedi desculpas a eles, como se fosse uma brincadeira, dizendo que o sentido não era zombar ou fazer pouco caso do esforço deles, mas sim, mostrar a todos o poder de Deus.
 
     Pensam que acabou? Nada disso! Agora estamos dentro de um tremendo estádio, com milhares de espectadores, onde se desenvolve uma Olimpíada. E todos os esportes são ali praticados. Ó, vocês não imaginam o que aconteceu. Eu – passando do meio como já sou – me via disputando as provas com aqueles jovens bólidos, com seus corpos reluzentes e músculos retesados, cheios de tênis e roupas especiais, como usam os atletas.
 
     Primeiro nós corremos os 110 metros com barreiras. Acreditem: eu corria de costas! Imaginem a loucura, pular as barreiras de costa! Olhando nos olhos deles, vendo suas fisionomias com esgares de esforço extremo, quando em meus lábios via um sorriso. Era como se um fantasma estivesse na frente deles. Eu chegava na frente, mas não sentia aquele ufanismo da vitória, e até ficava triste vendo o rosto decepcionado dos corredores. Não só por perderem, mas ainda para um velho que corria de costas. E como sempre, me tocavam no copo, para ver se não era um fantasma.
 
     E a todos, eu explicava a mesma coisa: Sim, aquilo era real, mas acontecia apenas pelo poder de Deus, nada de dom humano particular. E dizia a todos que não queria que se sentissem frustrados, mas que compreendessem que é loucura o que fazem, com esta busca exagerada por recordes. Lembrei-lhes que os sucessivos campeonatos, competições e também os treinamentos extenuantes, roubavam deles todo o tempo de convívio com Deus, e repetia isso diante das câmeras, para que todo o estádio ouvisse.
 
     Depois disso, vejo-me também em outras competições, no mesmo estádio. Primeiro no arremesso do martelo. Mas ao invés de dar todos aqueles giros na horizontal, apenas girava o martelo, com uma mão e com um simples giro na vertical, atirava até o limite da raia, onde ninguém alcançava. No arremesso de peso, onde aqueles gigantes impulsionam a bola de ferro com o pulso encostado no ombro, eu pagava a bola na mão, e atirava como se fosse uma leve “bocha”, sempre além do limite onde os outros atiravam.
 
    Também estive no salto em altura, e foi muito interessante mandar erguer a vara um metro acima de onde o mais lépido saltador pulara, e ver-me pular por cima com leveza, com facilidade extrema. Não saltando de costas como saltam hoje, mas sim de frente. E também assim no salto com varas, mas sem usar a força de impulso da própria vara. Tudo leve, fácil, simples, sem nenhum esforço. E ao final de cada prova, sempre as lições, lembrando Deus, o Poder de Deus, e que aquilo era destinado a todos os que se ligassem Nele, que O amassem, que seguissem os Seus mandamentos, pois isso é apenas coisa singela, diante do inaudito que Ele nos pode oferecer.
 
     Também aconteceu assim, com o arremesso de dardo, no qual dando apenas uns passos e sem muito esforço, lancei a vara até bem além do último limite previsto, o que deixava os fortíssimos contendores até irritados. Outra prova, a do levantamento de peso, onde os alteres eram levados ao peso máximo, pedi não um só, e acima do peso maior, mas sim dois pesos, um para cada braço, e embora continuasse normal, com o mesmo corpo e a mesma idade que tenho, levantei os dois pesos facilmente, dando a entender que em Deus aquilo era possível, e até com pesos muitas vezes maiores ainda. Sim, isso ainda aqui nesta terra. Ao final de cada prova, eu sempre explicava isso para as pessoas.
 
     Última prova e mais esperada, como nas Olimpíadas, a corrida dos 100 metros rasos para ver o homem mais rápido do planeta. Minha raia era a do meio, e novamente me postei de costas, com os pés no sinalizador de  saída. Mal dado o tiro, num relance já meu corpo se achava um metro na frente dos corredores, e indo de costas podia mais uma vez observar seu intenso esforço. Mas meu rosto, sem nenhum esgar, mostrava apenas um sorriso de facilidade e felicidade, como se aquilo fosse algo corriqueiro e normal. Claro, na mesma posição, cheguei ao final na frente e mais que isto, tendo a consciência plena de que se necessário fosse, poderia chegar mais rápido ainda.
 
     Terminada esta prova, tendo derrubado todos os recordes humanos pela mesma força vinda da parte de Deus, mais uma vez vinham meus apelos diante das câmeras, tentando explicar o absurdo que os homens consideravam tudo aquilo. Eu dizia: tudo isso acontece pela graça do Bom Deus. Ele é o dono absoluto de todas as distâncias e detentor de todos os recordes. Nada fazemos em Ele, nem sequer respiramos um sorvo de ar sem Sua graça. Porque não nos voltamos para Ele, de coração contrito e humilhado, cheios de amor e de arrependimento. Ouçam isso povos da terra! Vejam as maravilhas que Deus quer fazer por seus filhos! Tudo isso é destinado, também, a cada um de vocês!...
 
     Agora vem o final! No início eu falei que havia uma tempestade se formando ao longe, mas ela parecia ter passado. Na realidade, desde as primeiras competições, eu sentia que ao redor, como se fosse dos pontos mais altos das arquibancadas, olhares de ódio me seguiam. E não eram poucos! Tratava-se dos representantes e grandes donos das fábricas e material esportivo, e dos promotores de competições que lucram com o esporte. Eu via, aos olhos do espírito, seu ódio interior, sua grande fúria, cada vez mais incendiada, na medida em que as competições humanas se desmoralizavam, se desfaziam em pó...
 
     Na verdade, se uma coisa assim realmente acontecesse, seria uma desmoralização geral do próprio ser humano. Se a humanidade entendesse que está sendo levada por estes promotores do caos, estes adeptos de satanás via lucro, ao abismo infernal por estas insanas competições, sempre em busca obsedante dos recordes, do ser mais que os outros, mais rápidos, mais fortes, haveria uma verdadeira demolição nestas empresas. Então eles não lucrariam mais com estes tênis caros, estes materiais especiais das roupas dos atletas, e com tudo o que envolve o mundo esportivo de hoje.
    
     E neste sentido, já durante as competições, vi que estas pessoas me perguntavam qual a marca de tênis que eu usava, e eu lhes mostrava um daqueles reles tênis chineses – isso foi na prova da maratona – bem fininhos e sem palmilhas especiais, e já em certas provas mostrava que corria descalço, como aconteceu nas provas de corrida no estádio. Também a roupa era sempre a mesma: um calção comum azul, e uma simples camiseta branca, com as estampas de Jesus e Maria em frente. E meu número de competidor.
 
     Neste momento saio do estádio. Vou sozinho, e já não vejo a multidão em roda. A uma certa distância vejo um soldado, com roupa de combate na floresta que me aponta um fuzil e atira. Uma, duas, três, quatro... cinco vezes! Porém, com o mesmo sorriso de sempre, imperturbável, fui pegando as balas no ar. Elas batiam na palma de minha mão direita sem ferir, embora ficassem completamente deformadas e achatadas. Ele parou de atirar e, de boca aberta, pasmo, me olhava como se também ele visse um fantasma.
 
     Com as cinco balas na mão, eu andei até ele sorrindo, abri o bolso que ficava no peito de seu colete e sem dizer uma palavra deixei ali as balas como lembrança. Ele me olhava assustado, lívido, olhos de um certo pavor. Então, tendo ele ainda o rifle apontado para mim, coloquei o dedo indicador na boca do fuzil e disse a ele: atira! Como um autômato ele puxou o gatilho... e o rifle explodiu na mão dele. A bala não me feriu, nem mesmo tanto quanto se uma pena batesse levemente, nos pelos de meu braço.
 
     Realmente, este soldado era mandado pelos donos das fábricas – eu via as marcas diferentes passando diante de meus olhos – que saiam também desmoralizadas diante de tudo aquilo que tinham visto e ouvido. E como disse, se uma situação destas acontecesse, se por exemplo, o Próprio Jesus, ou um anjo Seu estivesse em meu lugar, certamente que ao se verem descobertos e a nu, eles reagiriam com fúria. Não tenho dúvidas de que eles são capazes de matar e mandar matar, caso alguém se atravesse em seu caminho de ódio.
 
     O sonho, ou visão – sei lá – terminou assim, com aquele fuzil explodindo. Aliás, já vi mais vezes este fato de apanhar as balas no ar, em outras ocasiões. Não duvido de que alguns santos no futuro, farão exatamente isso - sempre em nome e pelo poder de Deus – para desmoralizar a besta e seus sequazes. Eu creio nisso tudo, embora para muitos pareça pura fantasia. E creio que Deus poderá fazer ainda coisas maiores pelos seus filhos, porque sem dúvida dará lições arrasadoras a todos estes adeptos do mal.
 
     Algumas vezes, nos meus depoimentos diante das câmeras, lembrei aos atletas que a besta os desviava da Santa Missa. No final da maratona, perguntei ao povo que estava ali na linha de chagada: quantos católicos há entre vocês? Sabem acaso que agora é hora da Santa Missa, onde cada um de vocês poderia se tornar leve, e como voar, assim como eu voei nesta prova, com tanta facilidade, sem me cansar, sem derramar uma só gota de suor, como vocês mesmos viram? A besta – com estas competições, promovidas exatamente na hora dos santos ofícios – quer exatamente isso: que vocês não se tornem assim, pelo poder de Deus. Quer que vocês esqueçam Dele, para permanecerem eternamente moles, com este corpo velho, cansado e cheio de dores. Corpo que se move com tanta dificuldade...
 
     E já ali eu observei os olhos chamejantes e diabólicos dela, quando mostrei meu tênis velho, baratinho e no pensar dos atletas realmente imprestável, quando esperava poder se promover, apontando o resultado esplêndido que eu conseguira, como se devido em parte ao tênis de sua marca. Quando esperava faturar alto em cima de um resultado que nem lhe dizia respeito. São verdadeiros Judas, traidores! Traem a Deus e enganam aos homens que se bestializam nos esportes, ao tempo em que se julgam deuses e superiores.
 
     Embora pareça uma brincadeira, uma invenção de minha cabeça, realmente para mim isso se torna extremamente possível. Em Deus, sim! Sempre e somente Nele! Deus nos fez para vivermos assim, e assim será na Nova Terra. No Novo reino, que Deus nos preparou. Isso tudo Adão tinha, pois passava de um Continente para outro como de um salto, como num sopro. De que outra forma ele daria nome a todos os animais? E isso voltará! Mas somente para os que acreditam! Somente para os que amam! Somente para aqueles que se submetem ao primado absoluto de Deus! Aos outros a escória, o lixo!
 
     E ainda antes que este Reino venha, nós poderemos ver tudo isso: Carros que andam sem peças – já fizemos mais de 300 Km com apenas um rolamento dianteiro da camionete – carros que se movem sem combustível, pessoas a correr de costas, a saltar enormes distâncias, corpos se elevando nos ares, tudo pelo poder inaudito de Deus, por causa de Seu imenso Amor para conosco. Óbvio, quem não acredita em nada disso com certeza absoluta não verá tais coisas. É preciso apenas ter fé, é preciso somente ligar-se em Deus, o Todo Poderoso, só então Ele em Seu Amor, nos fará viver o inusitado, o inaudito, o impossível para os homens. E nem precisaremos ter fé de remover montanhas: basta para nós, o termos fé capaz de mover uma simples pluma! Você, leitor, tem esta fé?
 
     Quanto aos maus, aos que vendem os povos e as almas das gentes, está em Sabedoria 4, 20Comparecerão aterrorizados com a lembrança de seus pecados, e suas iniqüidades se levantarão contra eles para os confundir. Os maus serão confundidos! O Novo Reino é destinado somente dos bons! Quem viver verá todas estas coisas! Um pouco mais, só!
 
Arnaldo


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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 30/04/09 às 22:23:20 h.


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