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Postado em: 22/01/10 às 06:46:56 por: James
Categoria: Destaque
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Pedindo às autoridades egípcias e malaias garantias de segurança para as minorias religiosas


ROMA, quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- O Parlamento Europeu fez uma dura condenação a "todas as formas de violência, discriminação e intolerância com base em religião ou crença seja contra crentes, apóstatas ou não-crentes”.

 

É o que consta em um recente comunicado emitido pelo Parlamento Europeu, que também trata dos recentes ataques registrados contra minorias cristãs no Egito e na Malásia, pedindo que as autoridades destes países tomem medidas que “garantam a segurança dos cristãos e de outras minorias religiosas em seus territórios”, e que tomem também as medidas necessárias para a proteção de seus “locais de culto”.

Sobre a questão, o Parlamento adotou uma resolução, apoiada por todos os grupos políticos, na qual destaca “o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião” como “direitos humanos fundamentais garantidos pelos instrumentos jurídicos internacionais”.

Notando que também a Europa "não está imune" a violações destas liberdades, tendo testemunhado crimes dessa natureza, o Parlamento solicitou ao Conselho, à Comissão e aos altos representantes da União Européia que deem especial atenção à situação das minorias religiosas no âmbito de suas relações com outros países.

O comunicado do Parlamento Europeu manifestou também seu apoio a todas as iniciativas que visem a promover o diálogo e o respeito recíproco entre as comunidades, convidando as autoridades religiosas a “promoverem a tolerância, adotando iniciativas contra o ódio e contra a radicalização violenta”.

A situação no Egito

Os autores da resolução observam que, ao longo dos últimos anos, o Egito “tem sido palco de atos recorrentes de violência contra os cristãos coptas”, e pediram ao governo egípcio que “garanta a integridade física dos cristãos coptas e de outras minorias religiosas no país”.

Por ocasião da vigília do Natal ortodoxo (que, de acordo com o calendário litúrgico da Igreja Ortodoxa é celebrado em 6 de janeiro), no vilarejo de Nag Hammadi, um atentado contra os fiéis causou a morte de sete pessoas, entre as quais um agente de segurança muçulmano, além de ferir outras três.

O Parlamento Europeu manifestou o seu apreço pelos esforços das autoridades egípcias para identificar os autores do atentado, e pediu que “todos os responsáveis pelo ataque sejam processados, assim como todos os responsáveis por outros atos de violência contra cristãos e outras minorias religiosas”.

Os cristãos representam cerca de 10% da população do Egito, dos quais a maioria é copta.

A situação na Malásia

O Parlamento Europeu expressou também sua preocupação com relação aos recentes ataques contra igrejas e locais de culto cristãos ocorridos na Malásia, manifestando solidariedade para com as vítimas.

Os ataques se iniciaram após uma disputa judicial pelo direito de usar a palavra “Alá” para referir-se ao Deus cristão. O Tribunal Superior de Justiça do país acabou por derrubar um veto do governo, autorizando assim o uso da palavra por não-muçulmanos. De fato, a palavra “Alá” é usada a séculos por cristãos de língua árabe.

Diversas entidades muçulmanas manifestaram-se a favor do uso da palavra por não muçulmanos, mas a questão estaria sendo explorada politicamente, dada a proximidade das eleições. O governo malaio chegou a confiscar 15.000 cópias da bíblia impressas em língua malaia, nas quais era usada a palavra “Alá” para referir-se a Deus.

O Parlamento Europeu pediu às autoridades da Malásia que tomem medidas para “garantir a segurança pessoal e a integridade física das pessoas que praticam sua própria religião”, como também para “proteger as igrejas e demais locais de culto”.

Segundo o comunicado, a postura do governo da Malásia constitui uma “violação da liberdade religiosa”. O documento diz ainda “preocupante” o fato do governo malaio ter agido em contradição à constituição do país, contribuindo, com sua ingerência, para aumentar as tensões entre os diferentes grupos religiosos” do país.

Por fim, o Parlamento exortou o governo da Malásia a acatar a decisão do Tribunal Superior de Justiça do país, e a “abster-se de novas ações que possam vir a ameaçar a convivência pacífica entre as religiões”.

 



Fonte: zenit.org





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 22/01/10 às 06:46:56 h.


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