Cardeal Barragán desmente declarações: "Transsexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus”
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Artigo N.º 3765 - Cardeal Barragán desmente declarações: "Transsexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus”
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Postado em: 06/12/09 às 04:01:36 por: James
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Purpurado esclarece que suas palavras foram tiradas de contexto

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 4 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- O cardeal Javier Lozano Barragán, presidente emérito do Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde, nunca disse que os homossexuais não podem ir para o céu, segundo ele mesmo confirmou.


Grandes agências de informação noticiaram a 2 de dezembro que, segundo o purpurado mexicano, “transsexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus”. Jornais e sites de todo o mundo republicaram esses artigos.

O cardeal esclareceu que sua declaração foi tirada de contexto, pois ele havia se limitado a citar a Bíblia, em particular a carta de São Paulo aos Romanos (1, 26-27), em que se condena moralmente a prática da homossexualidade.

“Isso é o que diz a Palavra de Deus, não é o que eu disse. Agora, que um homossexual em especial não se pode salvar, nunca o disse, porque se pode salvar. Muitas vezes não se é homossexual por própria culpa, tudo depende da educação e do ambiente”, esclareceu esta quinta-feira a ZENIT.

“A única coisa que posso dizer é que para que haja uma culpa grave, além de necessitar da matéria grave, necessita-se de uma advertência plena e de consentimento pleno. Onde um dessas três condições falhar, não há culpa grave”, afirmou.

O cardeal esclarece sobretudo que não é ele quem julga as pessoas, mas Deus. No meio da confusão midiática que as declarações fora de contexto causaram, veículos de imprensa pediram ao diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, um comentário.

Ele se limitou a citar o número 2358 Catecismo da Igreja Católica, onde se diz que “um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas”.

“Esta propensão, objetivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta”, prossegue o texto.

“Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição”, afirma o Catecismo.

(Jesús Colina)


Fonte: www.zenit.org



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