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Artigo N.º 937 - Em La Salette - Resumo (Parte 4)
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Postado em: 11/01/09 às 16:22:27 por: James
Categoria: Aparições de N. Sra
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A primeira manifestação solene da Virgem, advertindo para a iminência desta tragédia e convocando a todos a ajudarem a conjurá-la se deu em La Salette, um lugarejo dos Alpes franceses, pertencente à diocese de Grenoble. Ali, pelas 15 hs. de 19 de setembro de 1846, ela se mostrava a duas crianças analfabetas, enquanto cuidavam de quatro vacas do patrão: Melânia Calvat (15 anos) e Maximino Giraud (11 anos). A bela Senhora, que aparecia dentro de uma luz, assentou-se sobre a casinha de pedras, que tinham construído de manhã e à qual deram o nome de "Paraíso". "Cheguem perto - convidou - não tenham medo".

"Estas doces palavras - conta Maximino - me fizeram voar até ela. Enquanto falava, as lágrimas começaram a rolar de seus belos olhos. Disse: 'Se o meu povo não quiser se converter, serei obrigada a deixar cair a mão do meu Filho. Ela é tão pesada que já não consigo sustentá-la' ''.

Queixa-se do trabalho manual aos domingos e da blasfêmia: "São estas duas coisas que tomam tão pesado o braço do meu Filho". Em contrapartida, "se os pecadores se converterem, as pedras e as rochas se transformarão em montões de trigo".

Depois revelou a Maximino um curto segredo, que nunca deveria revelar, e a Melânia, outro, bem mais longo, que só poderia tomar público a partir de 1858.

No lugar onde seus pés pousaram brotou uma nascente, que nunca mais secou.

No quinto aniversário da aparição (1851), o bispo de Grenoble, Dom Bruillard, autorizou o culto a N. Senhora da Salette, e ele mesmo subiu ao monte a cavalo, para lançar a pedra fundamental do futuro Santuário. No ano seguinte, o papa Pio IX, depois de aprovar essa aparição, quis conhecer os dois segredos, que prontamente foram escritos pelos videntes, agora alfabetizados, na presença de testemunhas eclesiásticas, e remetidos ao Papa. Quando esse os leu, seus lábios se contraíram e o rosto se alterou. Mais tarde disse: "O que há nos segredos de La Salette? Bem, são as palavras do Evangelho: se não fizerdes penitência, todos perecereis".

Apesar do apoio dos papas Pio IX e Leão XIII a Melânia, o segredo por ela escrito só pode ser publicado em 1879, com o nihil obstat-imprimatur (Palavras latinas, que significam: nada há que impeça - imprima-se.) de Dom Zola, bispo de Lecce. Uma publicação que haveria de render a Melânia inesperados dividendos de incompreensões, perseguições e até o exílio, por obra e graça dos bispos franceses, que pretendiam colocar no Index(Relação dos livros, cuja leitura era proibida pela Igreja.) o pequeno folheto de Melânia, alegando que o clero não era tão abominável como se pintava em suas páginas. Mas "todos os esforços para obter a proibição formal do segredo foram em vão", escreve Dom Zola, em 1896.

Assim, em pouco tempo, e com edições sucessivas em várias dioceses, o segredo se espalha, com a bênção e encorajamento do Papa, de vários bispos e teólogos.

"Ouso dizer-lhe - escrevia Melânia, em 1904, ao padre Rigaux - que o segredo, além dos papas Pio IX e Leão XIII, foi aprovado pelo cardeal Sforza, arcebispo de Nápoles, por Dom Ricciard, arcebispo de Sorrento, pelo cardeal Guidi, por Dom Casolini e, depois, por Dom Patagna, bispo de Castellamare, que foi a minha providência durante 17 anos. Entre os príncipes da Igreja que aprovaram o segredo estava esquecendo o cardeal Ferrieri. Com ele são três cardeais, todos muito sábios e sobretudo muito santos".

A aceitação geral do segredo transparece também nestas linhas do bispo Zola:

"Tive ocasião de me relacionar com muitos respeitáveis príncipes e prelados da Igreja. Estavam bem informados sobre Melânia e o seu segredo; quase todos tinham recebido esse documento. Pois bem, todos, sem exceção, proferiram um juízo de
fato favorável a essa divina revelação e à autenticidade do segredo. Estes santos e veneráveis pastores falaram-me sempre de maneira a me confirmar profundamente na minha crença, a partir de agora inabalável, na divindade das revelações encerradas no segredo de La Salette".

Dentre os que aceitam a origem sobrenatural do "segredo", não podemos esquecer o papa João Paulo II, que o considera "o coração das profecias de Maria".

Cloaca da impureza

Por problemas de espaço, vamos ater-nos a alguns trechos do "segredo", agrupados de acordo com os assuntos(O texto completo pode ser encontrado em O terceiro segredo de Fátima. do Dr. Luiz Gomes (pp. 35-39). Pedidos: Serviço de Informação Mariana - Rua Alagoas, 1460 - Loja 15 - Savassi - CEP 30130-160 Belo Horizonte. MG. Te!. (031) 223-8455.).

Depois de falar a Melânia: "o que vou lhe dizer agora não será segredo para sempre... poderá publicá-lo em 1858", Maria começa extravasando sua mágoa diante da calamitosa situação dos guias espirituais de seu povo:

"Os sacerdotes, ministros de meu Filho, por causa de sua vida má, de suas irreverências e de sua impiedade ao celebrar os santos mistérios, por causa do apego ao dinheiro, às honrarias e aos prazeres, transformaram-se em cloacas de impureza... Ai dos sacerdotes e das pessoas consagradas a Deus que, pelas suas infidelidades e má vida, crucificam de novo o meu Filho! Os pecados das pessoas consagradas a Deus clamam ao Céu e pedem vingança, e eis que a vingança está às portas, porque não se encontra mais ninguém para implorar misericórdia e perdão pelo povo; não há mais almas generosas; não há mais ninguém digno de oferecer a Vítima sem mancha ao Eterno, em favor do mundo.

 

(Por isso) Deus vai castigar de maneira sem precedentes. Ai dos habitantes da terra! Deus vai derramar sua cólera e ninguém con­seguirá escapar de tantos males juntos. Os chefes, os guias do povo de Deus, negligenciaram a oração e a penitência, e o demô­nio ofuscou suas inteligências; tomaram-se assim aquelas estrelas errantes, que a velha serpente arrastará com sua cauda para fazê­los perecer... Sofrerão penas físicas e morais... A sociedade está às vésperas das mais terríveis calamidades e dos maiores aconteci­mentos. Que se prepare para ser governada com vara de ferro e beber o cálice da cólera de Deus".

 

Pede ao papa Pio IX que não saia de Roma, depois de 1859, combata "com as armas da fé e do amor", se mantenha

alerta contra as manobras da maçonaria e "desconfie de Napoleão (Refere-se a Napoleão III, que foi imperador da França de 1852 a 1873.)", embora em 1846, ele ainda não tivesse surgido na política interna da França.

 A investida de Lúcifer

          A seguir, anuncia que a Itália:


          "será castigada pela sua ambição de querer sacudir o jugo do Senhor. Também ela será entregue à guerra. O sangue correrá por todo lado; as igrejas serão fechadas ou profanadas; sacerdotes e religiosos serão perseguidos e os farão morrer de morte cruel. Muitos abandonarão a fé, e o número de sacerdotes e religiosos que apostatarão da religião verdadeira será grande; entre eles se encontrarão também bispos".

       

 Igualmente

          "a França, a Espanha e a Inglaterra estarão em guerra; o francês lutará contra o francês, o italiano contra o italiano, e depois haverá uma guerra geral, que será medonha. Por algum tempo Deus se esquecerá da França e da Itália, porque o Evangelho de Jesus Cristo já não é conhecido".

 

         Também se prediz o desencadeamento da fúria de Lúcifer, procurando conscientizar-nos do perigo que representa para o homem esse espírito astuto, inteligente e atrevido, que levou sua audácia ao ponto de tentar ao próprio Jesus, oferecendo-lhe poder, autoridade e a riqueza que acompanha o culto a ele. No entanto, qual a atitude do mundo moderno diante do diabo? Uma atitude trivial, que vê nele uma. criatura inofensiva e até decorativa, com seus chifres e seu forcado, em vez da perigosa força destruidora que é. Sua maior fonte de poder e sua maior vantagem decorrem justamente de muitos nem acreditarem na sua existência, ou então considerá-lo um ser etéreo, esotérico, impessoal..

 

         "No ano de 1864 - explica Nossa Senhora - Lúcifer e um grande número de demônios serão soltos do inferno e acabarão, pouco a pouco, com a fé, mesmo das pessoas dedicadas a Deus. Muitas instituições religiosas perderão a fé, levando assim muitas almas à perdição... O mundo abundará de livros maus, e os espíritos das trevas difundirão por toda parte o relaxamento em tudo o que se refere ao serviço de Deus, e terão um grande poder sobre a natureza". .

          "No ano de 1865, se verá a abominação nos lugares santos. Nos conventos, as flores da Igreja estarão putrefatas, e o de mônio se converterá em rei dos corações". Aos responsáveis pelas comunidades religiosas pede que "estejam atentos a respeito das pessoas que vão admitir, porque o demônio usará de toda malícia para introduzir ali pessoas entregues ao pecado, pois as desordens e o amor aos prazeres da carne estarão espalhados por toda a terra".

 

          Sobre as calamidades preditas para os anos de 1864/65, eis a explicação de Cámpora: estes dois anos "se referem à ofensiva antireligiosa e anticatólica em toda a Europa, na qual nem todos os padres e religiosos permaneceram fiéis. Referem-se em especial à Itália, com a luta do carbonarismo, 'a jovem Itália', o Piemonte, Garibaldi, Mazzini, Cavour e outros, com a religião, a Igreja, o Papa e os Estados Pontifícios, que culminou com o saque de Roma e a reclusão voluntária de Pio IX e seus sucessores no Vaticano. Ofensiva anti­religiosa que atingiu o auge na França, após a derrota de 1870, com o surgimento maçônico da Comuna, com assassinatos em grande escala, inclusive de sacerdotes e religiosos e do cardeal-arcebispo de Paris".

 

         Se saltarmos para um século depois - ainda segundo Cámpora - veremos que foi justamente nos anos de 1964/65 que se deu a maior ofensiva neomodernista dentro do Concílio Vaticano II, liderada pelos bispos do Reno, no sentido de apresentar uma Igreja afinada com o progresso do mundo moderno, e assim abrir as portas a todas as aberrações progressistas.

O tempo das trevas

"O Vigário de meu Filho terá que sofrer muito, porque por um tempo a Igreja será entregue a grandes perseguições: será o tempo das trevas". Também prediz a chegada de "um precursor do Anti­cristo, com um exército composto de muitas nações ". Ele

"combaterá o verdadeiro Cristo, o único Salvador do mundo; derramará muito sangue e pretenderá aniquilar o culto de Deus, para ser considerado ele mesmo como Deus. A terra será castigada com todo tipo de calamidades (além da peste e da fome, que serão gerais). Uma série de guerras terá lugar antes da última, na qual combaterão os dez reis do Anticristo, que serão os únicos governantes do mundo. Antes disto, porém, haverá uma falsa paz. As pessoas só pensarão em se divertir".

Será então que

"nascerá o Anticristo de uma religiosa hebréia, de uma falsa virgem, que terá comunicação com a velha serpente, o mestre da impureza... ele será o demônio encarnado" (Palavras que fecham com o que escreveu S. João Crisóstomo (+407): "O Anticristo será possuído por Satanás e será filho ilegítimo de uma judia".)

Com a ajuda do Anticristo,

"os demônios do ar farão grandes prodígios na terra e nos ares, e os homens se perverterão cada vez mais". Por isso, "o Papa deve acautelar-se contra os fazedores de milagres, porque chegou o tempo em que se hão de operar os mais estupendos prodígios na terra e no ar". "Haverá em todos os lugares prodígios extraordinários, porque a fé verdadeira se apagou e porque a falsa luz ilumina o mundo...

As estações serão alteradas, a terra só produzirá maus frutos, os astros sairão de suas órbitas, a lua só refletirá uma débil luz avermelhada. A água e o fogo produzirão convulsões no globo terrestre, causando horríveis terremotos, que devorarão montanhas e cidades".

Chegou o momento

Mas a revelação mais estarrecedora é que Rome perdra la foi et deviendra le siège de l'Anticrist, isto é, "Roma perderá a fé e se torna­rá a sede do Anticristo".

"Ai dos habitantes da terra! Produzir-se-ão guerras sangren­tas e fome, pragas e doenças infecciosas. Cairá uma granizada espantosa de animais. A tempestade sacudirá cidades, os terremotos engolirão países. Ouvir-se-ão vozes no ar. Os homens baterão com a cabeça contra as paredes, pedindo a morte, porém a morte será o seu tormento. Correrá sangue por toda parte. Quem poderá vencer, se Deus não encurtar o tempo da prova? O sangue, as lágrimas e as orações dos justos aplacarão a Deus... A Roma pagã desaparecerá. Cairá fogo do céu e consumirá três cidades. O universo inteiro será presa do terror, e muitos se deixarão enganar, por não terem adorado o verdadeiro Cristo, que vivia entre eles. Chegou o momento, o sol escureceu, só a fé viverá.

Eis o tempo, o abismo começa a abrir-se. Eis o rei dos reis das trevas; eis a Besta com seus súditos, dizendo-se salvador do mundo. Elevar-se-á soberbo pelos ares, para dirigir-se ao céu. Mas será asfixiado com o sopro de fogo de São Miguel Arcanjo. Cairá, e a terra, que há três dias estava em contínuas evoluções, abrirá suas entranhas ardentes; e ele será precipitado por toda a eternidade, junto com seus seguidores, nos abismos eternos do inferno. Então a água e o fogo purificarão a terra e farão desaparecer as obras da soberba humana. Far-se-á então a paz, a reconciliação de Deus com os homens.  Cristo será servido, adorado e glorificado; a caridade florescerá em toda parte. Os novos reis serão o braço direito da Igreja, que será forte, humilde, piedosa e imitadora das virtudes de Cristo. O Evangelho será pregado por toda a parte e os homens farão grandes progressos na fé, porque haverá unidade entre os obreiros de Jesus Cristo e porque todos viverão no temor de Deus".


Apóstolos dos últimos tempos

Maria convoca com urgência "os verdadeiros discípulos do Deus Vivo", "os verdadeiros imitadores de Cristo" e sobretudo os "apóstolos dos últimos tempos", para que "saiam e venham iluminar a terra", que sé mostrem ao mundo

"como meus filhos queridos. Estou com vocês e em vocês, desde que a fé seja a luz que os ilumine nestes dias de infortúnio. Que o zelo de vocês os torne como que famintos da glória e da honra de Jesus Cristo. Combatam, filhos da luz..., porque chegou o tempo dos tempos, o fim dos fins".

Ao falar a Melânia nos "apóstolos dos últimos tempos", Maria lhe ditava a Regra que deveria nortear a nova Ordem religiosa.

Para estudar a fundo a mensagem, o bispo de Grenoble, Dom Bruillard, nomeou, já em 1846, duas comissões de cônegos e professores. As conclusões de ambas foram positivas, recebendo, portanto, a aprovação do bispo. Aprovação que foi lida em todas as igrejas da diocese e, a seguir, enviada a Roma, que também à aprovou.

Tudo fazia prever um futuro tranqüilo para essa aparição. Mas não foi o que aconteceu. Apesar de reconhecida pelo bispo competente e pelo Papa. logo viu desencadear-se contra si uma implacável perseguição por parte do episcopado francês.

"Movidos por desvios religiosos de galicanismo ou de liberalismo católico e por ambições e interesses políticos... os bispos pressionaram primeiro os videntes para que lhes revelassem a mensagem ainda secreta; perseguiram e desterraram Melânia e logo se puseram a intrigar em Roma, para impedir que se publicasse o segredo e se redigisse a Regra da Ordem dos Apóstolos dos últimos tempos" (Cámpora).

Que lições!

A guerra começou com Dom Ginouilhac, sucessor de Dom Bruillard na diocese de Grenoble. Para livrar-se da Irmã Melânia, a desterrou para o carmelo de Darlington, na Inglaterra, com ameaça de excomunhão se retomasse à diocese. Em 1860, Melânia voltou, mas teve de exilar-se novamente. Pouco depois, o bispo enlouqueceu e morreu num manicômio.

Sucedeu-lhe Dom Fava que, também inimigo da mensagem, mandou a vidente para Altamura, sul da Itália, onde recebeu a graça dos estigmas e viveu sob a orientação do bispo de Lecce. Morreu em 1904. Passados poucos anos - segundo Cámpora, que estamos resumindo a seguir -, esse bispo foi encontrado morto em seu quarto, no chão, nu, olhos virados e punhos crispados.

Dom Gilbert, bispo de Amiens, disse: "O segredo de La Salette não passa de um tecido de irreligiosidade, mentiras e exageros". Em 16 de agosto de 1889, foi encontrado morto no chão de sua casa e, durante o funeral, o ataúde caiu do catafalco.

Outro famigerado inimigo de La Salette foi o arcebispo de Paris, Dom Darboy, que interrogou pessoalmente Maximino, pressionando-o a revelar a mensagem ainda secreta. Não o tendo conseguido, gritou-lhe: "As palavras da tua bela senhora estão cheias de estupidez, como estúpido deve ser o teu segredo". Ao que o vidente lhe replicou: "É tão certo que vi a. bela Senhora, quanto, em menos de três anos, vossa excelência será fuzilado".

Já em 1865, esse bispo fora admoestado por Pio IX, por causa de desvios galicanos. Em seguida, no Concílio Vaticano I, se alinhou contra o Papa, junto com o tristemente célebre Dom Dupanloup, abandonando o concílio, num protesto silencioso contra a iminente definição da infalibilidade pontifícia.

De volta à França, cai vítima da fúria maçônica da Comuna. A caminho do paredão de fuzilamento, ele protesta, alegando que sempre defendeu a liberdade. Ao que um dos verdugos lhe responde: "Cala esta boca, a tua liberdade não é a nossa!" Tal foi o triste fim do arcebispo de Paris, naquele 24 de maio de 1871.

Concluímos com as palavras da Irmã Melânia, de 1903:

"Os bispos que consideraram que o segredo estava dirigido a eles, foram grandes inimigos desta mensagem de misericórdia, da mesma forma que os sumos sacerdotes que condenaram o Salvador... De fato, eles tinham razão para reagir, pois o segredo apenas refletia suas vidas desviadas".


 

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