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Postado em: 15/03/13 às 12:52:36 por: James
Categoria: Saiba Mais
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Um grupo de alegres crianças foi visitar o Santo Padre Pio XII.

 – Quem é o Papa, perguntou ele? – Todos responderam:

o Papa é o Vigário de Cristo na terra. É a cabeça visível da Igreja. – É o pai de todos os cristãos.

Depois se dirigindo ao menorzinho, perguntou:

- E tu saberias dizer quem é o Papa? – O pequeno sem hesitar responde: Tu és Jesus (1).



A grande mística dominicana Santa Catarina de Sena, dizia que o “Papa é o doce Cristo na terra”.

Seu amor pelo Papa e pela Santa Madre Igreja, se resume nesta frase: “Se morrer, saberei que morro de paixão pela Igreja”.

Escreve o Papa Pio XII: “Nada se pode conceber de mais glorioso, mais nobre, mais honroso do que pertencer à Igreja Santa, Católica, Apostólica e Romana, pela qual nos tornamos membros de um corpo tão santo. Somos dirigidos por um chefe sublime, e somos penetrados por um único Espírito Divino; enfim somos alimentados neste exílio terrestre por uma só doutrina e um só Pão celeste, até que finalmente tornemos parte na única e eterna bem-aventurança celeste” (Pio XII – Mystici Corporis Christi Nº 90 – 29/06/1943). (2).




O Ex-Bispo Grahan Leonard da Igreja Anglicana de Londres revela o motivo de sua conversão ao Catolicismo Romano: “Na Igreja Católica encontra-se a verdade sem subjetivismos”. Diz mais sobre o Papa: “O essencial da primazia petrina não é a honra, mas a jurisdição. E isso porque se trata de defender a verdade, os direitos da verdade. O primado do Papa é essencial para a Igreja, porque é de instituição divina. É essencial também para alcançar a verdadeira unidade entre as igrejas”. (3)


O SIGNIFICADO DA PALAVRA PAPA

O Papa, (do grego, pai), segundo a santa doutrina católica, é o sucessor de São Pedro no governo da Igreja Católica Apostólica Romana e o Vigário de Cristo na terra. Tem autoridade sobre todos os fiéis e sobre toda hierarquia eclesiástica, incluindo a Concilio Ecumênico, e é infalível quando fala “ex cathedra” sobre assuntos de fé e moral.

Há quem defenda a origem da palavra como resultado das iniciais do título de São Pedro:“Petrus Apostolus Princeps Apostolurum (Pedro Apóstolo, Príncipe dos Apóstolos)”.



Bem aventurado és tu Simão Barjonas, porque não foi carne ou sangue quem to revelou, mas meu Pai que esta nos céus. Pois eu também te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e tudo que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mt. 16: 17-19).


O Papa é o sucessor de São Pedro, a pedra sobre a qual Nosso Senhor Jesus Cristo edificou a sua Igreja, o Vigário de Cristo na terra, o “princípio perpétuo e o fundamento visível da unidade na Fé e na Caridade da Igreja” (4).

São Pedro Apóstolo, a quem Jesus Cristo outorgou o primado na Santa Madre Igreja, (João 21, 15-17; Mateus 16, 18-19), estabeleceu sua sede primeiro em Antioquia, depois, durante 25 anos, em Roma pelos anos de 42 d.C, que se tornou então a sede principal do cristianismo. A tradição entre Roma e o papado vem confirmada desde os primórdios da Igreja, os grandes Santos Padres: Santo Inácio de Antioquia (+ 110), São Justino (c. 100-165), São Basílio Magno (329-379), Santo Irineu (140-200), Santo Agostinho (350-430), São João Crisóstomo (c. 354 - 407) e outros imprimiram a sentença: “Ubi Petros, ibi Eclésia, ubi Eclésia ibi Christus – Onde está Pedro está a Igreja, onde está a Igreja está Jesus Cristo”.

A tradição que se refere que São Pedro foi martirizado em Roma, crucificado de cabeça para baixo em 64 ou 67, funda-se nos Fatos de Pedro (apócrifo) e na História Eclesiástica de Eusébio de Cesaréia .

Como sucessor de São Pedro, o Papa é o supremo soberano e mestre dos fiéis, exercendo autoridade suprema e universal. Quando, como chefe supremo da Igreja, define verdade de fé ou moral para a Igreja Universal, tem o dom da infalibilidade. É o supremo legislador e Juiz, promulgando leis para toda a Igreja, ou concedendo dispensas nas leis comuns. Somente ele pode criar e dividir dioceses; transferir e nomear bispos; convocar e dissolver concílios universais.

Concede indulgências do tesouro da Santa Igreja, comina censuras, como a excomunhão, e reserva para si, o poder de levantar determinadas excomunhões.




O PAPA SUCESSOR DE SÃO PEDRO

O que Cristo Senhor, Príncipe dos pastores e Pastor Supremo das ovelhas, instituiu no Bem-Aventurado Apóstolo Pedro, para perpétua salvação e perene bem da Igreja deve, por vontade do próprio Cristo, durar para sempre na Igreja, que fundada sobre a pedra, subsistirá firme até a Consumação dos séculos ( Mateus 7, 25; Lucas 6, 48). Na verdade, ninguém duvida, pelo contrário, é fato conhecido em todos os tempos que o santo e beatíssimo Pedro, Príncipe e Cabeça dos Apóstolos, coluna da Fé e fundamento da Igreja Católica recebeu de Nosso Senhor Jesus Cristo, Salvador e Redentor do gênero humano, as chaves do Reino: Pedro ‘vive’, preside e ‘exerce o poder de julgar, até o presente e para sempre, na pessoa de seus sucessores’ (Concilio de Éfeso), ou seja, nos bispos da Santa Fé Romana, por ele fundada e com seu sangue consagrada” (D-5 3056). (5).


INFALIBILIDADE PAPAL

O dogma da infalibilidade papal ocorreu no Concílio Vaticano I (1869-1870). Em 13 de Julho de 1870, por grande maioria de votos, aprovou a proposição do dogma. Em 18 de Julho de 1870, o Papa Pio IX, homologou a resolução do concílio e anunciou a constituição dogmática em causa. Pio IX foi o Papa do mais longo pontificado, 32 anos.

Nós, seguindo a tradição fielmente recebida desde os primórdios da Fé cristã, para glória de Deus, nosso Salvador; para exaltação da religião católica e salvação dos povos cristãos, com aprovação do sagrado concílio, ensinamos e definimos que é dogma revelado por Deus: Que o Romano Pontífice, quando fala ex cathedra – isto é, quando, cumprindo seu múnus de Pastor e Doutor de todos os cristãos, define, em razão de sua suprema autoridade apostólica, que uma doutrina de Fé ou de Moral deve ser guardada por toda a Igreja – goza, em virtude da Assistência Divina que lhe foi prometida na pessoa Bem-aventurado Pedro, daquela infalibilidade com que o Divino Redentor quis que fosse dotada Sua Igreja ao definir uma doutrina de Fé ou de Moral; e que portanto tais definições do Romano Pontífice são irreformáveis por si mesmas, não pelo consenso da Igreja. Se alguém, pois, tiver ousadia (que Deus não o permita!) de contradizer esta Nossa definição – seja anátema”. (Constituição Dogmática “Pastor Aeternus”, D-S 3073-3075)



O PAPA E O COLÉGIO EPISCOPAL

“O Colégio ou Corpo Episcopal não tem autoridade se nele não se considerar incluído, como chefe, o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e permanecer intacto o poder primacial do Papa sobre todos, quer Pastores quer fiéis. Pois o Romano Pontífice, em virtude do seu cargo de Vigário de Cristo e Pastor de toda a Igreja, tem nela poder pleno, supremo e universal, que pode sempre exercer livremente. Mas a Ordem dos Bispos, que sucede ao Colégio Apostólico no magistério e no governo pastoral, e, mais ainda, na qual o Corpo Apostólico perpetuamente perdura, junto com o seu Chefe, o Romano Pontífice, e nunca sem ele, é também detentora do supremo e pleno poder sobre toda a Igreja, poder este que não pode ser exercido senão com o consentimento do Romano Pontífice. Pois o Senhor colocou apenas Pedro como pedra e guarda-chaves da Igreja (cf. Mateus 16, 18-19; 28, 16-20) e o constituiu Pastor de todo o Seu rebanho (cf. João 21, 15 ss.).

Mas é sabido que o encargo de ligar e desligar, conferido a Pedro (Mateus 16,19), foi também dado ao Colégio dos Apóstolos, unido à sua cabeça (Mateus 18, 18; 28, 16-20). Este colégio, enquanto composto por muitos, exprime a variedade e universalidade do Povo de Deus e, enquanto reunido sob uma só cabeça, revela a unidade do redil de Cristo. Neste colégio, os Bispos respeitando fielmente o primado e chefia da sua cabeça, gozam de poder próprio para o bem dos seus fiéis e de toda a Igreja, corroborando sem cessar o Espírito Santo a sua estrutura orgânica e a sua harmonia ...” (LG, 22). (6).


DE PEDRO O PRIMADO NO NOVO TESTAMENTO

Não resta dúvida de que já nos escritos do Novo testamento o Apóstolo Pedro ocupa lugar de preeminência. É o Apóstolo mais citado: 171 vezes, ao passo que o segundo citado é João, cujo nome ocorre 46 vezes. Mais ainda:


a) Pedro é o primeiro que Jesus chama e envia: Mc 1, 16-20; Mt 4, 15s; Lc 5, 1-11;

b) Na lista dos Apóstolos é sempre o primeiro, ao passo que Judas é o último: Mt 10, 2-4; Mc 3, 16-

19; Lc 6, 14-16 At 1,3.

c) A vocação de Pedro está associada a uma mudança de nome; ver Jo 1,41s; Mc 3, 16,18. Jesus lhe dá o nome de Kephas, Rocha. Na antiguidade o nome exprimia a realidade íntima do respectivo sujeito. No Antigo Testamento Deus mudou o nome de Abrão para Abraão (Gn 17,5) o de Sarai para Sara (Gn 17,16), o de Jacó para Israel (Gn 32,29). De cada vez a mudança implicou uma promessa..., promessa que dizia respeito aos fundamentos do povo de Deus. Ao trocar o nome de Simão pelo de Kephas (Rocha), Jesus quis significar que, no novo povo de Deus, Pedro teria o papel de fundamento sólido como a rocha.

Muito significativo são os textos de Mt 16, 13-19 (a promessa do primado); Lc 22, 31s (a oração de Jesus por Pedro, designado para confirmar seus irmãos na fé) e Jo 21 15-17 (a entrega do primado: “Apascenta...”).


NA TRADIÇÃO ECLESIÁSTICA

A Sé de Roma sempre esteve consciente de que lhe tocava, em relação ao conjunto da Igreja uma tarefa de solicitude, com o direito de intervir onde fosse necessário, para salvaguardar a fé e orientar a disciplina das comunidades. Tratava-se de ajuda, mas também eventualmente, de intervenção jurídica, necessárias para manter a unidade da Igreja. O fundamento dessa função eram os textos do Evangelho que privilegiam Pedro, como também o fato de que Pedro e Paulo haviam consagrado a Sé de Roma com o seu martírio, conferindo a esta autoridade singular

É São Clemente de Roma (c.30 101), o terceiro sucessor de São Pedro na sé romana, que nos fala da perseguição de Nero e do martírio de São Pedro e São Paulo com fatos históricos (Primeira Carta aos Coríntios, 1, 5-6). E Santo Inácio de Antioquia († 110), que de caminho para Roma , assinala numa carta aos romanos o martírio de São Pedro e São Paulo nesta Cidade (Carta aos Romanos 4).

No século II houve, entre Ocidentais e Orientais, divergências quanto à data de celebração da Páscoa. Os cristãos da Ásia Menor queriam seguir o calendário judaico, celebrando-a na noite de 14 para 15 de Nisã (daí serem chamado quatuordecimanos), independentemente do dia da semana, ao passo que os Ocidentais queriam manter o domingo como dia da Ressurreição de Jesus (portanto, o domingo seguinte a 14 de Nisã); o Bispo S. Policarpo de Esmirna foi a Roma defender a causa dos Orientais junto ao Papa Aniceto em 154; quase houve cisão da Igreja. S. Ireneu, Bispo de Lião (Gália) interveio; apaziguando os ânimos. Finalmente o Papa S. Vitor (189 – 198) exigiu que os fiéis da Ásia Menor observassem o calendário pascal da Igreja de Roma, pois esta remontava aos Apóstolos Pedro e Paulo.

Aliás, S. Ireneu († 202 aproximadamente) dizia a respeito de Roma: “Com tal Igreja, por causa da sua peculiar preeminência, deve estar de acordo toda Igreja, porque nela foi conservado o que a partir dos Apóstolos é tradição” (Contra as heresias 3,2).

Muito significava é a profissão de fé dos Bispos Máximo, Urbano e outros do Norte da África que aderiram ao cisma de Novaciano, rigorista, mas posteriormente resolveram voltar à comunhão da Igreja sob o Papa S. Cornélio em 251: “Sabemos que Cornélio é Bispo da Santíssima Igreja Católica, escolhido por Deus todo-poderoso e por Cristo Nosso Senhor. Confessamos o nosso erro... Todavia nosso coração sempre esteve na Igreja; não ignoramos que há só um Deus e Senhor todo-poderoso, também sabemos que Cristo é o Senhor ; há um só Espírito Santo; por isto deve haver um só Bispo à frente da Igreja Católica” (Denzinger –Schönmetzer. Enchiridion 108 [44].

O Papa Estevão I (254-257) foi o primeiro a recorrer a Mt 16,16-19, ao afirmar, contra os teólogos do Norte da África, que não se deve repetir o Batismo ministrado por hereges, pois não são os homens que batizam, mas é Cristo que batiza. (7).

CONCLUSÃO

Há um só Deus, Criador, um só Cristo, Salvador, um só Espírito, Consolador, uma só esperança, o Céu, uma só fé, a sã doutrina, um só batismo, o novo nascimento, uma só Igreja verdadeira, a Católica e um só sucessor de São Pedro, o Papa. Pastor Universal da Igreja: Una, Santa, Católica e Apostólica.

O Papa é a maior força moral da Terra. É o baluarte da ortodoxia. É o piloto que navega a barca de São Pedro com destemida fé. É o exemplo de santidade. Nele contempla-se a paz, justiça, caridade e unidade.

O papa é o ser etéreo da verdadeira religião universal do amor. Como disse São Gregório Magno (540-604): “O verdadeiro pastor das almas é puro em seu pensamento, irrepreensível nas suas obras, sábio no silêncio, útil sempre na palavra. Sabe aproximar-se de todos com verdadeira caridade e entranhas de compaixão” (8).

São Gregório foi o primeiro Papa de ordem religiosa, era beneditino; a si mesmo chamou “servo dos servos de Deus”. Título que desde então se incorporou em definitivo à linguagem papal.

Ao Santo Padre, o Papa, nosso respeito, honra, amor, veneração e a devida obediência ao nosso Pastor Universal.


ORAÇÃO PELO PAPA

“Deus Pastor e guia de todos os fiéis, olhai propício para o vosso servo... que constituístes pastor da vossa Igreja. Concedei-lhe, vos suplicamos a graça de edificar seus súditos com suas palavras e exemplos, a fim de que, com o rebanho que lhe foi confiado, alcance a vida eterna. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.”


Pe. Inácio José do Vale
Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo
Professor de História da Igreja
Faculdade Teológica de Volta Redonda

REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA:

(1) Pe. Frei Ricardo, Capuchinho. O Sábado do Sacerdote, 2ª edição. Porto Alegre: Ed. São Miguel,

1954. p. 67.

(2) Revista Pergunte e Responderemos, Janeiro de 2007. p. 23.

(3) Moura, Jaime Francisco de. Por que estes ex-protestantes se tornaram católicos! São José dos

campos: Com Deus, 2006. p. 143.

(4) Concílio Ecumênico Vaticano I, Constituição Dogmática “Pastor Aeternus” Denz-Schön 3051.

Concílio Ecumênico Vaticano II, Constituição Dogmática “Lumem Gentium” 18.

(5) Constituição Dogmática “Pastor Aeternus” (D-5 3056).

(6) Constituição Dogmática “Lúmen Gentium”, Nº 22. Concílio Ecumênico Vaticano II

(7) Pergunte e Responderemos, março de 2006. p. 110,111.

(8) Palaci, S.J. Carlos. Pisaneschi, Nilo.

Santo Nosso de Cada Dia, Rogai por Nós, Santoral popular, São Paulo:

Loyola, 1999, p. 210.

Aquino, felipe. Porque sou católico, Lorena: Cléofas, 2002.

Aquiles, Pintonello. Os Papas : síntese históricas, curiosidades e pequenos fatos, São Paulo:

Paulinas, 1986.

Fisher – Wollpert, Rudolf. Léxico dos Papas: de Pedro a João Paulo II, Petrópolis, 1991



Fonte: www.rainhamaria.com.br











Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 15/03/13 às 12:52:36 h.


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