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Postado em: 09/03/12 às 19:26:56 por: James
Categoria: Livro Aberto
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Continuação...

O 7º Grande Milagre - Evangelho segundo Maria Valtorta

7º Milagre
Designação: O Evangelho segundo Maria Valtorta
Data: 1944/1951 - 27 anos depois
Local: Viareggio - Luca - Toscana
País: Itália

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INTRODUÇÃO  
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS  
HISTORIAL DO MILAGRE DO EVANGELHO DE MARIA VALTORTA  
RESULTADOS DOS ESTUDOS CIENTÍFICOS  
SABER MAIS SOBRE O MILAGRE DO EVANGELHO DE MARIA VALTORTA  
CONCLUSÕES

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INTRODUÇÃO 

Agora restava a Jesus confirmar a Sua Palavra Salvadora, e para isso, escolhe uma alma vítima, Maria Valtorta, uma doentinha acamada.




Concede-lhe Visões da Sua Vida Terrena, que ela descreve através da escrita, de uma forma pormenorizada e maravilhosa. Esta sua obra, é por assim dizer o 5º Evangelho, muito mais pormenorizado do que os 4 dos Evangelistas da Sagrada Escritura. Como é evidente, não contém nada de novo, doutrinalmente falando. Limita-se a descrever e explicar muito mais profundamente os episódios da Vida de Jesus Cristo, dos Apóstolos e das Santas Mulheres, e daqueles por quem Jesus passou, dos costumes e dos locais daquele tempo. De tal forma faz a narrativa, que logo se vê que não podia ser fruto exclusivo da mente humana, mas necessariamente tinha de ter como base a intervenção Divina, tal como ela o afirma humildemente, lhe ter sido concedido ter Visões dos episódios que ela se limita a narrar. Poder-se-ia dizer que os evangelhos dos 4 Evangelistas são como um álbum de fotografias da vida Pública de Jesus, enquanto que o Evangelho de Maria Valtorta, seria um filme de longa metragem da vida de Jesus.

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CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Esta Obra de Maria Valtorta, escrita em Italiano, consta de 10 Volumes na sua tradução para português. Já foi traduzida para diversas outras línguas, nomeadamente para Inglês, Francês e Espanhol. A tradução para português, infelizmente, apresenta numerosos erros ortográficos e gramaticais, tornando-se por vezes difícil a leitura. Tem 652 capítulos e cerca de 5000 páginas.

Ficam-se a conhecer para cima de uma centena de pessoas que passaram pela Vida de Jesus. Centenas de Milagres foram descritos e muitos mais enunciados sucintamente. Foram descritas muitas dezenas de locais pelos quais Jesus passou nas Suas intermináveis caminhadas pela Palestina, Fenícia (Líbano) e Aera (na actual Síria). Há uma descrição pormenorizada da geografia e costumes da época de Jesus.

Uma vez começada a leitura da Obra, o difícil é não conseguir deixar de a estar sempre a ler. A narrativa é de tal maneira empolgante, que nos apaixonamos por Jesus, e ler a Obra, é estar com Ele, a par e passo. Daí, o ser impossível de parar a leitura.

Fiz um apanhado dos locais por onde Jesus passou e os principais episódios narrados.
Para dar uma ideia do pormenor da narrativa desta Obra, fiz um apanhado dos principais locais por onde Jesus passou, e os quais foram narrados por Maria Valtorta.

Como os nomes das povoações e cidades no tempo de Jesus diferem quase na totalidade dos actuais nomes, peguei num Mapa de Rumsey, e cartografei os locais com os nomes utilizados na narrativa de Maria Valtorta.

Pode ter acesso a este Mapa pormenorizado da Palestina em formato jpg, picando no Mapa Linkado seguinte:


Mapa da Palestina de João Bianchi

 

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HISTORIAL DO MILAGRE DO EVANGELHO DE MARIA VALTORTA 

A escrita desta Obra magnífica, certamente a mais bela obra alguma vez escrita sobre a Terra, passa-se na cama de uma casinha, duma pequena cidade italiana da região da Toscana, Viareggio, na costa Mediterrânica, na província de Luca, na Via Antonio Fratti 257.

Maria Valtorta nasceu a 14 de Março de 1897 e morreu a 12 de Outubro de 1961. A 17 de Março de 1920 foi atacada por um rapaz com uma barra de ferro. Apesar de ter recuperado deste ataque, foi por causa dele que ela veio a ficar imobilizada durante 28 anos, numa cama, a partir de 1934 até à sua morte. Foi durante estes longos anos de sofrimento que o Evangelho de Maria Valtorta foi escrito, entre 1944 e 1951.

À pergunta que Maria Valtorta se colocava a si própria, do porquê ter sido ela a escolhida para tal missão, o próprio Jesus lhe respondeu:

O “Evangelho como ele me foi revelado”, de Maria Valtorta, em 20 de Agosto de 1944
Diz Jesus:

"Quando Eu te dou a conhecer episódios da minha vida pública, nesse momento Eu ouço o coro dos doutores difíceis que dizem: "Mas se este acontecimento não aparece relatado nos Evangelhos, como pode dizer esta mulher: "Eu vi isto". A esses tais respondo com as palavras dos próprios Evangelhos:

«(Mat 4, 23) Jesus andava por toda a Galileia, ensinava nas casas de oração, pregava a Boa Nova do Reino e curava o povo de todas as suas doenças e sofrimentos»
e noutro lado:

«(Mat 11, 4-5) Jesus deu-lhes a resposta: vão contar a João aquilo que vêem e ouvem: Os cegos vêem, os coxos andam, os que têm lepra são curados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e aos pobres é anunciada a Boa Nova».

E também:

«(Mat 11, 20-24) Jesus começou então a censurar as cidades em que tinha realizado a maior parte dos seus milagres, porque os seus habitantes não se tinham arrependido. Dizia Ele; Ai de ti Corazaim, ai de ti ou Betsaida! Se os milagres que em ti se fizeram tivessem sido feitos nas cidades de Tiro e Sidon, Há muitos que os seus cidadãos se tinham arrependido dos seus pecados, vestindo-se de luto e com cinza na cabeça. Por isso vos digo: No dia do Juízo, os habitantes de Tiro e Sidon serão tratados com menos dureza do que vocês. E tu Cafarnaum, querias elevar-te até ao Céu? Pois serás rebaixada até ao Inferno. E se os milagres que em ti se fizeram tivessem sido feitos em Sodoma, essa cidade ainda hoje existiria».

«(Mar 3,7-8) Jesus foi então com os discípulos até ao mar da Galileia e atrás dele ia uma grande multidão. Veio gente da Galileia, da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, da outra banda do rio Jordão e dos arredores das cidades de Tiro e Sidon. Todas essas pessoas foram ter com Jesus, porque tinham ouvido falar dos milagres que Ele fazia».

«(Luc 8,1-3) Jesus ia de terra em terra anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os 12 apóstolos andavam com ele, bem como algumas mulheres que Ele tinha curado de espíritos malignos e de doenças».

E o meu João:

«(Jo 6,1-2) Depois disto, Jesus retirou-se para a outra margem do mar da Galileia, "ou Lago de Tiberíades". Seguia-o uma grande multidão, porque viam os grandes milagres que ele fazia a favor dos doentes».

E João, o predilecto, por ter estado presente em todos os prodígios, de qualquer natureza que fossem e que Eu levei a cabo durante 3 anos, me outorga este ilimitado testemunho:

«(Jo 21,24-25) É este o discípulo que conta tudo isto e que o escreveu e nós sabemos que aquilo que ele diz é verdade.

Há ainda muitas coisas que Jesus fez. Se elas fossem escritas, uma por uma, parece-me que nem no mundo inteiro cabiam os livros que era preciso escrever».

Pois bem: Que dizem agora os doutores dos sofismas?

Se a minha bondade para manter uma alma que me ama, que leva a minha cruz por vós
--- Tirou-ma dos ombros para carregá-la ela, e faz isto porque me ama até o ponto de querer morrer antes que me ver aflito --- se a minha bondade, para vos despertar do sono em que morreis faz com que se conheça episódios do meu ministério: Vós vos atreveis a fazer por isso críticas e recriminações a esta mesma bondade?

Verdadeiramente que não mereceis este dom e este esforço do vosso salvador para vos retirar do miasma em que vos asfixiais. Mas visto que Eu vo-lo dou, aceitai-o e levantai-vos. São notas novas no coro que cantam os meus Evangelhos. Se ao menos servissem para despertar de novo a vossa atenção, que por sua vez está e mantêm-se indiferente ante os episódios já conhecidos dos Evangelhos e que no fim de tudo os ledes tão mal e com o ânimo tão distante deles...!

Não se vos ocorre pensar que ao longo de 3 anos, tivesse Eu feito tão poucos milagres como se narram, houvesse curado tão só às poucas mulheres que aí se nomeiam, e realizado unicamente os poucos prodígios que aí se relatam?

Pois se a sombra de Pedro servia para curar (Act 5,14-15) o que não haveria feito a minha? E o meu alento e o meu olhar? Recordai a mulher com hemorragias:

«(Mat 9,20-22) Se eu ao menos conseguir tocar-lhe na roupa, ficarei curada». E assim foi. Poder milagroso emanava de mim continuamente. Vim para levar a Deus e abrir as comportas do amor, fechadas desde o dia do pecado. Séculos de amor se derramaram em ondas sobre o pequeno mundo da Palestina, todo ele amor de Deus para com o homem, que por fim, podia expandir-se, como Ele desejava, para redimir os homens com o amor antes de que com o sangue.

Me direis por acaso: "Mas porquê a esta que é tão miserável?"

Vos responderei quando esta a que vocês chamais e desprezais, mas que Eu amo, se encontre menos cansada. Vocês mereciam o silêncio igual àquele que eu tive com Herodes
(1Cor 12,22-24).

Mas é minha intenção redimir-vos a vós a quem o orgulho faz os mais difíceis de convencer.

A 21 de Agosto de 1944

Diz Jesus:
"Vou-vos responder com as palavras do apóstolo Paulo:

«(1Cor 12,22-24) Pelo contrário o que parece mais fraco no corpo, é por vezes o mais preciso. No corpo, as partes que nos parecem menos dignas são as que rodeamos de maiores cuidados. As que nos parecem mais vergonhosas, são as que tratamos com maior respeito; pois as outras já não precisam. Mas Deus, dispôs o corpo humano de tal maneira que as partes mais humildes são as que rodeamos de maior cuidados».

Acreditais por acaso que esta "pequena voz" (Maria Valtorta) se tenha por algo de grande? Se lho perguntásseis ela responderia: "Eu sou o membro mais débil e desprezível do Corpo de Cristo". Isto vos responderia com absoluta sinceridade e vós não o acreditaríeis, porque cada um mede com o seu metro. E vós, que não tendes nem humildade nem sinceridade, dizeis: "Eu sou mau". E isto para que os outros respondam: "De nenhuma maneira; mas você é tão bom...!" E pensais isto de vós próprios num grau superlativo --- e se há algum tão sincero que conhecendo um pouco ou o nada bom que vocês são se cala por caridade e ao ser sincero não vos gaba, subis em cólera contra ele e acabais odiando-o, porque não vos gabou --- mas o que vós não podeis acreditar é que esta seja sincera.

Ora bem, Eu, que leio o seu pensamento e que vejo o interior do seu coração, sei muito bem se ela pensa ou não de si própria desta maneira. Nos colóquios havidos entre esta alma e o seu Deus, quantas vezes não hão ressoado as palavras tranquilizadoras deste seu Deus ao dizer ela: "Mas, Senhor, como é possível que me tenhas escolhido a mim que nada valho, que tantas faltas tenho e que ainda continuo faltando"? E quase, quase chega a duvidar de Mim, por lhe parecer impossível que a tenha escolhido para esta missão.

Ela acredita-se débil, debilíssima. Efectivamente, se se a compara com a Perfeição, é mais débil do que um cabelo dum recém-nascido. Ela se tem por vil. E em verdade, se a comparamos com o seu Deus, ela é menos que um verme nascido na lama. Mas ela dispõe de uma só força: Um amor total. No seu dar e dar-se, para nada pensa em si própria e na utilidade que lhe possa vir dos demais. O seu único pensamento é agradar-me e ser-me útil tão só a Mim, chegando por isso a fazer odiosa ao mundo. E, como carne, chega a odiar-se com aquele ódio santo que Eu ensinei dizendo : "Aquele que quiser salvar a sua vida (terrena) a perderá (incluindo a eterna) e quem por amor meu a perca, a encontrará". (Mat 10,39) Ódio Santo de quem chegou a compreender a Palavra! Por este amor que supera as suas fraquezas a escolhi Eu.

Um dia peguei num menino e pu-lo no meio dos meus apóstolos, apresentando-o como exemplo (Mat 18,2-3). Porque o menino ama com todas suas faculdades e não abriga pensamentos de orgulho. Mas isto, quando o menino ainda é pequeno, isto é, um inocente, visto que a semente de satanás dá como primeira espiga a soberba e esta floresce logo que a semente despontou o seu talo da influência materna; e depois da segunda espiga que é do sentido, sendo a terceira a da prepotência, seja com o poder ou com o dinheiro. Mas a primeira é sempre a soberba que brota dos lábios que logo esqueceram a doçura do leite materno. Como inocentes, como inocentes quero os meus discípulos para administrar-lhes as palavras da vida. Que belo era vê-los virem a Mim com as suas mãozitas carregadas de flores e dizerem-me: "Toma", e fugirem rindo para voltarem outra vez com novas flores, num jogo de amor, confiados, sinceros e afectuosos!

Eu quero os inocentes no mundo para santificar o mundo. E visto que a inocência que há e que vive entre vós, já não é capaz de fazer-vos bons --- e deveria fazê-lo, visto que o inocente é um ser do Céu, um ser que imana pureza e paz, que, sem falar, fala de Deus que o fez e impõe respeito à obra de Deus, que implora piedade e amor para a sua infantilidade incontaminada e a sua debilidade instintivamente amada, flôr do vosso próximo como igual é a flor do enfermo e do doente, flor cândida a primeira e vermelhas e violetas as outras duas, flores que deveis amar com predilecção dentro do amor ao próximo a que estais obrigados --- visto que a inocência dos meninos em anos não chega, Eu acredito nos meninos espirituais, esses que com a efusão de uma inocência de que vocês carecem, são humildes, sensíveis, confiantes e sinceros como inocentes que sorrindo dão os seus primeiros passos e sabem, isto sim o querem, que sem a sua Mãe cairiam, e por isso jamais a largam.

Como estes assim esta nunca me deixa. Heis aqui porque a ela e aos que são como ela, membros débeis --- assim vos parece --- membros vis, --- por tal os tendes --- se lhes dá o que não se dá a vós.

No Corpo Místico, estes membros, desprezados pelo mundo dos soberbos, são certamente os que mais fazem. Um dedo não é o cérebro; mas sem dedos o que faríeis, não poderíeis realizar nem os actos mais comuns e humildes da vida. Seríeis como recém-nascidos, entre faixas, que não podem tomar o biberon e extrair dele o alimento se a mãe não o puser entre os lábios. Seríeis incapazes, por doutos e inteligentíssimos que fosseis, de perpetuar sobre o papel os pensamentos da vossa mente.

Assim pois esta é um dedo... A esta minúscula parte dei-lhe a missão de fazer-vos voltar à Luz e dirigir-vos a Ela. Essa Luz que quer voltar a acender-se em vós, frágeis lamparinas debaixo dos vapores do racionalismo ou apagadas por múltiplas causas que vão do desamor, ao dinheiro, deste ao sentido, e do sentido à anti-caridade. Abaixo, de joelhos! Não perante a "pequena voz" mas perante a Palavra que fala. A "pequena voz" repete as suas palavras. Instrumento do seu Deus, adorai ao Senhor que fala. Ao Senhor. A "pequena voz" é anónima.

Eu quero-a oculta para o mundo. Depois será conhecida. Agora é tão só "voz", que leva a minha Voz. A sua honra é o seu martírio, visto que toda a eleição de Deus comporta a crucifixão do ser.
Não vos peço sequer que a ameis, pois para isso Me basto Eu. Mas quero que a deixeis em paz e a trateis com o respeito devido às coisas usadas por Deus." 

--

RESULTADOS DOS ESTUDOS CIENTÍFICOS 

Melhor do que estudos científicos feitos sobre a obra, impossível de ser escrita por uma mulher pouco culta e acamada como o foi Maria Valtorta, é a possibilidade que todos nós temos de ler a Obra, e sermos nós próprios os estudiosos deste Grande Milagre.

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SABER MAIS SOBRE O MILAGRE DO EVANGELHO DE MARIA VALTORTA 

Ler e reler a Obra de Maria Valtorta: “O Evangelho como me foi revelado”. 


CONCLUSÕES 

Jesus não quis deixar o Homem desamparado, na época em que mais se difundiu o relativismo e a ciência pareceu destronar a Fé. Então, para contrariar essa maré avassaladora, dá-Se melhor a conhecer, para que sendo melhor e mais conhecido pelo homem, seja ao homem mais fácil contemplá-lo, amá-lO e servi-lO.

O Papa João Paulo II frisou: «O homem transforma-se naquilo que contempla»!

Assim, através da leitura desta Obra, contemplando a Jesus, torna-se mais fácil para nós nos transformarmos num nada, para Ele poder ser tudo em nós.

 

 


Fonte: http://www.amen-etm.org











Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 09/03/12 às 19:26:56 h.


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