As 7 maravilhas do mundo antigo, as 7 maravilhas do mundo medieval e as 7 maravilhas do mundo moderno - Parte 1 de 3
 
 
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Postado em: 20/06/12 às 14:06:23 por: James
Categoria: Curiosidades
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Pesquisa espacojames: Série de três artigos com as sete maravilhas do mundo antigo, sete maravilhas do mundo medieval e as sete maravilhas do mundo moderno na qual o Brasil entra com o Cristo Redentor.


Se há algo que nos encanta, esse algo é o passado e seu mistério contido em cada ruína, cada pedra, cada poeira. É por isso que não é de duvidar que as Sete Maravilhas do Mundo Antigo sejam motivos de vislumbramentos de milhares de pessoas. Muitas informações nos chegaram meio que “amassadas”, feito um quebra-cabeças e a resposta é o sublime encanto. O que temos são registros, falas de outrem, suposições, mas ninguém sabe ao certo o que foram, como eram e o que aconteceu: tudo é um grande mistério.

O ser humano deixa-se levar pela mágica do oculto. Mergulhar em buscas de respostas pode ser uma longa e infinita viagem…, mas que pode valer a pena.

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo são:

1) A Grande Pirâmide de Gizé
2) Os Jardins Suspensos da Babilônia
3) A Estátua de Zeus em Olímpia
4) O Templo de Ártemis em Éfeso
5) O Mausoléu de Halicarnasso
6) O Colosso de Rodes
7) O Farol de Alexandria

Vale ressaltar que esta lista só foi estabelecida apenas durante o Renascimento, a época em que o passado assume total importância e estudiosos almejam alcançar a origem, a essência das coisas. 

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1) Pirâmide de Quéops ou Gizé

Ao contrário do que muitos pensam é apenas a Pirâmide de Quéops (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo.[1]

A grande pirâmide de Gizé, única antiga maravilha do mundo ainda existente

 

As pirâmides são comumente tratadas como ambientes funerários de grandes faraós. Mas há muitos mistérios na Grande Pirâmide de Gizé… Muitos falam da energia que lá se encontra, do sistema perfeito de ventilação, das inscrições nas paredes, da polegada piramidal e o maior de todos os maravilhamentos: como foram construídas?

A Grande Pirâmide ou Kéolps até o século XIX foi a mais alta construção do mundo! (perdendo apenas para a Torre Eiffel, França). Ou seja, há mais de 4 mil anos, mesmo sem a “tecnologia moderna”, ela ainda se mantém secretamente como o grande monumento de todos e, sem duvida, um dos mais intrigantes também.

Há registros, como o Papiro Real de Turim, que informam que a pirâmide demorou cerca de 23 anos para ser construída, e sabe-se hoje que seu peso total é de 6 milhões de toneladas e a altura corresponde a um edifício de 40 andares.

Uma das entradas da Grande Pirâmide está voltada para o norte, de frente para as estrelas polares, como manda a tradição religiosa do Reino Antigo. Para alguns estudiosos, essa “tradição religiosa” não estaria ligada aos rituais funerários, mas a uma espécie de iniciação, ligada à evolução do ser humano.

Na visão destes, ela é a chave da história do passado e do futuro do mundo. Assim diz um antigo provérbio árabe: “O homem teme o Tempo, mas o Tempo teme as pirâmides”.

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2) Jardins suspensos da Babilônia


Atualmente, a região da Babilônia é o Iraque. O reino da Babilônia ficou conhecido durante o reinado de Hamurabi, que formulou Código de Leis guardado hoje no Museu do Louvre. Uma das leis é “Se alguém enganar a outrem, difamando esta pessoa, e este outrem não puder provar, então aquele que enganou deverá ser condenado à morte”. Já imaginou como seria nos nossos tempos essa lei?

Os Jardins Suspensos da Babilônia são as maravilhas menos conhecidas, já que até hoje encontram-se poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento.

O único que pode ser considerado "suspeito" é um poço fora dos padrões que imagina-se ter sido usado para bombear água. Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores. Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros.

Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera. Capital do império caldeu, a Babilônia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo.


Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia "ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido". Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque.

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3) Estátua de Zeus em Olímpia

Espacojames: Neste artigo, devemos analisar apenas os fatos históricos dos povos antigos, nós cristãos sempre adoramos o único e verdadeiro Deus que é Javé. Cito apenas como material de informação.

Zeus ou Júpiter é quem impera em Olímpia, local de veneração dos gregos. Região também de muitas competições de atletismo

A estátua foi construída por Fídias em V aC, que segundo Cícero – orador romano I AC, tinha visão perfeita para a beleza e conseguiu, portanto, esculpir o próprio "deus".

Zeus foi retratado sentado com 12m de altura com a cabeça quase encostada no teto, dando a impressão de que o templo desmoronaria, caso Zeus se enfurecesse e resolvesse se levantar. Tal arte revela o tamanho da admiração que o povo mantinha por Zeus.

Em 462 dC, a estátua foi destruída devido ao incêndio em Constantinopla (local em que a estátua foi transportada). É comum atribuir o incêndio de Constantinopla á fúria de Zeus.

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4) Templo de Ártemis em Éfeso

Éfeso é a atual Turquia. O templo foi construído em homenagem à "deusa" da caça em 550 aC. Suas 127 colunas eram imperiosas e no templo aconteciam rituais. Foi destruído pelos ostrogodos em 262 dC, restando apenas ruínas.


Ruínas do templo de Artemis em Éfeso, Turquia


O templo de Artemis em Éfeso foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes. Após concluído virou atração turística com visitantes de diversos lugares entregando oferendas, e foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, que acreditava que destruindo o templo de Ártemis teria seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram seu nome, só conhecido graças ao historiador Strabo. Alexandre ofereceu-se para restaurar o templo, mas ele começou a ser reconstruído só em 323 a.C., ano da morte do macedônio. Mesmo assim, em 262 d.C., ele foi novamente destruído, desta vez por um ataque dos godos. Com a conversão dos cidadãos da região e do mundo ao cristianismo, o templo foi perdendo importância e veio abaixo em 401 d.C; e hoje existe apenas um pilar da construção original em suas ruínas.

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5) Mausoléu de Halicarnasso

O mausoléu de Halicarnasso, pintado por Maarten van Heemskerck (1498–1574), baseando-se em descrições


O mausoléu de Halicarnasso foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos — Sátiro e Pítis — e por quatro escultores gregos — Briáxis, Escopas, Leocarés e Timóteo.

Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu é derivada de Mausolo.

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6) Colosso de Rodes


O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua do "deus" grego Hélios colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes. Ela foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos, tendo 30 metros de altura e setenta toneladas de bronze, de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas, que possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto.

Na sua mão direita havia um farol que guiava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguia abraçar o seu polegar. Foi construída para comemorar a retirada das tropas macedônias que tentavam conquistar a ilha, e o material utilizado para sua confecção foram armas abandonadas pelos macedônios no lugar. Apesar de imponente, ficou em pé durante apenas 55 anos, sendo abalada por um terremoto que a jogou no fundo da baía. Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo, onde foi esquecida até a chegada dos árabes, que a venderam como sucata.

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7) Farol de Alexandria

O Farol de Alexandria foi construído a mando de Ptolomeu I no ano 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, "farol"), próxima ao porto de Alexandria, Egito, no alto da qual ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava até 50 km de distância, daí a grande fama e imponência daquele farol. À excepção das pirâmides de Gizé, foi a que mais tempo durou entre as outras maravilhas do mundo, sendo destruída por um terremoto em 1375. Suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite.

Alexandre, o Grande, ao chegar na ilha de Pharos ordenou que fosse construída uma nova cidade, Alexandria.

Foi construído em frente ao porto de Alexandria (cidade que muito alimenta nossa curiosidade com sua fantástica biblioteca), por volta de 297aC.

O fantástico de se saber é que a luz era fornecida por uma enorme fogueira e a “luz” provida da fogueira era refletida através de espelhos colocados em locais específicos.

O farol foi tão importante que foi representado em dracmas, unidade monetária e moeda da Grécia.

Havia três andares: a base, o segundo onde no topo podia se ver tritões soprando suas trompas e no último Zeus Soter segurando um cetro.

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Continua...

 



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Fonte: http://pt.wikipedia.org





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 20/06/12 às 14:06:23 h.


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