Recorde de acesso em:
23/03/2016
é de 7.940
Total Visitas Únicas: 5.418.068 Visitas Únicas Hoje: 1.232
Usuários Online: 271
Sistema de Busca
Documento sem título

Qual a aparição de Nossa Senhora mais importante na História?

Medjugorje

Fátima














Newsletter Espacojames
Receba nossas atualizações diretamente no seu Email - Grátis!
 

Artigos Vassula




Salvar em PDF






Visto: 2493 - Impresso: 99 - Enviado: 22 - Salvo em Word: 85
Postado em: 05/03/10 às 13:47:25 por: James
Categoria: Artigos Vassula
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=150&id=4490
Marcado como: Artigo Simples
Ver todos os artigos desta Categoria: Artigos Vassula

18 de julho de 2009

Em vários encontros casuais, muitas foram as pessoas que me falaram de Vassula Ryden, mística ortodoxa que vive na Suiça, casada, mãe de dois filhos. O contato que com ela haviam tido e a leitura das suas mensagens tinham modificado por completo a sua vida. E estes frutos acabaram por me impressionar também a mim.

Falei deste assunto com Patrick de Laubier, que reside na Suiça, em Genebra. Foi vê-la. Pensou numa semana de retiro para ler os seus escritos e, pouco a pouco, verdadeiramente convencido, trouxe-me a Evry, no dia 26 de agosto de 1989. Interroguei-a longamente e ela respondeu-me de uma forma moderada, coerente e satisfatória.

 

 

1. A ESTREITA VIA DO DISCERNIMENTO

Não tenho suficientes virtudes para fazer juízo sobre as suas comunicações. Procurei apenas fazer perguntas justas e registrar honestamente as respostas, sobre as quais cada um poderá fazer o seu juízo.

Fiz esta investigação, depois de muitas outras, estando verdadeiramente maravilhado e mesmo estupefacto com toda esta multiplicação de aparições, comunicações e carismas extraordinários. Há sete anos, não conhecia eu nenhum vidente, no momento das suas visões; hoje, conheço uma dúzia (Vassula não o é). Com autêntica perspicácia, eu próprio me interrogo: “Que significará esta multiplicação de acontecimentos deste gênero: iluminismo ou efusão de Graça?”. A inteligência eclesiástica é inclinada a pensar que a resposta crítica, isto é, negativa, será sempre a melhor. Mas o discernimento não poderá fundar-se senão nos fatos e o certo é que, neste ponto, tantas vezes os fatos nos surpreendem de um modo positivo.

Evitemos as duas ciladas que ameaçam o discernimento, neste asunto: por um lado, a falta de correspondência à Graça que negue o Espírito; e por outro, um iluminismo que o contradiga e dele faça uma caricatura.

Evitemos o mesquinho secularismo e o excessivo pietismo, que descarrilam em sentido contrário. O importante (muitas vezes ignorado) é o discernimento. Tal deveria ser, por norma, o pão quotidiano de todos os videntes e de todos aqueles que se sentem chamados a partilhar a sua graça.

2. QUEM É VASSULA?

Vassula Ryden, que eu mesmo tenho aqui diante de mim, nasceu no Egito, de pais gregos, no dia 18 de janeiro de 1942. Casou em 1966 com um estudante que se tornou em 1968, funcionário da F.A.O.. A partir desse momento, a própria carreira de seu marido levou-a a viver de um país para outro: 16 anos em África (Serra Leão, Etiópia, Sudão, Moçambique, Lesotho); seguidamente, durante alguns anos em Bangladesh, na Ásia (março de 1984). Uma nova missão de seu marido conduziu-a providencialmente para a Suiça (agosto de 1987), numa posição privilegiada para difundir a sua mensagem.

O seu tipo loiro nórdico, fá-la-ia pensar sueca, aliás como seu marido. Seu pai, embora grego, era loiro. Os seus pais ambos gregos… apesar de residirem no Egito já a duas gerações. De todo o seu ser exala um equilíbrio harmonioso que deriva de uma profunda paz. O comportamento discreto, sem timidez; o perfeito equilíbrio é acompanhado por uma grande convicção interior.

Recebe suas mensagens em inglês, língua de que tem maior domínio, mas fala também o grego, o francês e o sueco, etc.. Durante muito tempo foi uma senhora inteiramente entregue a esferas mundanas: manequim, na capital de Bangladesh; inspirada pintora; rodeada de relações humanas e de sucesso, que agora são, para ela, coisas ultrapassadas. Manteve um porte elegante, que ainda hoje se nota, embora na sua perfeita modéstia. Durante 30 anos (1955-1985) jamais tinha posto os pés na igreja, salvo em compromissos de tipo mundano - casamentos ou funerais.

Todavia, na sua infância, teve dois sonhos que muito a impressionaram:

Aos dez anos, durante o sono, uma chamada de Cristo que, com uma força irresistível, a atraía para Sí.

No ano seguinte, aos onze anos, viu, em sonho, o seu matrimônio espiritual com jesus. nossa Senhora esperava-a, de braços a bertos e tinha-lhe preparado o vestido e o toucado desse casamento. De tal modo ficou impressionada com esse sonho, que falou dele a sua mãe; contudo, a sua vida não se transformou, com tais sonhos.
Hoje, este sonho já esquecido tornou-se vivo e pertinente, a jeito de promessa realizada. Maria Madalena estava presente nas suas núpcias espirituais, assim o lembra Vassula. Mas não era masi que um sonho, esquecido com o andar dos tempos. E assim se havia afastado da prática religiosa, na corrente que desviou do bom caminho tanto católicos do nosso tempo, a seguir ao Concílio. Vassula, desde a sua infância, não tinha entado na igreja mais de uma dezena de vezes.

O teor modesto do seu vestuário, os cabelos loiros a emoldurar-lhe o rosto, como em certos quadros clássicos de Cristo, são um sinal positivo. A sua própria casa é de uma ordem perfeita, como eu mesmo o tenho podido verificar em casas de outros videntes, que unem a oração ao sentido prático, o amor de Deus ao afeto pelos seus entes queridos. Todos quantos tem visitado a sua casa, desde então, confirmam-no à sociedade.

- Mas seu marido, com tem considerado a sua nova vida de oração?
- Aceita-a, mas não participa. O meu filho mais novo, pelo contrário, participa. (Vassula tem dois rapazes, Jan e Fabiano, 18 e 13 anos). O último ajuda-me e defende-me, em caso de dificuldades.
- Ao chegar em Bangladesh, não tinha comunicações espirituais, não era praticante?
- Nem sequer ia à Missa de Natal.

3. O ANJO PURIFICADOR

- E quando começaram essas comunicações de Cristo?
- No decurso da última semana de novembro de 1985; mas não era ainda Cristo.

- Que sucedeu, então, nesse dia?
- Senti no meu corpo, como que uma vibração sobrenatural que me saía das maãos. escrevia uma lista de compras, mas a minha mão tremia e o lápis era o mais forte. Comecei a escrever mensagens espirituais. Era o meu Anjo da guarda.
- E como conseguiu saber que era o seu Anjo da Guarda?
- Porque ele mesmo escreveu (com a minha mão): “Eu sou teu Anjo da Guarda”. Chama-se Daniel e fez-me fazer um desenho que o representa.
- Mas então, quando a senhora escreve, agem os seus próprios músculos!
- Sim; mas, se resisto, essa força não pára. E acontece o mesmo com jesus. Uma vez, comecei a duvidar, dizendo comigo mesma: “Não é possível que me aconteça, estas coisas”. Queria deixar o lápis; mas Jesus, como para me encorajar, tomou mais completamente posse do lápis. E escrevia mais rápido como para dizer-me que não duvidasse.
- Mas, por enquanto, estamos ainda no Anjo…
- O Anjo preparava-me. Era como que uma purificação. Mostrou-me os meus pecados, como se podem ver no Purgatório. Os pecados mais pequenos, que antes me pareciam um nada, via-os agora com outros olhos: imensos; e tudo isso, de tal modo me fazia mal, que me odiava a mim mesma. Como tinha eu podido proceder desse modo? Foi uma grande purificação.

4. SOB O DITADO DE JESUS

- E por quanto tempo durou essa purificação? Dois anos?
- Não: com o Anjo, apenas três meses.
- E, no fim desses três meses, quem se revelou? Nossa Senhora? Cristo?
- Veio Jesus e fez-me esta pergunta: “Qual casa é mais importante: a tua ou a Minha?”
- E via-O, nesse momento?
- Sim, perfeitamente. Posso descrevê-Lo. Disse-Lhe mesmo: “Tendes muitas vezes um ar triste”. E Ele respondeu-me: “Não, não estou triste, quando Me encontro com almas humildes, com aqueles que se imolam, com aqueles que Me amam”.
- Mas parecia sempre triste?
- Faz covinhas, quando sorri.
- Há um ponto nestas mensagens, que representam um problema: Crsito disse-lhe muitas vezes que Ele sofria. Mas, agora que está ressuscitado, ainda sofre?
- O meu diretor espiritual pôs-me esta objecção: “Como pode Jesus sofrer, uma vez que está glorificado?” E Jesus respondeu: “Eu sofro porque estou unido a vós e sinto sofrimento, quando vos tornais rebeldes Comigo”.
- As comunicações de Cristo começaram três meses depois das do Anjo, portanto, em fevereiro de 1986. Como aconteceram?
- Até esse momento, eu tinha um certo acanhamento com Cristo; mas no dia em que Ele mesmo tomou o lugar do Anjo, sem que eu o soubesse, disse-me, no final da mensagem: “É assim mesmo que tu deves ser: íntima Comigo”. E Ele insiste nesta intimidade.
- Procure precisar, mais concretamente.

5. TRANSCENDENTE E FAMILIAR

- No princípio destas comunicações, em Bangladesh, um dia, enquanto Jesus me ditava, inesperadamente pensei: o forno está aceso! E exclamei: “Ah!” - “Que é?”, pergunta-me Jesus. “Creio que queimei qualquer coisa no forno!” - “Então, corramos”. Mas, ao mesmo tempo, Ele manifesta a Sua santidade. Intimidade e santidade.
- E que quer dizer, para si, santidade?
- Adorar a Deus.
- Sim, a santidade no sentido bíblico é a Transcendência. Durante esses ditados, a senhora está em êxtase? Sente-se verdadeiramente separada do mundo exterior, como os videntes de Medjugorje? Não me parece.
- Não: vejo aquilo que me rodeia, mas estou absorvida por Jesus e pela Sua mensagem. É um pouco como quando o senhor escreve à secretária e não pensa em nada daquilo que o rodeia, mas que, apesar disso, está bem presente ao seu olhar.
- Mas a senhora está muito condicionada! Nos videntes de Medjugorje, as aparições estimulam sobretudo a liberdade.
- Ele pediu-Me que não desse um passo sequer sem Lho pedir.
- Mas, então, fica transformada numa espécie de robô? Não é sequer a sua caligrafia, é a de um outro. E, muito embora seja a sua mão, um grafólogo não se atraveria a afirmar que se trate da mesma pessoa.
- Sim; no entanto, Jesus disse-me e mostrou-me claramente que esta caligrafia não é uma caligrafia automática, como algumas pessoas supõem. Um dia, Ele disse-me: “Hoje escreverás a Minha mensagem com a tua própria caligrafia, a fim de que aqueles que ainda não compreenderam bem a Graça que te dou, possam conhecer que te dou também a Graça de ouvir a Minha voz. Hoje, deixa-Me só ditar. Escuta-Me e escreve”.

E, neste momento, Vassula mostra-me o seu caderno, no qual a caligrafia muda, na mensagem seguinte: a sua pequena e conhecida caligrafia começa: “Vassula, os dias já estão contados”.

E esta mensagem de duas páginas termina com estas palavras (sempre com a caligrafia pessoal de Vassula):
- “Isto, para aqueles que pensam que a tua mão seja empurrada por Mim, sem que tu ouças e compreendas aquilo que Eu, Senhor, te inspiro. Agora, continuemos a escrever do modo que mais Me agrada, Minha Vassula”.
E, justamente aqui, reaparece a caligrafia maior.
- “Recebe a Minha Paz, está atenta”.
Não, Vassula não está sob uma dependência mecânica nem robótica. É inspirada e não manipulada; e exprimi-se com perfeita expspontaneidade. É livre, calma e feliz. É mais uma receptividade que uma dependência. Nenhuma imposição, mas um acolhimento de amor. Peço-lhe esclarecimento:
- Mas, nestas mensagens, é a sua mão que se move ou são ditados ao ouvido?
- São ditados ao ouvido!
- Mas a senhora disse que a sua mão é, de certo modo, empurrada.
- Sim, é simultâneo. A princípio, Ele guiava a minha mão sem ditar. Um dia disse-me: “Agradar-Me-ia que aprendesses a ouvir a Minha voz: a voz interior”. E, em seis semanas, aprendi a ouvir a Sua voz. É um ditado, palavra por palavra; e, às vezes, há mesmo palavras que eu não compreendo. Tenho, depois, que procurá-las no dicionário.
- Há também dificuldades compalavras inglesas?
- Sim. Há algumas palavras que eu não conheço. Ás vezes Jesus dita-me o parágrafo completo e tenho de apressar-me a escrevê-lo, antes que o esqueça. Mas se acaso me esqueço de alguma coisa, Ele recorda-me a palavra que tinha saltado. Um dia, convidou-me a confessar-me; eu era contrária à confissão. Desejava, então, fazer desaparecer a frase iniciada, mas Ele bloqueou-me a mão. Era como se o lápis tivesse entrado num buraco. Então, empurrei-o com a outra mão que sentia mais livre e o lápis deu uma volta nas mãos, saltou fora e a mão voltou-se para trás.

A diferença da caligrafia é evidente. Quando Vassula escreve sob ditado, a caligrafia é grande, com letras muito altas. Quando escreve de sua própria iniciativa, para comentar ou precisar, a caligrafia é pequena e conhecida. Por outro lado, Vassula escreve duas vezes: uma primeira vez, muito à pressa; depois, volta a copiar, de uma forma um tanto mais cuidada, eliminando as partes pessoais e privadas. Quando volto a copiar, Ele corrige-me, precisa Vassula.

- Mas, por entre as palavras, a senhora, às vezes, desenha corações, muitos corações.
- Querem significar o Sagrado Coração.
- E também isto é mandado às suas mãos?
- Sim, obedeço. Algumas vezes é um peixe (símbolo de Cristo).
- A senhora, agora mesmo disse: Ele é transcedente e próximo, adorável e íntimo. Como concilia esta familiaridade com a adoração?
- Antes escrevia sentada. Agora escrevo de joelhos, diante de uma mesinha no meu quarto, onde tenho uma dezena de imagens. A princípio, não estava de joelhos; mas quando compreendi verdadeiramente a mensagem, compreendi também a grandeza de Cristo, Ele mesmo me disse: “Vassula, não mereço um pouco mais?” A partir desse momento, ponho-me sempre de joelhos.
- E quanto tempo dura?…
- Quatro ou cinco horas; às vezes, seis: quatro, de manhã e duas, de tarde.
- Então, a senhora não só escreve, mas também reza, pede?
- Sim, conto-Lhe tudo. Disse-me que não devo nunca dar um só passo sem Lhe pedir: “Vem ter Comigo, pede-Me conselho e Eu te darei”.
- Para vir aqui, Pediu-Lhe?
- Sim, pedi-Lhe e Ele respondeu: “Tem confiança. Apoia-te a Mim”.

6. TENTAÇÕES

- Uma vez apareceu-lhe o demônio.
- Sim, tive muitos ataques demoníacos. Chegou ao ponto de me ditar linhas coerentes.
- E a sua mão, move-se?
- Sim, mas Jesus ensinou-me a reconhecê-lo. Quando não é Ele, o outro deixa-me completamente fria. Quando dou conta disso, salta para fora ew desaparece. Um dia, teve o atrevimento de aparecer quando Jesus ditava. Então, Jesus voltou-Se para ele e disse-lhe: “Silêncio!”. E, assim, se calou.
- Por conseguinte, logo que a senhora se dá conta dele, o demônio deixa-a.
- Imediatamente; mas antes insulta-me.
- Que diz ele, por exemplo?
- Os insultos? Cadela, vaca! E outras coisas do mesmo gênero. Isto acontecia-me, sobretudo no ano passado.
- Sofreu apenas insultos ou também ataques, maus tratos?
- Ataques? Uma vez, mesmo de ordem física. Uma noite, sentia-me como uma avezinha presa: uma paguia veio agarrar-me pela cintura, estava sufocada, não podia respirar. Mas gritei pelo nome de Jesus e o outro deixou-me.

7. PARA QUE A PUBLICAÇÃO?

- Mas para que publicar estes cadernos?
- No fim do terceiro ano, Jesus pediu-me que publicasse as Suas mensagens. Em novembro de 1988, insistiu em que se fizesse reuniões de grupos de oração, uma vez por mês.
- Antes, tudo acontecera privadamente?
- Sim, entre mim e Ele, e na presença de 4 ou 5 pessoas.

8. EM FAMÍLIA

- O seu marido mantém-se alheio?
- Sim, é luterano.
- E seus filhos?
- Esses, acreditam e defendem-me, sobretudo o mais pequeno: é como um leãozinho. Se tenho uma discussão, ouve do seu quarto e corre imediatamente para me defender, dizendo: “Mas que acontece aqui?”. Um dia, Jesus disse-me: “Maria é a Mãe de Jesus”. Para mim tratava-se de um conceito novo. Enquanto naquela mesma noite eu ruminava esse pensamento, o meu filho vem ao meu quarto, pelas vinte e uma e trinta, com um livro de Asterix na mão, para me perguntar em inglês: “Mary is the Mother of God, isn’t She?” (Maria é a Mãe de Deus, não é verdade?).
- Mas como pôde ele pensá-lo?
- Não sei. Fiquei impressionada com isso. No dia seguinte, enquanto o levava para a escola, lembrei-lhe: “Ontem a noite vieste ao meu quarto e perguntaste-me isto”. Não se lembrava já disso.
- E não sabia o significado da pergunta?
- Não.
- Estão, está muito ligado a senhora interiormente?
- Sim; nesse dia, Jesus falou por meio dele.
- E que lhe pede Jesus?
- Que eu seja santa. Isto meteu-me medo. Julgava que quisesse dizer: “Vá para o convento, deixa a tua família!”. Fugia-Lhe. Voltei para Lhe dizer: “Quereis que seja franca Convosco?. Respondeu: “Sim”. E, então, eu dizia-Lhe: “Não poderei amar-Vos tal como sou?”. “Certamente. É isso mesmo que Eu quero, porque aquilo que conta é o coração. Mantém-te como és”. Mas acrescentou: “Se o sal é insípido, para que serve? Não é o hábito que conta, mas o coração”.

9. O CULTO DA CRUZ

- Em que consiste a santidade que Jesus espera da senhora?
- Partilhar tudo com Ele, levar a Sua Cruz, cumprir a Sua lei.
- Deu-lhe alguma missão a cumprir?
- Sim.
- E em que consiste?
- Disse-me: “Tu deves escrever, amar-Me e difundir a Minha mensagem. O resto é Comigo”.
- E até quando deve escrever assim?
- Ele disse-me: “Até ao fim dos teus dias. Até ao fim!”. Respondi-Lhe: “Apressai-Vos!”.
- Tem então pressa de deixar este mundo para O alcançar?
- Ah! Sim.
- Não tem medo da morte? De nada?
- Não, mesmo de nada. Ele faz-me saborear um pouco do Paraíso. Que mais desejar?
- Mas nada disto a impede de se sentir algumas vezes cansada, desanimada?
- Sim, passados três anos, eu mesma Lhe disse: “Meu Deus é muito belo receber a Vossa Palavra, mas é muito pesado levá-la sozinha”. Sentia-me muito desanimada e, nessa mesma noite, vi uma grande escada que chegava até ao Céu e, diante de mim, estavam o Padre Pio e Francisco de Assis.
- Estigmatizados?
- Não sei.
- Não os viu estigmatizados?
- Não. O Padre Pio falou-me em italiano. Não compreendia muito bem, a não ser que me dizia que não deixasse mas que continuasse. São Francisco, para me dar coragem, mostrava-me a escada e, no alto, vi os perfis de todos os Santos que me faziam sinal com a mão: “Sobe! Sobe!”
- Que queriam eles dizer?
- Que não devia deixar, que devia continuar sem me deixar desanimar.
- Uma vez, pediu a Cristo para abandonar esta vida, porque desejava retomar uma vida normal.
- Sim, supliquei-Lho. Disse-Lhe: “Não posso mais continuar, deixai-me. Continuarei a amar-Vos com as outras pessoas, mas não posso mais viver deste modo”.
- E, apesar de tudo, a senhora não teme a morte. Então, esta missão é assim tão grave?
- Sim. Mas Jesus abriu o Seu Coração. Eu mesma O vi, ferido de morte. Ele mostrou-me todas as Suas Chagas e começou a ditar-me uma mensagem impressionante: “Eu sou flagelado diariamente…”. E disse para comigo mesma: “Não, eu não devo abandonáLo”. Era quinta-feira, 24 de agosto. Era noite, muito tarde. Estava a escrever uma carta a um padre do Canadá que queria todas as cassetes. Perguntei a Jesus o que poderia ainda acrescentar. E Ele respondeu-me: “Diz-lhe que o abençoo”. Acrescentei isso mesmo e, depois, disse a Jesus: “Agora, podemos descansar, meu Senhor? E Ele: “Descansemos, mas sob a condição de Eu permanecer no Teu Coração e tu no Meu Sagrado Coração”.

10. PRIMEIRAS DIFUSÕES DA MENSAGEM

- Espalhou a mensagem na Grécia?
- Em Rodi, o Renovamento ortodoxo aceitou-a. Ensinei o Rosário e eles aceitaram-no, puseram-no à volta do pescoço.
- Era numa paróquia ou num convento?
- Nem uma coisa nem outra: era um grupo do Renovamento muito aberto. Muitos falam inglês e leem as mensagens.
- A sua missão, nas suas relações com a Igreja, é reconstituir a unidade. Nas Sua mensagens, Jesus muitas vezes faz referência ao Papa João Paulo II como “sucessor de Pedro”. Mas sua Igreja Ortodoxa que pensa disso?
- Apresentei as mensagens ao Metropolita ortodoxo Damaskinos. Prestou-lhe muita atenção e está a estudálas. É possível que as mensagens sobre o Papa não venham a ser do seu agrado, uma vez que elas afirmam o seu primado.
- Primado ou jurisdição? Ortodoxos admitem o primado. A jurisdição, ao contrário, cria dificuldades.
Vassula, não habituada a uma terminologia destas, diz-me:
- O Papa é a base da Igreja. É o sucessor de Pedro. Jesus diz: “Eu o escolhi; todos devem reconhecê-lo”.
E acrescenta:
- Algumas pessoas pediram a Mons. Mamie, bispo católico de friburgo, que indicasse uma igreja onde eu pudesse transmitir as mensagens. Não pôs objeção; mas não deu opinião alguma.

11. RESSURREIÇÃO DA RÚSSIA

- Jesus fala-me também da Rússia. Uma primeira vez no dia 4 de janeiro de 1988, disse-me: “A tua irmã morreu”. E eu vi uma senhora prostrada por terra, desfalecida, macilenta. Era a Rússia. No dia 1 de fevereiro de 1988, mostrou-me novamente: “Eu ressuscitá-la-ei como Lázaro. Pus a mão sobre o seu coração frio”. Uma terceira vez, no dia 11 de março de 1988, disse-me: “A Rússia glorificar-Me-á”.
- Tudo isso se verifica também nas mensagens de Fátima e Medjugorje. Conhece-as? Jesus falou-lhe do Coração Imaculado de Maria, como em Fátima?
- Ele disse-me: “Eu estou te conduzindo para Minha Mãe, para a estância onde Eu mesmo fui concebido”. Não sabia como interpretar estas palavras: referir-Se-ia a Nazaré? Penso, antes, que à interioridade de Maria.
- Sim; os Padres da Igreja e o Concílio dizem: Maria concebeu no Seu Coração, antes de ter concebido no Seu corpo.
- Jesus pediu-me que fizesse o programa para as reuniões, na igreja. Disse-Lhe. “Eu não sei, eu não sei falar, não sei fazer nada”. E Ele respondeu-me: “Não serás tu a fazê-lo, mas Eu; agora mesmo, te dito Eu próprio o programo”. Pediu-me que evangelizasse com amor e pelo Amor.
- Que iniciativas toma nas reuniões? Desenvolve um tema?
- Sim; por exemplo, Ele me dá este programa: “Abençoa-os em Meu Nome”. E, então, eu digo: “Todo este programa é dado por Jesus e abençoo-vos em Seu Nome”:
1. A Minha Paz esteja convosco.
2. Rezai ao Espírito Santo (uma oração que recito todos os dias).
3. Rezai a São Miguel Arcanjo
(a oração que se dizia, noutros tempos, no final da Missa).
4. A leitura da Bíblia.
5. Leitura das mensagens do Sagrado Coração e de Maria.
6. Terminamos com a reza do Rosário e a Benção do Santíssimo Sacramento.
- Mas porque esta multiplicação de aparições, que surpreendem e impressionam?
- Sim, penso que se multipliquem segundo a profecia de Joel: “Os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão; os vossos anciãos terão sonhos e os vossos jovens terão visões” (Jl3,1).
- As suas mensagens insistem no Espírito Santo.
- Sim: acordo de noite e ouço rezar em mim orações. O Espírito Santo reza em nós. É uma coisa física. O Espírito Santo reza em mim as orações da Igreja. Um dia, recitou o Credo.
- A sua experiência é como a de São Paulo: o Espírito Santo grita em nós: “Abba, Pai”… A senhora tem também uma mensagem de cura.
- Sim, a cura espiritual a conversão. Mas algumas pessoas afirmaram-me ter sido curadas fisicamente: uma, de cancro; outra, de sida.
Fala de um modo sóbrio, sem nada mais acrescentar aos fatos, para os quais não dispõe de documentação científica. Fala-me também de perfumes que se expandem e de orações vocais.
- Começo cada dia com três orações: a São Miguel Arcanjo, um ato de reparação ao Sagrado Coração e à Santíssima Virgem. (Recita-as em inglês e mostra-as).
- Há mensagens para os padres?
- Sim, para que sejam menos cépticos. Não se deve extinguir o Espírito. Ele diz: “Se acreditas no Espírito Santo, por que razão O perseguis (perseguindo aqueles que têm carismas)? Por que razão Me quereis mudo? por que motivo quereis um Deus morto?”

12. CONTRADIÇÃO

- Há dificuldades com os padres?
- Um, o Padre S., exorcista na Suiça, a princípio, tinha-me aceitado; depois, mudou completamente de comportamento nos meus confrontos. Ele pensa que terei causado uma certa pertubação no Movimento Sacerdotal Mariano de Don Gobbi, ao qual, apesar de tudo, eu mesma aderi. O meu diretor espiritual, Padre Fannan é, ele próprio, desse movimento em Bangladesh e defende-me.
- Quais são, então, as objeções do Padre S.?
- Nunca me deu pormenores. Uma mística aconselha-o. O demônio, referindo-se a mim, terá dito a essa pessoa: “Consegui!”. (Essa mística mantém-se na sombra, negando-se a revelar a sua identidade).
- As suas mensagens testemunham que o demônio tentou realmente confundí-la. É clássico. Mas a senhora não se deixou enganar. (Parece-me que Vassula tem um bom discernimento).

13. VIDA COTIDIANA

- Ouvindo-a falar, poder-se-ia pensar que a senhora vive num outro mundo. Reza quatro horas de manhã, duas horas a noite; e no tempo que lhe resta?
- Ao meio-dia, como qualquer coisa à pressa. Faço as compras, não para mim, mas também para minha mãe que não está doente, mas tem dificuldade em caminhar. E, então, faço eu as suas compras. Depois, trato de meu filho quando volta da escola.
- Por conseguinte, a senhora está ocupadíssima. Mas que acontece nos dias em que tem de afastar-se, hoje por exemplo, com esta viagem?
- Terei talvez uma mensagem breve, uma página ou duas; mas amanhã terei muitas mais.
- E há dias em que não recebe mensagem alguma?
- Não. Pelo menos, uns três minutos. Não seria capaz de passar sem ela.
- E no regresso, no comboio, pode escrever?
- Não só escrever: posso concentrar-me, para ouvir a Sua voz e conversar com Ele. Vejo-O interiormente. E quando vem o revisor, não me impede de dizer: “Por favor, um bilhete”. Ensinou-me a falar, dizendo “nós”. “Nós saímos”, “Nós vamos tomar um café”. É sempre “nós”. Para quê? Para que eu não O esqueça nunca, mesmo quando subo para o autocarro e peço ao revisor: “Um bilhete!”… para nós. Eu rio-me com isso e digo-Lhe: “Vêdes, paguei um bilhete, pedi-lhe apenas um, mas nós somos dois”. E Ele responde: “Somos um, um só”.
- Unidos ou um?
- Unidos e um.
- Jejua?
- Nas quartas e sextas-feiras, a pão e água.
- Como consequência daquilo que se faz em Medjugorje?
- Perguntei-Lhe se desejava que eu jejuasse, como fazem em Medjugorje; e respondeu-me que sim.
- Mas como procede com a sua família?
- A princípio, não me atrevia; agora, faço-o.
- Em cada refeição, quantos pãezinhos come: um ou dois?
- Dois; e confesso-me uma vez por mês.
- Como se pede em Medjugorje?
- Sim; e Jesus pediu-me também o Rosário.
- Mas, quanto ao jejum, foi a senhora quem perguntou a Ele?
- Sim, perguntei-Lhe: “Quereis que eu jejue?”. E Ele respondeu-me: “Sim, isso agradar-Me-ia”.
- Mas a senhora ensina-o também aos outros?
- Sim, ensino-o.

14. MEDJUGORJE

- E Medjugorje?
- Falou-me de Medjugorje.
- Foi Ele que a mandou ir lá?
- Sim. O meu pai espiritual incitava-me a ir lá; mas eu nao sabia como fazer. Então, eu disse a Nossa Senhora: “Se realmente Vós desejais que eu vá, disponde de tudo, porque eu nem sei por onde começar”. E, numa semana, tudo ficou combinado. Uma amiga telefonou-me, dizendo-me que tinha já tudo organizado… em viagem de autocarro.
- E isso quando foi?
- No ano passado (1988), no dia 25 de junho.
- Então, encontrávamos juntos lá, mas havia uma tal multidão!

15. APARIÇÕES VERDADEIRAS E FALSAS

- Jesus falou-lhe de outras aparições?
- Sim, de Pescara. Disse que foi um truque do demônio, para levar a duvidar também das outras aparições.
- Sim, na Itália, isso provocou um mau efeito. Uma pseudo-vidente anunciou grandes sinais, um ao meio-dia, outro a noite. Havia sido anunciado como sendo o grande milagre de todos os tempos, transferido de Medjugorje para Pescara. Reuniu-se uma multidão de 1000.000 pessoas, por propaganda da imprensa. Mas foi uma desilusão. Por sorte, o bispo já tinha prevenido toda aquela gente; mas, emt odo o caso, isso não foi nada bom para as aparições em geral.
- Denunciou-me também uma profetisa, de nome Gabriela, na Alemanha, de uma seita que se chama “CASA DAS MISSÕES”.
- Creio que lhe terá também falado de Garabandal, favoravelmente…
- Sim.
- E do australiano Piccolo Ciottolo (Little Pebble)?
- Little Pebble escreveu-me duas vezes e enviou-me mensagens. Comecei a lê-las, mas não me sentia nada a vontade. Pedi a Jesus: “dai-me uma resposta, através da Bíblia”. E, abrindo-a, dei com uma passagem que me convidava justamente a evitá-lo.
- A princípio, sem dúvida, era sincero. Tinha recebido uma estranha mensagem de Nossa Senhora: o Cardeal Secretário de Estado, é um adorador do diabo, tornar-se-á anti-papa, e tu, Little Pebble, serás eleito de Deus, último Papa, para o fim do mundo: Pedro II. Tud isto a pertubou?
- E não só isso. Falou mal de Medjugorje: os jovens estão fora da graça de Deus. E disse que também Don Gobbi foi privado da graça. escreveu-me da Austrália e nem sei como conseguiu meu endereço.
- Queria fazer uma associação de videntes, para ficar o seu chefe: uma espécie de para dos videntes.
- Tentei responder-lhe e enviar-lhe as mensagens que desejava; mas, sempre que o desejava fazer, encontava impedimentos. Agora estou certa de que não devia enviar-lhe mesmo nada.

16. REUNIÕES E CONVERSÕES

- E os frutos das suas mensagens?
- Há conversões. Entre outras, um maçom, uma testemunha de Jeová, muitos leigos bastante afastados de Deus.
- Quem frequenta as suas reuniões?
- Pessoas diversas: os novos convertidos, aqueles que apredem a amr a Deus como Ele deseja. Há também padres. Algumas pessoas dizem-me que rezam melhor, depois de ter lido as mensagens.
- E como faz, para os ensinar a conhecer Deus?
- Eu não lhes ensino nada: é a própria mensagem que os ensina. Deus diz: “Como podereis vós amar alguém, se o não conheceis? Vinde a conhecer-Me e amar-Me-eis”.
- Contudo a senhora não é uma espécie de robô.
- Ele dita-me, tranquiliza-me. Eu dou aquilo que Ele me diz, nada mais. Quando não sei o que responder a algumas perguntas, digo: “isso não o sei, não o recebi, não posso responder”. Quando me pedem mensagens particulares, respondo: “Mas as mensagens já as tendes, 2.000 páginas e talvez mais”.
- As reuniões realizam-se todas as semanas?
- Não; uma vez por mês. Começaram os capuchinhos de São Maurício por acolhê-las. Em Vallese, perto de Ecône, a caerca de meia-hora de minha casa. Estas reuniões, agora, realizam-se em toda a Suiça.
- Quantas pessoas participam nessas reuniões mensais?
- Depende: de 150 a 200 pessoas.
- E quanto tempo duram?
- Uma hora e meia.

17. O CISMA

- Recebeu mensagens de Mons. Lefebre?
- Sim, nos meses de julho e agosto passados. Jesus suplicava-lhe que se não separesse. Era verdadeiramente comovedor. Eu tinha já enviado menssagens a Mons. Lefebre.
- Reagiu?
- Não respondeu, mas alguém dos seus veio, como incógnito. Enquanto falava, Jesus siciou-me ao ouvido: “É um sequaz de Lefebre”. E eu, então, perguntei-lhe: “Vem da parte do Mons. Lefebre?” E ele respondeu-me: “Sim, sim”. E disse-lhe: “Crê que a Igreja tenha as suas portas demasiado abertas?”. E ele: “Sim”. Então, eu disse-lhe: “Fiquei sabendo que Jesus abrirá de par em par as próprias janelas”.
- E ele, que lhe respondeu?
- Pôs-se a rir. Não sei por que terá vindo ao meu encontro.

18. DISCERNIMENTO

No final desta conversa informal, será necessário evidenciar algumas coisas. Vassula tudo refere a Jesus. E este diálogo, em nada pertuba a sua vida nem os deveres do seu estado. Tudo se desenrola na paz. Muitas pessoas ficaram agarradas e convertidas e encontraram agora, na oração, a sua união com cristo, uma nova vida. E todod estes sintomas são ótimos sinais e, dentro das limitações do meu inquérito, não os posso considerar negativos.

A sua sinceridade é límpida. A sua união a Cristo, com uma participação profunda (infusa) na Sua Paixão, é autêntica. Os frutos da sua oração são positivos, tanto na sua vida como para as pessoas que dela se aproximam.

A experiência tem-me ensinado que os videntes, mesmo os autênticos, nem sempre são infalíveis. É preciso, pois, usar de prudência e discernimento.
o sentido crítico deve manter-se sempre atento ao ,ínimo pormenor, uma vez que o homem é falível e pecador.

Muitos cristãos não se deixam seduzir por revelações privadas. Para eles, basta o Evangelho ou outras mensagens. Estão no seu direito. De fato, as aparições são de uso livre para a fé.
Outros, pelo contrário, são muito atraídos pelas aparições. Prestam-lhes atenção, acorrem onde haja aparições e comparam, meditam, sentem-se atraídos pelas suas mensagens. Mas a verdade é que há muitas e não se podem seguir todas. seria demasiado pesado, uma espécie de indigestão espiritual.

Alguns leitores pensarão que um diálogo de Vassula, assim tão pessoal, seria de manter reservado e de não publicar. Tentar penetrar nele, não será porventura, uma doentia curiosidade? Quem quer que sentisse este embara~ço, não deveria insistir. Aquele que enfrentasse estas mensagens por simples curiosidade, deveria prestar-lhes uma verdadeira atenção.

Tenhamos presentes os clássicos critérios para julgar as aparições, para eliminar ou evitar desvios: sã doutrina, transparência, frutos, etc.. Mas, ainda no caso de não faltarem os sinais de autenticidade - todos os sinais de autenticidade, fica sempre uma margem dentro da qual cada um poderá apreciar ou avaliar a comunicação ou sentir-se po ela atraído em várias medidas.

Vassula pensa ter recebido a missão de propagar, com as mensagens que recebe, o amor de Cristo. Para alguns, esta via revelou-se-lhes como boa, na medida em que corresponde às suas necessidades; mas ninguém é obrigado a seguir esta via singular. Cada um julgue segundo a inclinação e frutos que dela lhe provenham.

Normalmente o Evangelho e o ensinamento da Igreja são suficientes; mas, no nosso ambiente cultural, em que a fé é tísica ou asfítica, as mensagens proféticas têm a útil função de recriar um contato e uma atmosfera de fácil respiração, tão útil para alguns como um bocado de oxigênio.

A missão recebida por Vassula para a unidade, encontra-se co o movimento ecumênico animado pelo Espírito Santo desde o princípio do nosso século, mas que não tem feito grandes progressos. Possam as mensagens desta ortodoxa estimulá-lo.

Padre René Laurentin
A Verdadeira Vida em Deus - Encontros com Jesus
Volume 1

 

Volume 1

 

 

 














Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 05/03/10 às 13:47:25 h.


Saiba como contribuir com nosso site:

1) O vídeo não abre? O arquivo não baixa? Existe algum erro neste artigo? Clique aqui!   [ Leia + ]

2) - Receba diariamente os artigos do nosso site em seu e-mail. Cadastre-se Aqui! é grátis!
 
3) - Ajude nossos irmãos a crescerem na fé, envie seu artigo, testemunho, foto ou curiosidade. Envie por aqui!

4) - Ajude a manter este site no ar, para fazer doações clique no botão abaixo.




LEIA TAMBÉM









Copyright 2006 - 2015 - www.espacojames.com.br - Todos os Direitos Reservados - Santarém - Pará - Brasil
Desenvolvido por: ESPACOJAMES