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Inferno/ Condenação




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Postado em: 27/03/12 às 20:34:34 por: James
Categoria: Inferno/ Condenação
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Continuação...

Antes de prosseguir, leia a primeira parte no link abaixo:

Artigo N.º 9566 - O dragão ou Satanás é aquele que engana todo o planeta habitado - Parte 1

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Uma representação de Adão e Eva.

 

 


DEMÔNIO X CASAIS

O amor não escapa aos ataques do tempo!

No amor conjugal, o segredo é não lutar contra a idade, mas sim, estar em união com ela, tal é a regra da sabedoria. A infância do amor conjugal. Ao início é, sobretudo, alegria e esperança. O amor é novo e está intacto. Os dois vivem em estado de descoberta permanente. Entretanto, o amor não escapa aos ataques do tempo. Uma primeira crise, a da desilusão, sacode o lar nascente. O demônio da desilusão faz com que a imagem ideal, que um havia construído do outro, comece a desvanecer-se. Para vencer esta crise terão que se aceitar em suas imperfeições. Nessa fase, o matrimônio se constitui realmente.

A juventude do amor. Ao final da fase de adaptação, um mútuo conhecimento impede maiores atritos. O amor se instala. Mas, se a crise da desilusão não foi superada, o tempo precipita a segunda crise, a do silêncio. Se o demônio mudo se apodera dos dois, estes caem em uma espécie de letargia. O casal vive, então, em retrocesso, sem crescer, sem um ritmo seguro, sem dinamismo. Vencer esta segunda crise é indispensável para que o amor sobreviva.

A maturidade do amor. Por volta dos 15 anos de vida conjugal, os esposos adquiriram maturidade. Com uma juventude madura vivem com serenidade. São os anos mais belos da vida conjugal. Já não se fala de felicidade, como quando se é jovem, simplesmente se é feliz. Mas, também pode produzir-se o contrário, se não encontraram o caminho do diálogo e de sua unidade. Uma terceira crise, com freqüência fatal, é a da indiferença. O amor se transformou em hábito, o hábito em rotina, e a rotina, enfim, em indiferença. Vive-se junto ao outro, mas os corações já não estão em contato: o tempo paralisou ou inclusive matou o amor. A vida em comum não é mais que uma aparência que se mantém, seja por obrigação, já que há os filhos, seja por conveniência social.

Com o demônio da indiferença instalado, sempre existe lugar para um novo amor e, por isso, para a infidelidade e a separação.

O “meio-dia” do amor. Entre os 45 e 50 anos, surge um novo perigo. Em ambos é o difícil momento das mudanças físicas e psicológicas. A mulher perde um atributo de sua feminilidade: a fecundidade. O homem vai perdendo um caráter de sua virilidade: o vigor sexual. Mas, antes que se produza esse declive, muitas vezes se dá uma espécie de volta à adolescência.

A essa crise da metade da vida chamamos de: demônio do meio-dia. Se o matrimônio entra nessa etapa minado pela indiferença e pela rotina, o demônio do meio-dia tem grandes possibilidades de triunfar.

O renascimento do amor. Se o casal soube superar essa época turbulenta, entra num período de uma segunda maturidade. É o crepúsculo do amor, o momento em que o matrimônio desfruta da unidade conquistada, de una harmonia, profunda e de uma nova paz. É a hora de uma felicidade serena, sem choques e sem conflitos. O tempo, que não perdoa, oferece então aos cônjuges a inapreciável recompensa do renascimento do amor.

O repouso do amor. Virá, por último, a hora do repouso em que – envelhecidos no amor – ambos só terão reconhecimento um para o outro. Nem sequer a dolorosa perspectiva da morte poderá perturbar a maturidade do amor. Haver-se amado até o final converte a morte num ápice, numa vitória. Diante dos homens, como diante de Deus, não existe um amor mais perfeito que o de dois seres que envelheceram juntos e que deram a mão para vencer as últimas dificuldades, para gozar das últimas claridades do dia.

Perguntas para a reflexão

1. Algum desses demônios me é conhecido?
2. Que posso fazer para enfrentá-los?
3. Como andamos com o diálogo conjugal?

Padre Nicolás Schwizer
Fonte: misericordia.com.br/

 

O IMPORTANTE SENHOR DIABO E A MAGIA DAS UNHAS

Era uma vez um homem que tinha muitos filhos. Tantos, que não sabia a quem convidar para compadre. Quando nasceu o último, falou: “Mulher! Eu vou sair para arranjar um padrinho para o nosso filho. Convido o primeiro que aparecer, nem que seja o diabo.” (Ruth Guimarães, in Os filhos do medo)

O diabo e toda a sua corte de demônios tentadores têm participação excepcional na vida educacional da família sertaneja do Nordeste. O problema assim posto, mais por curiosidade folclórica do que propriamente por discussão pedagógica, revela ângulos divertidos e curiosos que precisam, a vagar, ser esclarecidos, revelados por estudiosos da matéria.

O mais estranho de tudo isso é que a igreja, que detém sob a sua responsabilidade a educação cristã da gente interiorana, através do trabalho missionário, das pregações, levando a palavra do Senhor aos recantos mais distantes ensina exatamente a destruição do Satanás, o combate a este como triunfo alcançado por boas obras que redimem a criatura de pecados cometidos. E por que, indagamos então, prossegue o demônio sendo o personagem mais lembrado nas conversas familiares do sertão, a ponto de sua nomeação ser invocada em quase todos os momentos.

Diabo e Inferno são duas constantes ao redor da pacata existência familiar dos sertões. Desde cedo as crianças adaptam-se às condições de uma educação doméstica, que diríamos “infernal”. Primeiro invocar o cão não causa surpresa a ninguém. E até os padres, principalmente os que descendem em linha direta de famílias sertanejas, sob o peso da influência ancestral, inocentemente o invocam.

Satanás é grito de guerra das crianças. Se levam um tombo, se dão topada, a imprecação preferida, antes de outra qualquer, será está: Diabo!

Os pais se acostumam a referir aos filhos, quando os contrariam, mais ou menos nestes termos: “Aquele diabinho, não tinha o que fazer, foi cegar o fio do machado!” Em outras circunstâncias: “Aquilo não é menino, é o diabo em figura de gente“.

Procurando o filho, muitas vezes, é comum ouvir-se aos pais:

- Ó mulher, onde se escondeu o diabo do Zé?

Diante de repetidas invocações ao tinhoso, criam-se as crianças sujeitas a uma situação estranha, à qual, aos poucos, vão-se acostumando. É difícil entrar na compreensão infantil todo o mal que o diabo pode causar-lhes, mesmo porque é ele um personagem de convivência familiar, braço forte para determinados auxílios e rasteira para desprevenir as criaturas.

O diabo, nesse arcabouço educacional do sertão, não é só o desencaminhador de almas, o anjo expulso pelo Senhor por iniqüidades, mas figura aproximada do herói, espécie de Pedro Malazarte que vence os outros, ou o próprio João Felpudo.

Só mesmo essa conceituação demoníaca poderia permitir a coexistência pacífica de ambos (cão e criança) na vida comunitária rural. E enquanto vai crescendo o rebento da casa, pondo-se taludinho, como se diz entre nós, o rapazinho capitaliza uma série de histórias que se lhe contam a propósito do demônio, homenzinho esquisito que acaba sendo padrinho de meninos, disfarçado em velho, à boca da noite, a transviar as almas inocentes.


O culto ao diabo sofre manipulação de simpatia diária, a ponto de existir um provérbio que corre, com pasmosa freqüência, na voz do povo, a sublinhar exatamente esse estranho conceito: – O diabo não é tão feio como se pinta. Sim, o diabo não pode ser tão indesejável, pois é o ajudante, o secretário da família inteira. É nome argüido à hora dos aperreios, quando alguém necessita de auxílio. Surge nas discussões, nas conversas sérias, nos momentos de deboche Afinal, está em toda parte, ostensivamente perverso ou simplesmente tolerante às vezes.

Em certas ocasiões é somente o bicho, o coisa, o demo, o preto, o sujo, o pé de cabra, o pé de pato, o capiroto, chifrudo, ferrabrás, cujo, futrico, feio, nojento, bruxo, beiçudo, mau, negrão, peitica, condenado, afuleimado, imundo, excomungado, coxo, fute, capenga, maldito, rabudo, etc., etc.

Criado nesse contato com o demônio, a criança sertaneja – e podemos estender o raciocínio à educação inclusive dos centros urbanos mais adiantados – torna-se altamente receptível ao folclore que dele se origina, ajudando a propagá-lo entre amigos, e, posteriormente, na fase adulta, entre os próprios filhos.

O que se não pode negar, em sã consciência, é a importância do demônio, ou em outras palavras, a sua privilegiada posição de formação no caráter infantil. O problema não é só curioso, conforme entendemos, nem servirá simplesmente para subsidiar uma pesquisa de fundo sociológico. Andariam bem intencionados os professores, principalmente os especialistas no assunto que desejassem encontrar nessa distorção da educação doméstica do sertanejo vastíssimo campo para estudos de ordem científica.

O folclore, nessas ocasiões, está sempre presente, o que nos faz lembrar outro tema, o da magia das unhas, que serve até para corrigir criança desmazelada, infensa ao asseio, ao cuidado íntimo.

Menino de unhas compridas e sujas, se foi criado no nordeste brasileiro, por certo há de ter ouvido estas palavras dos lábios de sua genitora: “Daqui a pouco tu vira o João Felpudo, que foi morto pelos caçadores porque pensaram que ele era um bicho”. João Felpudo, conta a estória, era um menino rebelde que nunca consentira em tomar banho, aparar as unhas, pentear ou cortar os cabelos. Vivia dentro do mato, acovilado, focinhando como os porcos, até que um dia foi abatido a tiros por um caçador.

Não herdamos apenas daí, é evidente, o respeito e atenção devotados às unhas. A feitiçaria, através dos tempos, a partir da Idade Média, quando aos olhos dos mais crédulos a medicina pareceu fracassar ao adotar os excretos no tratamento da “botica repugnante”, não esqueceu nessa oportunidade a apara de unhas, terrível substância que toma posição definida na salvação da criatura humana mas no mal que deseja a outrem.

As garras – unhas aguçadas de feras – não compuseram noutras eras o quadro de luta entre os deuses, mas contribuíram para a formação de estranhas meizinhas e amuletos de proclamada força contra os elementos do mal que lhe rondavam os corpos sãos.
Do conceito em que são tidas as unhas, de certo modo é que herdamos uma série de frases amiúde escutadas à boca do homem do campo:

- Agarrou-se com unhas e dentes;
- Aquilo é um sabidão; dá uma unhada e esconde a unha.
- Fulano tem coragem de pegar touro a unha…
- É um besta. Pegou o pião na unha.

Diz-se também a propósito de pessoa sovina, que, no Nordeste, assume o designativo de “rezina”: – é tão miserável que não passa de “unha de fome”…

No terreno das proibições, ninguém pode cortar unha às segundas-feiras. Falam que esse dia é consagrado às almas, quem assim fizer, está em desarmonia com elas, atitude que não desejam tomar os meninos, de modo algum. Na ordem dos feitiços é perigoso ingerir qualquer beberagem na qual tenha-se posto rapa de unha cortada…

- Não há veneno maior. A pessoa morre logo.

A respeito anotamos a expressão:

- Rapa de unha dentro do café, avexa o cristão.

Ruth Guimarães autora de excelente obra, Os filhos do medo, no capítulo intitulado “Princípios de magia pontaminante”, faz referências às unhas: – Na feitiçaria, o sinal dos dentes num miolo de pão, a sombra, as roupas, o cabelo, as unhas, o nome, servem para fazer mal à distância.

Ainda a propósito de não recomendar o corte de unhas em determinados dias, aludo à superstição que “não presta cortar as unhas na Sexta-Feira Santa, porque o demônio levará as aparas para o inferno e terá poder sobre a alma do dono das unhas”. E nos adianta mais: “Na superstição portuguesa (Consiglier, Pedroso)

- não se deve cortar unhas na sexta-feira, porque nesse dia está o diabo cortando as suas também”.

Os tasmânios, que segundo Brewton Berry, ignoravam tudo a respeito de vestimenta, casas, agricultura, criação de animais domésticos, etc., etc., “em se tratando de amuletos e feitiços, não havia nada de primitivo entre eles. Sabiam que os ossos do morto podiam ser usados para curar doenças, satisfazer vinganças contra os inimigos e impedir má influência. Entendiam de magia negra: sabiam que obtendo de um inimigo um fio de cabelo, aparas de unha (o grifo é nosso), ou qualquer outra coisa, poderiam livrar-se dele…”

O sertanejo não é ingênuo a ponto de permitir que outros recolham aparas de suas unhas. Teme sejam estas utilizadas contra a própria vida. Já ouvi narrativas de casos em que homens, descuidados nesse tocante, não se aperceberam que criaturas perversas apoderavam-se das aparas para fabricar filtros ou porções de amor…

O senhor Félix Molina-Tellez (em El mito, la leyenda e el hombre) registra que no interior da Argentina, “las unas del gato soltero son buenas para conquistar el ser querido, disuletas en el mate“, o que nos serve elementos para confirmar que a utilização das aparas de unhas, quer de pessoas ou de animais, está representada no folclore do mundo inteiro.

As crianças do Ceará, amiúde, descobrem os amiguinhos mentirosos pelas pequenas manchas brancas que, por insuficiência orgânica, possivelmente de cálcio, surgem na parte posterior das unhas.

- Vamos ver quem tem mentido mais?
Cada mancha branca expressa uma inverdade. Mais mentiroso será aquele que tiver maior número de sinais sobre as unhas das mãos. Quando o sinal, com o crescimento normal das unhas, vai-se aproximando da área de eliminação pelo corte da tesourinha, dá motivo a comentários:


- A mentira está se sumindo. É sinal de que Deus esqueceu.
- Estou ficando sem “mentiras“.
Mas nunca as crianças ficam sem elas.
(Campos, Eduardo. Contador de musa e viola. p.129-133)


Nomes de demônios

Adramelech – demônio sumeriano.
Ahpuch – demônio maia.
Ahriman – demônio mazdeano.
Amon – Deus egípcio da vida e reprodução, com cabeça de carneiro.
Apollyon – sinônimo grego para Satan, o arquidêmonio.
Asmodeus – demônio hebreu da sensualidade e luxuria, originalmente “criatura do julgamento”.
Astaroth – deusa fenícia da lascívia, equivalente da Ishtar babilônica.
Azazel – (hebreu) instruiu os homens a criarem armas de guerra, introduziu os cosméticos.
Baalberith – senhor canaanita da Convenção, que se tornou mais tarde um demônio.
Balaam – demônio grego da avareza e cobiça.
Baphomet – adorado pelos Templários como símbolo de Satan.
Bast – deusa egípcia do prazer representada pelo gato.
Beelzebuth – (hebreu) senhor das moscas, tomada do simbolismo do escaravelho.
Behemoth – personificação hebraica de Satan na forma de um elefante.
Beherit – nome sírio para Satan.
Bile – deus celta do inferno.
Chemosh – deus nacional de Moabites, mais tarde um demônio.
Cimeries – monta um cavalo negro e rege a África.
Coyote – demônio do índio americano.
Dagon – demônio filisteu vingativo do mar.
Damballa – deusa serpente do Vodu.
Demogorgon – nome grego para demonio, diz-se que não seria conhecido pelos mortais .
Diabolus – (grego) “fluindo para baixo”.
Dracula – nome romeno para demônio.
Emma- O – regente japonês do inferno.
Euronymous – príncipe grego da morte.
Fenriz – filho de Loki, descrito como um lobo.
Gorgo – diminutivo de Demogorgon, nome grego para demônio.
Haborym – sinônimo grego para Satan.
Hecate – deusa grega do mundo subterrâneo e feitiçaria.
Ishtar – deusa babilônica da fertilidade.
Kali – (hindu) filha de Shiva, alta sacerdotisa de Thuggees.
Lilith – demonio feminino hebraico, primeira mulher de Adão que lhe ensinou as cordas.
Loki – demônio teutônico.
Mammon – deus aramaico da riqueza e do lucro.
Mania – deusa etrusca do inferno.
Mantus – deus etrusco do inferno.
Marduk – deus da cidade de Babilônia.
Mastema – sinônimo hebreu para Satan.
Melek Taus – demônio yesidi.
Mephistopheles – (grego) quem evita luz, Faustus.
Metzli – deusa astecas da noite.
Mictian – deus astecas da morte.
Midgard – filho de Loki, descrito como uma serpente.
Milcom – demônio amonita.
Moloch – demônio fenício e canaanita.
Mormo – (grego) rei dos Ghouls, consorte de Hecate.
Naamah – demônio feminino grego da sedução.
Nergal – deus babilônico do Hades.
Nihasa – demônio do índio americano.
Nija – deus polaco do mundo subterrâneo.
O-Yama – nome japonês para Satan.
Pan – deus grego da luxuria, depois relegado ao demonismo.
Pluto – deus grego do mundo subterrâneo.
Proserpine – rainha grega do mundo subterrâneo.
Pwcca – nome galês para Satan.
Rimmon – demônio sírio adorado em Damasco.
Sabazios – demonio frigio, identificado com Dyonisus, adorado como serpente.
Saitan – equivalente enoquiano de Satan.
Sammael – (hebreu) “Veneno de Deus”.
Samnu – demônio da Ásia Central.
Sedit – demônio do índio americano.
Sekhmet – deusa egípcia da vingança.
Set – demonio egipcio.
Shaitan – nome arabe para Satan.
Shiva – o destruidor.
Supay – deus inca do mundo subterrâneo.
T’an-mo – contraparte chinesa para demônio, cobiça, desejo.
Tchort – nome russo para Satan, “Deus Negro”.
Tezcatlipoca – nome astecas do inferno.
Thamuz – deus sumeriano que mais tarde foi relegado ao demonismo.
Thoth – deus egípcio da magia.
Tunrida – demônio feminino escandinavo.
Typhon – personificação grega de Satan.
Yaotzin – deus asteca do inferno.
Yen-lo-Wang – regente chinês do inferno.

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Fonte: http://reporterdecristo.com/o-dragao-ou-satanas-e-aquele-que-engana-todo-o-planeta-habitado-veja-fotos-de-lucifer











Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 27/03/12 às 20:34:34 h.


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