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Marisa Bueloni
Exponho neste espaço uma coletãnea de Artigos e Reflexões sobre diversos temas religiosos que nos dias de hoje se fazem presente, com o objetivo de Levar a palavra de Deus aos irmãos e testemunhar o amor que sentimos por Jesus, Maria e Nossa querida e Santa Igreja Católica.




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Postado em: 24/10/09 às 10:21:51 por: James
Categoria: Marisa Bueloni
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O coração é a casa do amor. É a sede das emoções e dos sentimentos. Ali reside a alma de cada um, se é que a alma tem um lugar específico em nosso corpo físico. A alma é incorpórea e, no entanto, cada um pode ouvi-la gritar e clamar. Nossa alma está lançando aos céus um brado de clamor, tal a insânia e a desgraça dos nossos dias.

         A alma não tem corpo, mas manifesta-se de forma quase palpável quando precisamos dela, quando precisamos dos olhos do espírito para compreender o que se passa em nosso tempo. Somente com esta imaterial visão podemos enxergar onde está o mal, onde estão as trevas exteriores que infestam a Terra, como um cinturão maligno que a rodeia.

         Hoje, cada vez mais, torna-se visível e nítida a linha que separa a luz das trevas. Quem tem olhos veja. Em muitas passagens bíblicas, existe uma referência a um “pequeno resto”. Também aos profetas de hoje o Senhor se refere a ele, afirmando: “Os que Me seguem são um pequeno punhado que cabe na palma da Minha mão”. Sim, um punhado, um pequeno resto, um vermezinho de Jacó que persevera, crendo nas leis de Deus, nos Seus mandamentos, praticando a fé, a esperança e a caridade.

         O mundo se esqueceu de Deus, a humanidade virou suas costas para Ele, baniu-O da sua visão, decretou a Sua morte. Há países onde o crucifixo foi retirado das escolas públicas e repartições administrativas e, lamentavelmente, aqui no Brasil, temos conhecimento também de sacerdotes partidários da idéia de que não deve haver nenhum símbolo religioso, de nenhuma religião, em lugares públicos.

         Se “feliz é a nação que tem o Senhor como Deus”, ai daquela que retira da sua vista a imagem do crucificado. Infeliz é a nação que insiste no laicismo, que expulsa o Senhor das suas instituições e estruturas sociais, da cultura, da história, fazendo desaparecer o Seu santo nome. A cruz é o símbolo maior do amor, um amor que resiste, apesar de tudo, da violência, do medo, da insegurança, da frieza dura como pedra que reina em toda parte, quando se vêem raros gestos de ternura, solidariedade e de misericórdia. Uma mínima cruz na parede nua é um poderoso raio de luz!

Em nossa alma pequenina ouve-se um tímido grito de indignação, porque a alma só sabe gritar baixinho, um apelo feito de plumas e suavidades, sussurros e suspiros. Como será nossa alma? Deve ser levíssima e incolor, deve ser grandiosa e plena, maravilhosa e mansa, silenciosa e delicada, pois só sabe emitir um som quase inaudível, criatura feita não para se indignar e sim para conhecer, amar e servir a Deus.

Quase mudos, queremos lançar aos céus nosso tímido grito de adoração ao Pai Criador, de amor aos sacramentos que aprendemos a amar desde crianças, o amor aos santos e anjos do Senhor, na visão de que estão diante do trono do Altíssimo, em glória eterna. É assim que entendemos a graça divina, tão abundante no mundo, embora o mundo a rejeite. Acolhemos com igual amor a Mãe de Deus, Maria Santíssima, a co-redentora no projeto salvífico. Quantos de seus filhos a ignoram, tratam-na como a uma mulher qualquer, desprezando sua participação na história da redenção. Testemunhamos o movimento do Espírito Santo, belo Pentecostes de amor a inflamar todo o universo.

         E assim, sentimos o peito arder e queimar como fogo, quando vemos as injustiças, as irregularidades, os desmandos, a corrupção, a imoralidade que campeia como praga. Tal ruína não é privilégio do nosso amado país; muitas nações estão mergulhadas no caos político, na luta pelo poder, envolvidas em escândalos e corrupção em todos os níveis.

         Assistimos a uma perda. Uma perda catastrófica. Algo se perdeu em nosso meio, está sendo retirado da nossa convivência o que há de mais importante: o amor a Deus. Aos poucos, tudo se torna “normal”. Acomodamo-nos com a inversão de valores, a chamar ao mal de bem e vice-versa. Não existe mais pecado, a não ser o “pecado social”. Cada consciência faz o que quer com o pecado individual. Por mais que se blasfeme, com a boca ou com o comportamento, ninguém está ofendendo a Deus. E não é mais preciso pedir perdão. Deus é misericordioso e, no último momento, nos perdoará... 

Sim, devemos respeitar o agnosticismo do próximo, mas anunciar Jesus a todos, se cremos na salvação eterna. De fato, o Cristo Redentor não deverá ser retirado do seu lugar na Cidade Maravilhosa, não apenas pelo seu valor artístico e estético, mas porque tem para os brasileiros um significado religioso, de fé e de esperança. O crucifixo poderá ser retirado das salas de aula, para que nossas crianças não saibam quem é Jesus Cristo e porque Ele morreu pregado numa cruz. Faz muito tempo, melhor apagar da memória que o Filho de Deus se fez Homem entre nós e andou na terra, pregou o amor, a paz, a fraternidade e a justiça.

Afinal, o mundo ainda precisa destes valores?


 

Marisa F. Bueloni é formada em pedagogia e orientação educacional.
e-mail: marisabueloni@ig.com.br


 














Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 24/10/09 às 10:21:51 h.


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