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Postado em: 03/05/10 às 11:35:41 por: James
Categoria: Artigos
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Ilda Alves Moreira da Silva

Trecho do livro "O Último Grito de Misericórdia II", que será lançado pela Comunidade do Silêncio nas próximas semanas.

Considera pecador, que brevemente hás de morrer. A sentença já foi proferida. Teu corpo há de converter-se em terra, de que foi formado.

É forçoso deixar este mundo.

Tua alma brevemente entrará pelas portas da eternidade e teu corpo depositado em uma sepultura. A Morte já está com a espada desembainhada e a tua hora se aproxima. Todos acabam sem demora. A Morte não escolhe idade. Morrem velhos, jovens, e crianças. Continuas tu a ignorar teu último fim e nem imaginar que cairás na rede varredoura da Morte, como caem o peixe na rede e o passarinho na arapuca? A mínima causa é bastante para te roubar a vida: tosse sufocante, forte opressão interna, fluxo incontido de sangue, picada ou mordedura venenosa, alta febre, raio, terremoto, acidentes das mais imprevisíveis formas...

Quando menos esperada, a Morte virá. Enquanto estás tecendo a teia de tua vida e planejando melhores dias, segundo a tua vontade, eis que chega a hora de Deus cortar o fio de tua existência terrena e te pedir as contas.

Fui condenado como malfeitor; como ladrão virei sem ser esperado – diria Jesus. Por isto, Ele te aconselha hoje, para que tenhas tempo e ânimo de te preparar e ganhar o prêmio da salvação eterna. Pensa bem nestas verdades, oh pecador, e dize a ti mesmo, reconhecendo tua situação atual: Em breve morrerei, mas não sei quando nem onde. Serei chamado ao tribunal de Deus, mas não estou preparado. Quero salvar-me, mas não tenho usado os meios para isso. Ai de mim! Que seria, se eu morresse neste instante?

Por certo, te condenarias. Portanto, se és prudente e crês em Jesus Cristo, cuida seriamente de modificar, agora, a tua vida, para salvar tua alma que é eterna.

Aprende que agonia significa combate, luta, guerra. Naquele momento decisivo estarás lutando braço a braço com a Morte. Estarás sentindo se despedirem de ti teus parentes, teus amigos, teu esposo ou esposa, teus filhos, todos a chorar e dar o adeus, até o dia do Juízo. Outros nem conseguirão expressar palavra alguma – somente lágrimas, gemidos, luto. O Sacerdote, segundo o ritual da Encomendação, mandando tua alma partir para a eternidade... Acreditas tu que nessas horas de tanta consternação terás condição de te preparares para Deus, de optares por Deus, de ao menos pensares em Deus, tu que viveste anos e anos cooperando com o demônio, descambando para o inferno, descuidado da hora suprema? Ai de ti! Tiveste ocasião de te preparares e mereceres os bens eternos da glória, tiveste tempo – a vida inteira! – para reformar tua vida, e não fizeste caso. Agora, oprimido com as dores e aflições da Morte, agitado com temerosos fantasmas, submergido em mortais agonias, aterrado com o grande número e gravidade dos teus pecados, contando já com o rigor da Justiça Divina e combatido pelos sequazes de Satã terrivelmente interessados em tua perdição...

Que será de ti, pecador? Como poderás então, tratar da tua eterna salvação, se a vida humana, por mais longa que pareça, é sempre desproporcionalmente curta para conseguir negócio tão importante?

Sobre o teu pescoço, a Morte com a espada já desembainhada; debaixo da cama, o inferno já escancarado; ao teu redor, levas de Demônios para te arrastar aos Abismos Infernais... Quem há de te valer então, pecador? Quem irá te acudir e defender dos insaciáveis lobos infernais?

Nesta vida, para que continues pecando, o inimigo, pai da mentira, distorce a verdade: tudo encobre, tudo desculpa. Diz que não há pecado naquela vaidade nem naquele divertimento, não tem importância aquela mentira nem aquele rancor, não há má intenção naquela conversa indecorosa, não existe maldade em cada um seguir suas paixões…

No ponto final da vida, a verdade aparecerá crua e nua. Todo o inferno, na medida em que lhe for permitido, se levantará contra ti, para não pedires a santa Confissão. Dirá um desses inimigos: “? Olha que ainda não morreste, ainda tens muito tempo para te confessares.” Por isto, não cuides agora, nessas coisas, que só te fazem agravar a moléstia. Desta sorte, acabarás morrendo sem confissão!

Outro, para te fazer desesperar, dirá: “? Agora é escusado (desnecessário) confiar em Deus. Ainda há tempo, olha que ainda te salvas.” Mas tu nunca amaste a Deus, nunca o serviste como devias.
As tuas Confissões foram sempre nulas. Tuas Comunhões foram sacrílegas. Nunca tiveste verdadeira emenda. O teu coração esteve sempre voltado para o mundo e não para Deus. Andaste sempre a enganar os confessores: nunca cumpres o que a eles prometes... Que podes esperar de Deus?

Desta sorte, facilmente cairás no desespero: enganado em vida, enganado serás na tremenda hora da morte, hora em que deverás deixar todas as criaturas que tenhas posto no teu coração. O teu espírito abandonará o corpo, o corpo será envolvido numa mortalha, em seguida posto fora de casa, lançado numa sepultura para aí apodrecer: os vermes serão teus companheiros, ossos e caveiras serão a tua cama, a podridão será a tua veste... Abre uma sepultura, pecador, e verás a que está reduzido aquele rico, aquele poderoso, aquela mulher escandalosa... Tudo pó, terra, cinza, nada...

Eis aí onde vêm parar todas as grandezas deste mundo!

Considera mais que a hora da morte é esse momento terrível, donde pende toda a eternidade. O ser humano está para morrer e, por conseguinte, para entrar na eternidade...

Que eternidade me tocará? – perguntará a si próprio o moribundo. Será de eterna glória, de eterna felicidade, ou será de tormentos eternos? Será no céu, ou será no inferno?

Assim será, pecador moribundo: para onde fores destinado, aí ficarás, por toda a eternidade!

Nessa hora, pecador, abrirás os olhos e saberás o que quer dizer inferno, o que quer dizer céu, que coisa é o pecado, que coisa é ofender e desprezar a Deus, que coisa é calar pecados na Confissão, que coisa é não restituir o alheio... Ai de mim! – exclamarás. Mas, será tarde demais: a hora chegou. Daqui a poucos instantes, devo aparecer diante de Deus, para lhe dar conta de toda a minha vida. Que sentença me tocará? Será para o céu, ou será para o inferno? Será para gozar com os anjos, ou para arder com os demônios?

Quem sabe se tenho reparado aquele escândalo, restituído aquela fama ou aqueles bens? Quem sabe se perdoei de coração aquele inimigo? Se confessei bem aquele pecado e se Deus já me terá perdoado?

Então detestarás mil vezes aquele dia em que pecaste, aquele deleite a que te entregaste. Mas, já não haverá tempo de remediar tantos males. Portanto, pecador, se não queres ver-te em semelhantes aflições ou profunda desesperação, cuida já de salvar a tua alma. Para isto, recorre a Maria Santíssima. Ela, tua boa Mãe, te conduzirá.

________

Mensagem de 21/08/2003 inspirada por Nosso Senhor Jesus Cristo à confidente Ilda Moreira.

 



Fonte: http://www.mensagensdemaria.org/artigos_ver.php?
codigo_texto=108





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