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Postado em: 03/05/10 às 10:29:11 por: James
Categoria: Artigos
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"Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais moço, cingias-te e andavas aonde querias. Mas, quando fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres". (Jo 21,18)

As palavras de Jesus supracitadas bem se aplicam à figura de Pedro, ao longo da história da Igreja, nos tempos que antecedem à grande purificação.

Nos últimos dois séculos o mundo vem assistindo com sombria indiferença a enorme onda de escândalos, contradições e apostasia que pesam sobre a Igreja Católica. O consequente abandono da verdadeira fé em Cristo, em Seu Evangelho e na ortodoxia milenar cristã são alguns dos amargos frutos dessa transição. As igrejas estão ficando vazias...

 

Preces de João Paulo II eram tão intensas, que testemunhas o surpreendiam gritando e gemendo solitário diante do altar

 


Na maioria das incontáveis mensagens pelo mundo e em diferentes séculos, Maria Santíssima e Mãe da Igreja vem suplicando preces ao "vigário de Meu Filho", o papa.

No entanto, poucos católicos têm idéia dos sacrificiais esforços dos últimos papas João Paulo II e Bento XVI no sentido de tentarem uma reforma no campo espiritual da Igreja Católica.

João Paulo II, por exemplo, começava seu dia com uma hora e meia de oração, incluída a Missa. Às 15:15 o exaustivo trabalho burocrático de audiências formais, reuniões e exame de estudos e programações era interrompido para uma meditação de 45 minutos.

Testemunhas referem-se ao fervor de suas preces que, de tão intensas, ele gritava e gemia em solidão diante do Santíssimo. Em certas ocasiões o surpreenderam deitado no chão de mármore da capela, de bruços, imóvel como se estivesse morto, os braços abertos em cruz. O mesmo ocorria durante suas viagens ao exterior.

Quantas vezes, depois de massacrantes cronogramas repletos de discursos e reuniões, foi encontrado na capela, de joelhos, por vezes, madrugada adentro, como ocorreu em Porto Alegre, em 1980.

 

Tudo se encaminha para o grande impasse, para o grande cisma

Bento XVI, por sua vez, embora admirado por todas as correntes por sua fina inteligência, tem sido cada vez mais criticado e rejeitado, conforme podemos ler neste artigo originalmente publicado no jornal El Pais.[1]


 

"O tantã dos tambores não para. Depois de seu périplo africano e da polêmica sobre a Aids e os preservativos, afirmar que Joseph Ratzinger é um papa cada vez mais questionado é uma obviedade. Fora da Igreja não param as críticas e os ataques. Na França e na Alemanha as pesquisas entre católicos já registram a palavra "demissão" e governos, cidadãos e ONGs demonstram claramente seu descontentamento. Dentro do Vaticano as coisas estão iguais ou piores. O papa alemão foi eleito pelos cardeais por sua alta inteligência. Mas, como diz o veterano vaticanista e escritor Giancarlo Zizola, "estes primeiros quatro anos de papado sugerem que, por mais que sua inteligência seja finíssima, ela não basta para governar a Igreja".

Conforme estamos avaliando nesse estudo, o artigo prossegue reafirmando que o papa é um prisioneiro da cúria romana, vivendo isolado e desobedecido.

"Ratzinger é um prisioneiro da cúria, vive em uma espécie de Avignon, distante dos episcopados nacionais, sem apoio além do de sua pequena camarilha", explica Zizola, autor do livro "Santità e potere. Dal Concilio a Benedetto XVI. El Vaticano visto dal interno" [Santidade e poder. Do concílio a Bento 16. O Vaticano visto por dentro]. O sacerdote e jornalista Filippo di Giacomo, durante 11 anos missionário no Congo, hoje juiz vicário em Roma, acredita que a crise que vive o Vaticano "reflete uma doença crônica de sete séculos: seu sistema de governo não funciona nem é colegiado".

"A cúria moderna é uma máquina gigantesca, inoperante e inútil. Há 35 cardeais em Roma. Estão divididos em grupos, confrontados, e se dedicam a conspirar e cooptar afins pelos corredores", indica Di Giacomo.

Tudo se encaminha para o grande impasse, para o grande cisma previsto pelas Escrituras e por inúmeros místicos, conforme veremos mais adiante.

 

A civilização moderna submerge sob os ensinamentos da “nova era”, ou “religião planetária”
 

E enquanto a Igreja sucumbe por dentro e por fora, dando a humana impressão de que o plano divino de salvação fracassou, a civilização moderna submerge sob os ditames doutrinais da “nova era”, ou “religião planetária”, que são destilados com toda naturalidade nas massas através da sutil e imediatista promessa de benefícios econômicos, mentais e espirituais para as pessoas. E é bem fácil cair nesse engodo. São vários os formatos utilizados para esse fim:

Saúde holística, utiliza antigas técnicas medicinais comuns às culturas de todos os povos, porém, enxertadas com vasta argumentação pseudo-científica sob o nome de medicina alternativa. Prometem tratar o homem como um todo (holismo). Partem sempre de pontos positivos mas com o emprego das palavras-chave de sempre: harmonia entre macrocosmo e microcosmo, ou seja, o grande deus que é o próprio universo, intercâmbio de energias, chama divina, metais, chás, ervas, plantas, cores, cristais, canalizações, orientalismo, bem-estar físico e espiritual, ativamento de chacras, etc. Enfim, o velho esoterismo de sempre.


Treinamento em estado alfa. Uso de terapia musical, proposta desde Alice Bailey, discípula de Blavatsky, visando meditação, relaxamento espiritual ou esvaziamento da mente. Essas práticas são adotadas por escolas, desde maternais até universidade, fábricas, empresas, cujo objetivo, segundo afirmam, é a aceleração do processo de aprendizagem e produtividade. Através de relaxamento, essas técnicas rebaixam a frequência das ondas cerebrais de 13-55 para 8-12, tornando os indivíduos passivos a assimilarem conceitos sem nenhuma defesa ou senso crítico. Visualizações, mantras, contato com espíritos-guia ou com grandes seres cósmicos (na verdade, os espíritos decaídos inimigos de Cristo), revitalizações por meio de energia cósmica, potencialização do “eu divino” e outras teorias gnósticas e panteístas.

Xamanismo. Processo de cura de doenças através de um xamã, bruxo, feiticeiro, mago ou médium que se afirma “ponte” entre o mundo físico com o mundo dos espíritos. O desvio dessas práticas está em proporcionar um proposital afastamento da presença de Cristo, o verdadeiro médico da alma humama. Justo Ele, a solução definitiva... Mas ao contrário, o xamanismo propõe elevar o homem a um estado de falsa onipotência na tentativa de transformá-lo em seu próprio deus.
Outros clichês que vão sendo impostos como elementos da “religião planetária” e se inculturando em todos os meios e classes sociais são jargões como ecologia, meio-ambiente, diversidade, comportamento politicamente correto, gerenciamento auto-sustentável, e por aí vai...

 
Clichês que vão sendo impostos como elementos da “religião planetária” e se inculturando em todos os meios e classes sociais são jargões como ecologia, meio-ambiente, diversidade, comportamento politicamente correto, gerenciamento auto-sustentável, e por aí vai... 

 

Cultura da morte - um indisfarçável ódio ao homem 

 


Olivo Cesca alerta-nos para o indisfarçável ódio ao homem, tão comum em nossos tempos. Cita o americano David Foreman, um dos cabeças da associação ambientalista Ecologia profunda, não esconde seu desprezo pela raça humana ao afirmar:

 

“A humanidade representa o câncer do mundo vivo... A AIDS não é uma maldição, mas deve ser acolhida como um remédio natural para reduzir a população do planeta”.

Na mesma linha vai o pensamento do ecologista norueguês Arne Naess: “Do ponto de vista ecológico, a AIDS pode ser vista como uma coisa muito boa... A difusão da AIDS favorece a redução da população, e a ecologia só tem a se beneficiar com isto”.

Também para a ecologista Ann Throfy, “a AIDS não é um problema, e sim uma solução necessária... Se ela não existisse, os ambientalistas deveriam inventá-la”.

Mais sinistro ainda é o que sugere Robert MacNamara, ex-presidente do Banco Mundial, um dos caminhos para despovoar o planeta é “fazer aumentar as cifras de mortalidade. Existem naturalmente muitos modos para isto: numa era termonuclear, a guerra pode resolver este problema muito rapidamente e de maneira definitiva, enquanto as carestias e as doenças são soluções ainda antigas”. E referindo-se à AIDS, diz que ela “não passa de uma picada de mosquito em comparação com as dimensões do problema... mesmo pondo juntos a AIDS e as guerras regionais, os mortos mal se contam às centenas, enquanto os nascimentos se contam aos milhares”.

 

“O problema demográfico é mais importante que o da guerra e o da paz... porque o homem vai se espalhando pelo planeta como um câncer”, enfatizou primeiro presidente da Unesco 

 


Não menos sombria é a visão de Julian Huxley, primeiro presidente da UNESCO: “O problema demográfico é mais importante que o da guerra e o da paz... porque o homem vai se espalhando pelo planeta como um câncer”.

Cesca alerta para o fato de que atrás de um humanismo de fachada o que realmente está generalizado no pensamento e atos dos homens de poder é um desprezao pela vida humana. Verifica-se um indisfarçado ódio sem limites ao ser humano, traduzido em programas de genocídio de âmbito mundial.

O maçom italiano Aurélio Peccei, do Clube de Roma escreveu: “com exceção dos insetos, raras são as espécies que se multiplicam de forma tão selvagem e cega como a espécie humana, uma proliferação de que só se pode definir como cancerosa... Os homens continuam vivendo no planeta como vermes num cadáver... E estes velhos que estão de sobra?”

 

"Matar o maior número possível de pessoas, de forma a diminuir a consciência global", confessou Bertrand Russell 

 

 


O festejado aristocrata inglês prêmio Nobel de literatura e influente pensador do século passado, Bertrand Russell, sempre nutriu o desprezo pela vida humana como espinha dorsal do seu pensamento.
Em carta ao amigo Gilbert Murray, primeiro presidente da Sociedade das Nações, lhe fez a seguinte confidência: “A única coisa que sinto fortemente, que vale a pena fazer, seria matar o maior número possível de pessoas, de forma a diminuir a consciência global”.

Outro maçom graduado, o príncipe Filipe, da Inglaterra, também tem um modo bem peculiar quando reflete sobre os problemas do mundo: “Se eu tivesse de renascer, gostaria de ser um vírus letal, a fim de contribuir para solucionar o problema da superpopulação”.[2]

 

Maioria dos movimentos humanistas e filantrópicos da “nova era”, que tem por meta a implantação de uma “consciência global” ou “planetária”, é fruto de uma impostura organizada nas trevas

A esmagadora maioria dos movimentos humanistas e filantrópicos da “nova era”, que tem por meta a implantação de uma “consciência global” ou “planetária”, é fruto de uma impostura organizada nas trevas.

E toda essa impostura é ao mesmo tempo planejada e financiada pelo governo oculto do mundo, que articula na sombra e no segredo, dominando consciências com sua propaganda muito bem elaborada, através do emprego de “fantoches úteis” que exercem muito bem seus talentos ao aderirem e passarem a fazer parte do esquema.

Quem tem olhos para ver identifica nesses e demais fatores do presente estudo os elementos que fatalmente estão compondo, passo a passo, o governo de dominação planetária, que culminará no pseudomessianismo do anticristo.

 

Inquietante cumprimento de antigas profecias 


 
Sobre a implantação desse reino, que precederá a segunda vinda do Messias, chamam nossa atenção as notáveis profecias apocalípticas de vários padres e santos da Igreja. Vejamos algumas delas, bem conhecidas, e observemos que no contexto desse estudo elas se encaixam assustadoramente:

Orígenes (+254):
“O anticristo será um profeta de mentiras; proclamar-se-á Deus e receberá poder para realizar sinais e prodígios, o que levará os homens a adorá-lo... Este será o tempo em que se desprezará a retidão e se odiará a inocência; em que os maus olharão para os bons como inimigos; não haverá mais lei, ordem ou disciplina”.


Santo Hilário (+367):
“O anticristo ensinará que Cristo era um impostor e que não era o verdadeiro Filho de Deus”.

São João Damasceno (+770):
“O anticristo reinará de oceano a oceano. Será um filho ilegítimo, sob o poder de Satanás... Deus permitirá que o demônio tome completa posse dele, desde sua pecaminosa concepção”.


Santa Hildegarda (+1179):
“Reinará por um breve tempo. Não será o próprio Satanás, mas um ser humano parecido com um demônio por sua horropilante atrocidade. Apresentar-se-á como o Messias enviado por Deus, e os judeus o aceitarão como tal. No entanto, tratará de transformar toda a ordem da terra. Desprezará as leis e os princípio religiosos, para atrair o mundo a si. Concederá total liberdade em relação aos Mandamentos de Deus e da Igreja, permitindo que cada um viva ao sabor de suas paixões. Pregará o amor ilícito e destroçará os laços familiares. Sustentará que os pecados e vícios não são pecados nem vícios. Precedendo imediatamente o anticristo, haverá inundações e terremotos”.

Santa Brígida (-1373):
“O tempo do anticristo chegará quando a iniquidade e a impiedade abundarem, quando a injustiça tiver enchido a medida até fazê-la transbordar e quando a maldade tiver chegado a proporções desmedidas. Reinará durante três anos e meio e dominará o mundo inteiro”.


Jeanne Le Royer (+1798):
“A abominação e a desolação extremas se cumprirão plenamente no reinado do anticristo, que durará três anos e meio... quando o tempo dele estiver próximo, uma religião falsa aparecerá, a qual estará contra a unidade de Deus e da sua Igreja. Isto causará o maior cisma que o mundo jamais viu. Ao se aproximar o fim dos tempos, mais se estenderão pela terra as trevas de Satanás, e maior será o número de filhos da corrupção. Terríveis catástrofes sobrevirão e fortes terremotos. Maremotos gigantescos inundarão grande parte da terra culminando em espessas trevas que cobrirão o mundo inteiro”.

Tudo isso seria patético e sem sentido, não fosse o gradativo cumprimento de todas essas coisas diante de nossos olhos.

 

“Antes da vinda do Cristo, a Igreja deve passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes. A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra, porá a nu o ‘mistério da iniquidade’"
 

Todos esses sinistros vaticínios futuros estão em pleno acordo com as antigas profecias e, sobretudo, com as advertências de Jesus e os apóstolos.

Em seu magistério, o Catolicismo da Igreja Católica concorda e explicita claramente o que denomina “mistério da iniquidade”:

“Antes da vinda de Cristo, a Igreja deve passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes. A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra, porá a nu o ‘mistério da iniquidade’, sob a forma de uma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do anticristo, isto é, de um pseudo-messianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias Encarnado”.[3]


Fontes de consulta:

1-   Miguel Mora. Em Roma (Itália). Decisões anacrônicas mostram incapacidade de Ratzinger em guiar o Vaticano. UOL Notícias, internacional http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/03/31/ult581u3137.jhtm

2 -   CESCA, Olivo. op. cit. pp. 16-17.

3 -   Catecismo da Igreja Católica n.º 675. – 2000.

 



Fonte: http://www.mensagensdemaria.org/artigos_ver.php?
codigo_texto=110





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 03/05/10 às 10:29:11 h.


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