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Postado em: 23/12/09 às 19:14:23 por: James
Categoria: Artigos
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Hoje comemoramos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, e junto com ela, comemoramos a jornada mundial pela santificação dos Sacerdotes, como também iniciamos solenemente o Ano Sacerdotal, no qual o Santo Padre fez questão de proclamar São João Maria Vianey, como o patrono de todos os sacerdotes e não mais só dos párocos, e nesta alegria festiva, o Santo Padre expressou aos membros da Congregação para o Clero, que o seu objetivo com este ano em prol da santificação dos sacerdotes é “ajudar a Igreja e o povo fiel, a perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote, e o seu valor”.


O Cardeal Hummes Prefeito da congregação do Clero ressaltou dizendo:  “O motivo fundamental da comemoração do ano sacerdotal, se dá, ao grande valor que o Santo Padre dá aos sacerdotes, dando a eles uma importância especial, e com este ano, deseja dizer o quanto os ama, o quanto os quer ajudar a viver com alegria e com fervor sua vocação e missão, de modo que em todo este ano possamos todos refletir sobre o sacerdócio”.
Durante este ano, o Santo Padre, publicará o “Diretório para os confessores e diretores espirituais”, assim como um apanhado de textos sobre temas essenciais da vida e da missão sacerdotal na época atual.

È uma graça também comemorar hoje nesta solenidade do Sagrado Coração de Jesus a abertura do ano sacerdotal, pois o sacerdócio está totalmente ligado ao coração de Jesus, que é manso e humilde, modelo de doação oblativa que deve estar diante dos olhos do sacerdote.

Refletindo um pouco mais sobre esta unidade que há entre o coração de Jesus e o sacerdócio, podemos refletir que o sacerdócio, nada mais é que um imenso dom de amor, que nasceu do coração de Jesus, que amou a todos, que se doou por todos aqueles que se colocam abaixo da cruz, para serem lavados na água, fonte batismal, e no seu sangue redentor.

O Santo Padre tendo o seu olhar voltado a realidade da Igreja a nível universal, sabe da necessidade que a Igreja possui de ter santo e dedicados pastores, homens de Deus, que possam com autenticidade proclamar a palavra de Deus e vivê-la em sua vida, chamados a serem ‘um outro Cristo’, que é e sempre será o modelo para o exercício do ministério sacerdotal. Mas para isso é necessário que o sacerdote tenha uma vida de união profunda e amizade com Cristo, e a Igreja em sua sabedoria, e em sua força, convoca os seus filhos a orarem, a sustentarem os seus sacerdotes com a oração, com o sacrifício, com o jejum, pois cada de nós, não é apenas um filho da Igreja, mas é membro da Igreja, e sendo membro, faz parte do corpo, no qual a Igreja além de Mãe é por excelência a esposa que reclina a cabeça no coração do amado e lhe pede os favores, e perscruta o seu coração.

Esta iniciativa do nosso amado pastor e custódia da fé, o papa Bento XVI, nos ajuda também a refletir no nosso papel importantíssimo, diria até contemplativo e missionário para a santificação dos nossos sacerdotes, nos estimulando a orar pela santificação do clero, e não a julgar, com os nossos pesos e medidas desequilibrados. Deus quer precisar da nossa oração para salvar as almas, inclusive para salvar as almas dos seus pastores, que a causa desta cultura pós-moderna, relativista, urbana, pluralista, secularizada, laicista, tem contaminado não só a sociedade em geral, mas tem entrado e sujado a pureza da Santa Igreja.

Devemos ser colunas de oração para a Igreja, como São Francisco de Assis, que no sonho do Papa, sustentava toda a Igreja do Latrão que caia em ruínas, devemos seguir o exemplo de tantos santos e santas, que amaram a Igreja, a ponto de doarem a sua vida por ela. Mas poderemos doar a nossa vida pela Igreja, se doamos concretamente o nosso tempo para a santificação da mesma, com a nossa oração de amor.

Somos chamados a orar pela santificação dos sacerdotes, para que eles possam durante este ano, receberem uma nova conversão, para que possam ter os seus corações dilatados e assimilados ao coração de Jesus, correspondendo a vocação que receberam pela imposição das mãos e da oração consacratória, para que possam dizer: “não sou mais eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gal. 2, 20).

No fundo da nossa Igreja de Deus Pai, há o cartaz de abertura do ano sacerdotal, com o Lema: “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”, e este também é um chamado a oração principalmente para nós padres, pois o sacerdote que reza, se torna cada vez mais fiel ao seu ministério, e amará cada vez mais a ‘Igreja hierarquica’, como também a ‘Igreja povo de Deus’.

O Sacerdote então é chamado a seguir o modelo de Cristo, a ser fiel a vontade do Pai, como Cristo o foi, devendo “ser”, a imagem visível do próprio Cristo para os homens, sinal do amor que doa a vida levando à solidariedade autêntica com aqueles que sofrem, com os pobres espirituais e materiais.

O sacerdote chamado por Deus a celebrar os mistérios da salvação, os sacramentos, a Santa Missa, não de qualquer jeito, não como um evento feito em um placo de teatro ou um show, não como alguém que está dando qualquer coisa ao povo, mas deve, viver intensamente cada um destes mistérios, com a oração, para como Cristo, doar-se, se deixar partir, vivendo o seu sacerdócio no escondimento da  noite, como aquele agricultor que sai a semear, e lança a palavra, a qual cresce na terra, cresce no coração do homem, no silêncio da noite, vivendo também a Eucarisita, orando e se entregando por aqueles que participam do banquete e do sacrifício, vivendo a dor do abandono, como Jesus a viveu na Agonia no horto, mas sobre tudo, vivendo a alegria da ressurreição e do encontro com os seus, como viveu com os discípulos a margem lago de Tiberíades, onde eles o reconheceram: ‘É o Senhor!’.

Em muitos de nós sacerdotes, o povo também reconhece a presença do Senhor, e por isso deseja até nos tocar, ser tocados, pois pela fé sabem que são um outro Cristo.

Certa vez eu conversava com o nosso querido Pe. Simeão, reitor desta Igreja de Deus Pai, e ele me dizia: “Se nós padres soubéssemos o bem que fazemos nos encheríamos de orgulho, por este motivo, Deus não permite que todo o bem que fazemos venhamos a saber”. E nesta linha de pensamento o Santo Padre apresentou no dia 16 de Junho, a figura do Santo Cura d’Ars, como modelo do ministério sacerdotal a ser seguido.

“O grande Cura d’Ars consciente de ser, enquanto padre, um dom imenso para o seu povo dizia: "Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina". Falava do sacerdócio como se não conseguisse alcançar plenamente a grandeza do dom e da tarefa confiados a uma criatura humana: "Oh como é grande o padre! (…) Se lhe fosse dado compreender-se a si mesmo, morreria. (…) Deus obedece-lhe: ele pronuncia duas palavras e, à sua voz, Nosso Senhor desce do céu e encerra-se numa pequena hóstia". E, ao explicar aos seus fiéis a importância dos sacramentos, dizia: "Sem o sacramento da Ordem, não teríamos o Senhor. Quem O colocou ali naquele sacrário? O sacerdote. Quem acolheu a vossa alma no primeiro momento do ingresso na vida? O sacerdote. Quem a alimenta para lhe dar a força de realizar a sua peregrinação? O sacerdote. Quem a há-de preparar para comparecer diante de Deus, lavando-a pela última vez no sangue de Jesus Cristo? O sacerdote, sempre o sacerdote. E se esta alma chega a morrer [pelo pecado], quem a ressuscitará, quem lhe restituirá a serenidade e a paz? Ainda o sacerdote. (…) Depois de Deus, o sacerdote é tudo! (…) Ele próprio não se entenderá bem a si mesmo, senão no céu". "Se compreendêssemos bem o que um padre é sobre a terra, morreríamos, não de susto, mas de amor. (…) Sem o padre, a morte e a paixão de Nosso Senhor não teria servido para nada. É o padre que continua a obra da Redenção sobre a terra (…) Que aproveitaria termos uma casa cheia de ouro, senão houvesse ninguém para nos abrir a porta? O padre possui a chave dos tesouros celestes: é ele que abre a porta; é o ecônomo do bom Deus; o administrador dos seus bens (…) Deixai uma paróquia durante vinte anos sem padre, e lá serão adoradas as bestas. (…) O padre não é padre para si mesmo, é para vós".

Sabendo então de tão grande mistério de amor que encerra o sacerdotes, do outro lado, vemos a face negativa do mau testemunho, há muitos escândalos na Igreja, muitos que  prostituem o corpo da Igreja, prostituindo o seu corpo, dão mau exemplo, mas estes não são reflexo da Igreja, embora muitos, são uma pequeníssima porcentagem, usada por satanás, para macular a santidade da Igreja, com o homossexualismo, com a pedofilia, com relações sexuais, e com o desvio do dinheiro do povo. Contudo as suas obras o julgarão, e nós devemos apenas orar, mas não ficar apenas em uma oração sentimental, mas se sabemos algo e temos provas, devemos denunciar até na policia, para que o reino de Deus se construa e se aproxime cada vez mais de nós. 

Irmãos, precisamos de santos sacerdotes, sacerdotes interessados em se doar para a santificação do povo, precisamos de bispos que seja mais pastores que mercenários interessados no dinheiro e na fama, precisamos de pastores que não estejam interessados apenas em aparecer na mídia, dando o mau exemplo para o clero e o povo de Deus com as bobeiras que às vezes dizem, com a falta de comprometimento com a radicalidade evangélica, com a falta de comportamento clerical, precisamos de pastores que tenham a coragem de erguer a voz nas catedrais proclamando profeticamente a boa nova, que automaticamente denuncia o pecado, denunciando o abuso de crianças, denunciando o aborto, denunciando a violência urbana, denunciando a prostituição de crianças, jovens e mulheres, denunciando o tráfico de drogas, denunciando a imoralidade sexual, e as mentiras pregadas na mídia em relação às questões bioéticas referentes à  inseminação artificial, e etc..., não precisamos de pastores que aparecem na televisão dizendo: ‘O nome de Jesus é doce’. Precisamos sim de Pastores que tenham em uma mão o bastão com pregos na ponta, para defender o seu rebanho dos mercenários, dos animais ferozes, e na outra tenham o cajado, para ritmar o passo das ovelhas, e puxar as que estão se extraviando do caminho ou caindo no precipício, por isso devemos rezar, rezar com o coração, rezar com força de Deus, rezar no espírito, rezar com um amor profundo pela igreja, para podermos receber santas e perseverantes vocações, vocações proféticas para os nossos tempos impregnados pela oposição silenciosa ao Papa e ao seu magistério petrino.
 
Diz Jesus no evangelho: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam, pois, ao Senhor da messe que envie trabalhadores para a sua messe!” (Mt 9,37-38).
 
O Santo Padre, no discurso aos sacerdotes de Freising, 14 de setembro de 2006, ressaltou: “Jesus diz:“Rogai ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe!”. Isto significa que: a messe existe, mas Deus quer servir-se dos homens, a fim de que ela seja levada ao celeiro. Deus necessita de homens. Necessita de pessoas que digam: Sim, eu estou disposto a me tornar seu trabalhador na messe, estou disposto a ajudar para que esta messe, que está amadurecendo nos corações dos homens, possa realmente entrar nos celeiros da eternidade e se tornar perene comunhão divina de alegria e de amor.
 
Rogai ao Senhor da messe”! Isto quer dizer também: não podemos simplesmente “produzir” vocações, elas devem vir de Deus. Não podemos, como talvez noutras profissões, por meio de uma propaganda bem visada, através das chamadas estratégias adequadas, simplesmente recrutar pessoas. A chamada, parte primeiramente do coração de Deus, deve sempre encontrar o caminho rumo ao coração do homem. E no entanto, exatamente para que chegue aos corações dos homens, é necessária também a nossa colaboração. Rogar ao senhor da messe significa certamente, antes de mais nada, rezar para isso, sacudir o coração e dizer: “Faça-o por favor! Desperte os homens! Acenda neles o entusiasmo e a alegria pelo Evangelho! Faça-os entender que este é o mais precioso de todos os tesouros e que quem o descobriu deve transmiti-lo!”
 
Nós sacudimos o coração de Deus. Mas o rogar a Deus não se realiza somente mediante palavras de oração; implica também na transformação da palavra em ação, para que o nosso coração rogador lance a faísca da alegria em Deus, da alegria pelo Evangelho, e suscite em outros corações a disponibilidade a dizer um “sim”. Como pessoas de oração, repletas da Sua luz, atingimos os outros e, envolvendo-os na nossa oração, fazemos com que entrem na luz da presença de Deus, que fará então a sua parte. Neste sentido queremos sempre e novamente rogar ao Senhor da messe, sacudir seu coração e tocá-lo com a nossa oração, como também tocar os corações dos homens para que Ele, segundo a sua vontade, faça amadurecer neles o “sim”, a disponibilidade e a constância - através de todas as confusões do tempo, através do calor do dia e também através da escuridão da noite - de perseverar fielmente no serviço, haurindo continuamente dele a consciência de que, embora fadigoso, este esforço é bom, é útil porque conduz ao essencial, ou seja, a fazer com que os homens recebam o que esperam: a luz de Deus e o amor de Deus”.
 
A nossa oração deve então ser de confiança, deve encontrar o coração de Deus, que é amor infinito.
 
Na primeira leitura da missa de hoje, podemos perceber que o  Senhor possui um amor que transcende aquele do homem, e mesmo quando Israel se distanciava de seu amor, para servir outros deuses, o Senhor afirmava: ‘Eu Sou Deus, e não um homem, por isso o meu coração não me permite abandonar o meu Filho Israel’.
 
Na festa da solenidade do Sagrado coração de Jesus, vemos evidenciada a figura do coração de Deus, que demonstra que Ele é um Deus que ama incondicionalmelte a obra de suas mãos, de suas entranhas, por isso este amor de Deus em relação ao homem, na língua hebraica é ‘Hessed’, que significa, um amor incondicional que faz com que Deus veja no homem como a carne de sua carne, fruto de suas entranhas, e ao mesmo tempo é um amor ‘Emet’, amor de aliança, ou seja, embora o homem o negue e o trai, ele permanece sempre fiel, o seu pacto de amor é eterno, Ele o Senhor, não muda de idéia e não volta atrás com o seu amor, embora o homem tente fazê-lo.
 
O amor de Deus por nós foi tão grande, que Ele decidiu concretizá-lo, não só criando o homem, mas possuindo um coração físico em Jesus, um coração humano, capaz de amar divinamente, capaz de ensinar os homens a amar com o seu  amor, e por isso decidiu encarnar-se como o Salvador, encarnou-se para amar, encarnou-se para nos salvar, encarnou em sí todo o amor divino a tal ponto que viveu a paixão estrema de amor por nós, e este amor, foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo, ou seja a nós foi dado não só a capacidade de sentir este amor, mas de responder a este amor, amando, por isto eis a necessidade de meditarmos cada vez mais na dor, na paixão e morte de Jesus, para aprendermos a amar e corresponder a este amor.
 
No evangelho de hoje, escutamos que do coração de Jesus traspassado na cruz, verteu sangue e água para a nossa salvação, coração este que é desprezado e maltratado; basta olhar a história, no dia 16 de junho de 1675, durante a adoração ao Santíssimo Sacramento, Nosso Senhor apareceu a Santa Margarida Maria Alcoque, e descobrindo seu Coração, disse-lhe:  “Eis o coração que tanto tem amado os homens e  em recompensa não recebe, da maior parte deles, senão ingratidões pelas irreverências e  sacrilégios, friezas e  desprezos que tem por Mim neste Sacramento de Amor”. É triste perceber que este coração ainda hoje é mal tratado e desprezado, primeiramente pelos que são mais íntimos do Senhor, os seus ministros.
 
Contudo, lemos em Oséias: Israel, ‘desde pequeno eu já te amava’, e as estas palavras, podemos ajuntar também as palavras do Senhor ao profeta Isaias: “Eis que teu nome está gravado nas palmas de minhas mãos!”. O amor do Senhor por nós, foi tão grande que Ele fez questão de deixá-lo gravado em eterno no seu coração e nas suas mãos, o nosso nome está gravado mesmo! Por amor Deus deixou-se crucificar, por amor, deixou que os pregos transpassassem a sua carne, as suas mãos e pés, por amor a lança feriu o seu lado, e como disse também o profeta “e nas suas chagas fomos curados”. Isto tudo para dizer que a palavra chagas na língua grega, significa “typos”, que significa ‘impressão’, palavra esta que mais tarde com o desenvolvimento da comunicação em massa com as gráficas, derivou a palavra “tipografia”, que significa “impressão da escrita”. Quero dizer com isto que Jesus, por meio de suas chagas, gravou o nosso nome em suas mãos, dando a sua vida por amor a nós, que o traímos e o negamos com o nosso pecado continuamente.
 
Irmãos, devemos orar muito pelos nossos sacerdotes, coma convicção que a oração toca o coração de Deus, um exemplo disto á a serva de Deus Louise Marguerite Claret de la Touche, que foi preparado pelo próprio Jesus que lhe apareceu, e a chamou para o apostolado de renovação do sacerdócio. Ela contou que aos 5 de junho de 1902, durante uma adoração, aparecera-lhe o Senhor e a instruiu para este apostolado, diz ela:
 
“Eu o havia rogado para que Ele me desse algumas almas das noviças do Mosteiro, que eu pudesse plasmar para Ele. Ele respondeu-me: ‘Dar-te-ei almas de homens’. Fiquei em silêncio pois não compreendi suas palavras. Jesus acrescentou: ‘Dar-te-ei almas de sacerdotes. Ainda mais surpreendida por estas palavras, perguntei: ‘Meu Jesus, como o farás?’. Ele então me expôs a obra que estava preparando e que devia aquecer o mundo com o amor. Jesus continuou a explicar o seu plano e portanto quis dirigir-se aos sacerdotes: ‘Como a 1900 anos atrás eu pude renovar o mundo com doze homens – eles eram sacerdotes – hoje também eu poderia renovar o mundo com doze sacerdotes, mas deverão ser sacerdotes santos.” O Senhor mostrou então para Louise Marguerite a obra em sua plenitude de santidade, e ela escreveu. “Se o sacerdote quer realizar a sua missão e proclamar a misericórdia de Deus, deveria em primeiro lugar, ele mesmo ser invadido pelo Coração de Jesus e deveria ser iluminado pelo amor de Seu Espírito. Os sacerdotes deveriam cultivar a união entre si, ser um coração e uma alma e nunca ser obstáculo uns para os outros, mas pelo contrário, deveriam ser instrumentos de amor, de colaboração no ministério, uns para os outros, para possibilitar cada vez mais a fecundidade e a amplitude de alcance de seus trabalhos apostólicos”.
 
Termino esta homilia fazendo asceno a uma doutora da Igreja, Santa Teresa do Menino Jesus, mais conhecida como Santa Teresinha, que descobriu a sua verdadeira vocação dentro da Igreja, diz ela; “Comprendi que a Igreja tem um corpo formado de vários membros e neste corpo não pode faltar o membro necessário e o mais nobre: entendi que a Igreja tem um coração e este coração está inflamado de amor. Compreendi que os membros da Igreja são impelidos a agir por um único amor, de forma que, extinto este, não mais derramariam o sangue. Percebi e reconheci que o amor encerra em si todas as vocações, que o amor é tudo, abraça a todos os tempos e lugares, numa palavra, o amor é aterno. Então, delirante de alegria, exclamei: Ò Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará”. E após este experiência de amor, Santa Teresinha consagrou toda a sua oração pela santificação dos sacerdotes, e viveu todas as contrariedades e sofrimentos, consagrando tudo aos missionários.
 
Que nós sacerdotes, irmãs consagradas e irmãos leigos, e vós povo aqui presente na Igreja de Deus Pai, possamos neste ano sacerdotal orar com amor, sendo testemunhas do amor de Cristo Jesus. Que nossa oração possa ser o sangue que jorra no corpo da Igreja, bombeados pelo coração de Nosso Senhor. Amém!
 
 "Que o Senhor vos abençoe: "Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" Amém!



Unidos em oração com Maria
PERMANECEI NA PAZ E CAMINHAI SEMPRE NELA!
UM FRATERNO ABRAÇO!!!!!!
PANIE JEZU UFAM TOBIE!!!
Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus
www.mosteiroreginapacis.org.br
http://rainhadapaz.blog.terra.com.br/
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