Eu tenho ciúmes - E quem não tem?
 
 
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Postado em: 03/11/09 às 22:25:41 por: James
Categoria: Artigos
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Ah, eu confesso que sou ciumenta. Tenho ciúmes do meu esposo, detesto que melem demais o meu filho, não empresto minhas coisas.

Eu já perdi tantas coisas... uma vez um amigo sumiu com um cd, outro estragou meu livro... Por isso hoje prefiro dar algo a emprestar. Não tenho dó de dar um blusa, saia, livro ou cd, mas emprestar não! Nunca lembram de devolver ou então não entregam da forma como receberam.

Só que já fui pior. Ah se já! Lembro-me que não deixava nem meu esposo olhar pro lado quando namorávamos... Era até engraçado! Quer ver então no dia que vi seu álbum de formatura do colegial. Entre uma foto e outra estava a ex! Afff.... que ódio! Mas eu era tão bobinha... tinha só 17 anos, era meu primeiro namorado... Ainda bem que não o fiz rasgar o álbum :-D E melhorei tanto que ela pôde pedir perdão a ele na minha frente. É verdade. Um dia nós duas conversávamos (viu como melhorei?!) e ela me confessou que gostaria de se desculpar pelas trapalhadas do passado. Não pensei duas vezes: a tomei pelo braço e levei-a onde ele estava. Pediu desculpas meio desajeitada e foi um momento muito bacana. Mas detesto vê-la fuçando no orkut dele de vez em quando. Quer saber da vida pra quê, né mesmo?

O fato é que o ciúme faz mal. Faz sim. E não apenas para o corpo. Faz mal à alma, ao espírito. Sentir ciúmes provoca a ira, e a ira leva ao ódio, e o ódio, quando não o é para o que deve ser (sentir ódio ao mal, ao pecado não é ruim) então este ódio nos leva ao pecado, e o pecado nos faz ficar cada vez mais longe de Deus.

Então eu entendo que nada do que tenho é meu. É gratuidade de Deus. Ele me emprestou. Portanto meu marido não é meu, mas do Senhor. Cabe a mim santificá-lo para que retorne a Deus santo. Meu filho também não me pertence. Meus bens são apenas suportes para a vida que devo tecer em Cristo. Meus pertences devem ser repartidos se for para o crescimento e santificação dos que me cercam.

Pra isso é preciso duas coisa: amor e desprendimento. Se amo a Deus, entendo que tudo o que Ele me deu é por amor, e que por isso preciso "amorizar" tudo ao meu redor, inclusive emprestar, doar. Se amo, desprendo-me de tudo por amor, pois entendo que o que tenho serve como degrau para a santificação.

CLARO que não é cristão emprestar o marido, mas é cristão zelá-lo sem posse. Até porque ninguém é pertence de ninguém. Pertencemos apenas e tão somente a Deus. Logo, sentir ciúmes em excesso de alguém também demonstra pouco amor a Deus e a si mesmo.

Dai fica a pergunta: não está na hora de revermos a posição das pessoas e das coisas em nossa vida?

Se colocarmos tudo em seu devido lugar, duvido que dure ciúme... E que haja quem queira despertar isso alguém...



Fonte: Enviado por Andrea Camerini / SP





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 03/11/09 às 22:25:41 h.


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