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Artigo N.º 2125 - A contaminação dos alimentos - Parte 1
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Postado em: 11/08/09 às 20:24:14 por: James
Categoria: Destaque
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Diz a Sagrada Escritura:

Até quando permanecerá a terra em luto, e há de secar a erva dos campos? Por causa da maldade dos homens que nela habitam, animais e pássaros perecem, por haverem dito: Não verá o Senhor o nosso fim. (Jr 12,4)

Os impactos da produção

O ser humano sempre dependeu da natureza para se alimentar. Em sua fase nômade, que ocupou mais de 90% da história da humanidade, comia frutas silvestres, nozes, raízes e a carne dos animais que caçava. Consumia-se apenas aquilo que era possível extrair da natureza, sem destruir ou modificar significativamente os ecossistemas. Há cerca de 12 mil anos, quando a humanidade passou a adestrar animais e a plantar, homens e mulheres se fixaram à terra – era o início da produção de alimentos, ainda em pequenas quantidades, que supriam apenas as necessidades básicas.

Com o tempo, foram surgindo técnicas para o manejo do solo, que visavam evitar seu empobrecimento por meio da aplicação de nutrientes. O esterco dos animais e outros materiais orgânicos (folhas, galhos, cascas etc.) demonstraram ser bons fertilizantes naturais. A experiência também mostrou que era necessário fazer um rodízio dos cultivos, isto é, mudar o tipo de planta cultivada em determinado terreno, entre uma temporada e outra.

Com o surgimento das primeiras cidades e o conseqüente aumento do consumo de alimento, começaram a ocorrer desmatamentos e surgiram as monoculturas, com conseqüências desastrosas para o meio ambiente.

O processo de industrialização, que teve início no final do século XVIII e intensificou-se nos séculos XIX e XX, alterou o relacionamento direto e próximo que existia entre o ser humano e a natureza. As pessoas começaram a migrar em massa para as grandes cidades. Em 1800 apenas 2,5% da população vivia nas cidades. Hoje esse percentual é de cerca de 50%.

As aglomerações urbanas em torno das fábricas demandam alimentos para quem não os produz diretamente, aumentando a necessidade de produção de excedentes e transformando a economia rural. A agricultura passou a adotar características empresariais, a partir do momento em que se tornou um negócio (hoje identificado internacionalmente pela palavra do idioma inglês agrobusiness).

Atualmente, na América Latina, quase 75% da população vive em grandes cidades, sem relação direta nem controle sobre a produção de alimentos. No Brasil, 81,23% da população é urbana, segundo o IBGE. Ou seja, a maior parte dos consumidores modernos encontra os alimentos nos supermercados ou armazéns e, geralmente, não se preocupa em saber de onde vêm ou como foram produzidos.

A agricultura transformou-se numa indústria que deve alimentar uma população que não pára de crescer. Para isso, passou a utilizar métodos artificiais, como os fertilizantes e pesticidas químicos, a manipulação genética, a irrigação e hormônios para acelerar o crescimento de animais. Se de um lado tais práticas fizeram aumentar a produção, e também os lucros, de outro vêm causando sérios danos ao meio ambiente e aos seres humanos.

Por isso, o consumidor deve ficar mais atento à origem do alimento que consome, assim como às técnicas empregadas na sua produção. Deve considerar a qualidade e pureza dos alimentos, a sustentabilidade – social e ecológica – dos métodos empregados na sua produção e os problemas e desigualdades existentes na sua distribuição. Sabe-se que os alimentos produzidos atualmente são suficientes para alimentar toda a população. Porém, os cidadãos de baixa renda não têm acesso adequado a eles.

O circuito da energia na natureza

Todos os seres vivos precisam de energia, cuja principal fonte é o Sol. Sua energia é absorvida pelos vegetais e transmitida aos animais. O processo pelo qual as plantas obtêm energia a partir da luz solar chama-se fotossíntese. A fotossíntese é realizada por plantas que contêm um pigmento chamado clorofila, que absorve a energia luminosa do sol e a transforma em energia química.

Além de captar a luz solar, as plantas absorvem água e nutrientes minerais por suas raízes e dióxido de carbono do ar. Utilizam a luz solar para combinar a água e os nutrientes com o dióxido de carbono e assim formam glicose, que é o açúcar mais simples. Como resíduo desse processo, eliminam oxigênio. A glicose formada provê a planta de energia para suas atividades biológicas. A energia excedente é armazenada nos tecidos vegetais em forma de amido, produto do qual os animais, inclusive os seres humanos, obtêm energia.

As plantas proporcionam duplo beneficio aos seres vivos:

1. Convertem a energia luminosa do Sol em energia química, repassada aos animais e a outros seres vivos.

2. Utilizam o dióxido de carbono – substância residual produzida pela respiração animal – para gerar glicose e oxigênio, ambos indispensáveis para a vida. Por isso, diz-se que as plantas purificam o ar e fornecem oxigênio.


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