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Artigo N.º 12503 - Revista aplica os 7 pecados capitais ao mundo do trabalho.
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Postado em: 21/07/14 às 12:19:22 por: James
Categoria: Destaque
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Onde há interação entre pessoas, aparecem vícios e virtudes. Nenhum ambiente de trabalho é exceção a essa regra.

Essa é a opinião de Irene Azevedo, diretora de negócios da LHH | DBM. Para ela, os relacionamentos profissionais sofrem com as mesmas falhas humanas resumidas nos 7 pecados capitais da Igreja Católica.

Gula, luxúria, preguiça, inveja, ira, soberba e avareza são conhecidas como os nossos principais desvios da conduta desde o século 13, quando são Tomás de Aquino registrou a famosa compilação na obra “Suma Teológica”.

Para Irene, a clássica lista nasceu de uma reflexão profunda sobre o comportamento humano – independentemente da conotação de pecado religioso.

“São deficiências universais e emblemáticas, que se aplicam a qualquer ambiente, inclusive o profissional”, opina a executiva.

Se, por um lado, essas falhas pertencem à natureza humana, por outro, a configuração atual do mercado de trabalho acentua nossas disposições negativas

“As empresas estimulam o nosso lado mais egoísta e individualista ao não premiar suficientemente as conquistas coletivas, por exemplo”, explica Irene.

A seguir, reunimos algumas traduções possíveis dos 7 famosos vícios para o universo do trabalho. Confira:

Inveja: “A maioria de nós é competitiva em alguma medida, mas isso pode passar dos limites”, afirma Irene. Essa disposição humana pode ser muito estimulada no contexto profissional, em que a concorrência cumpre um papel central para a lógica dos resultados.

O sentimento pode levar profissionais de destaque a ser alvo da hostilidade de seus colegas. “É comum ver pessoas que, por inveja, criticam e até boicotam quem incomoda”, afirma Sandra Oliveira, diretora na Dale Carnegie de São Paulo.

Soberba: De acordo com Irene, a vaidade é outra “praga” no mundo corporativo. “A sensação de poder no trabalho muitas vezes torna as pessoas arrogantes”, afirma a executiva.

Esse orgulho desmedido pode criar uma bolha em volta do indivíduo. “Cada um só está interessado em si mesmo e nos seus próprios problemas, o que asfixia a comunicação e cria células isoladas no escritório”, diz Sandra.

Ira: A agressividade também aparece frequentemente no mundo do trabalho, intensificada pelo estresse e pela pressão por resultados. “Infelizmente, brigas, insultos e xingamentos não são raras em ambientes corporativos”, diz Irene.

Segundo Sandra, a hostilidade também se manifesta mais facilmente com a internet. “Usando o escudo de um email, por exemplo, as pessoas se sentem muito mais corajosas para lançar ofensas aos outros”, explica.

Avareza: O apego exagerado ao dinheiro também é muito presente no mundo do trabalho. Segundo Irene, é natural o desejo de progredir materialmente. Porém, o objetivo de acumular riquezas não pode ser perseguido a qualquer custo.

“É quando a ambição vira ganância”, diz a executiva. Visando a uma promoção ou aumento de salário, por exemplo, o profissional pode prejudicar os demais e atropelar todos os seus princípios.

Gula: A vontade excessiva de comida pode ser traduzida para o universo do trabalho como uma necessidade constante de “abocanhar” o que está ao redor. “O vício da gula aparece no profissional que quer tudo o que é do colega, a tarefa, o cargo, o salário, o status”, diz Irene.

Segundo a executiva, esse “guloso” do trabalho cobiça o espaço do outro, seja para obter mais reconhecimento do chefe, seja para simplesmente alimentar sua vaidade.

Luxúria: Para Irene, existem muitas metáforas possíveis para o desejo sexual excessivo no mundo profissional. “A busca pelo prazer individual e a desatenção às necessidades dos colegas são atitudes que podem aparecer no escritório”, diz ela.

É o caso de profissionais que põem a sua própria satisfação em primeiro lugar, em detrimento de qualquer consciência de equipe. Aqui estão incluídos os comportamentos egoístas, indelicados e espaçosos do dia a dia corporativo.

Preguiça: “O mundo corporativo está cheio de procrastinadores, que não pensam no impacto dos seus atrasos para o resto da equipe”, afirma Irene.

Tarefas acumuladas, prazos estourados e pendências esquecidas são alguns sinais de que a ociosidade está reinando no ambiente de trabalho.

 


Fonte: Revista Exame





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