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Artigo N.º 11934 - Aborto, NÃO! mil vezes não!
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Visto: 2005
Postado em: 31/01/14 às 11:30:23 por: James
Categoria: Destaque
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=41&id=11934
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Traduzo o artigo do dr. Ben Carson.

Vários anos atrás, fui consultado por uma mulher jovem que tinha 33 semanas de gravidez e estava a caminho de Kansas para fazer um aborto. Eu informei a ela das várias opções disponíveis para além do aborto, e ela decidiu ir adiante com a gravidez, ainda que a criança tivesse hidrocefalia e fosse precisar de uma intervenção neurocirúrgica algumas semanas após o nascimento.

Ela manteve o bebê e ama a criança linda que ele se tornou.

Um par de décadas atrás, eu vim para a unidade pediátrica de cuidados intensivos em jornadas matinais e me contaram de uma menina de 4 anos que havia sido atropelada por um caminhão de sorvete e estava em coma, exibindo pouca função neurológica à exceção de pupilas reativas. Eu testei seus reflexos pupilares, e ambas as pupilas estavam fixas e dilatadas.

A equipe me indicou que isso era algo que devia ter acabado de ocorrer. Eu agarrei a cama e, com alguma ajuda, transportei a menina rapidamente para a sala de cirurgia para uma craniotomia de emergência. Esbarrei no caminho com um neurocirurgião sênior, que me disse que eu estava perdendo meu tempo e que, na melhor das hipóteses, poderíamos acabar com alguém em estado vegetativo.

Mesmo assim, concluímos a operação e, alguns dias depois, suas pupilas ficaram reativas, e ela acabou saindo do hospital. Eu a vi alguns anos atrás andando pelo hospital com a sua própria filha de 4 anos. Ela estava neurologicamente totalmente intacta e me disse que havia se tornado uma espécie de celebridade em função da experiência que acabo de relatar.

O que essas duas histórias têm em comum? Ambas envolvem vidas preciosas que poderiam facilmente ter sido descartadas.

Toda a minha vida profissional foi dedicada a salvar e melhorar vidas. Assim, a ideia do aborto por razões de conveniência não me atrai. Eu conheci pessoalmente várias pessoas que me disseram que suas mães chegaram a considerar a ideia do aborto, mas felizmente decidiram rejeitá-la.

A maioria de nós instintivamente quer proteger criaturas indefesas e às vezes não mede esforços para fazê-lo. Os comerciais de televisão sobre animais que sofrem abusos são pungentes e, como sociedade, às vezes atrasamos ou cancelamos grandes projetos de construção para proteger um inseto, anfíbio ou peixe que estejam “em perigo”. No entanto, muitos de nós fazemos vista grossa para a matança desenfreada de milhões de bebês humanos indefesos, que são muito mais sofisticados do que algumas das outras criaturas, quando nada está em jogo além da conveniência de um ou de ambos os pais.

Eu não estou dizendo que devemos abandonar nossos esforços para salvar filhotes de focas e uma série de outros animais. Eu estou dizendo: não devemos considerar adicionar fetos humanos e bebês à lista?

Assistir ao desenvolvimento do feto humano é inspirador. Em menos de três meses a partir da concepção, os pequenos pés e mãos são bastante reconhecíveis, e diversas características faciais fazem deles fofos, ainda que muito pequenos. Desde o primeiro dia, os neurônios do cérebro estão se proliferando em uma taxa que vai render um escalonamento de 100 bilhões de neurônios até o nascimento. Em questão de nove meses desde a concepção, temos um ser humano que vive, respira, come, emite sons e que apenas dois meses mais tarde se torna interativo socialmente.

Algumas pessoas se opõem a que as mulheres grávidas vejam imagens de ultrassom de seus bebês em desenvolvimento, porque elas não querem que seja desenvolvido um vínculo emocional. Uma contemplação cuidadosa e imparcial, no entanto, pode levar à conclusão de que tal vínculo é essencial para a sobrevivência da humanidade. Agricultores de sucesso nutrem e protegem as suas colheitas em crescimento, e se as condições ameaçam suas colheitas, eles fazem o que é necessário para protegê-las. Ao invés de atacar a analogia, pense no quão mais preciosa que um pé de milho é uma vida humana.

É importante tentar compreender o estado emocional de mulheres jovens que procuram um aborto. Em vez de julgá-las e condená-las, precisamos oferecer compaixão e apoio. Elas precisam ser providas de acesso fácil a serviços de adoção e informações sobre a assistência disponível a elas, caso elas decidam ficar com o bebê. Eu visitei muitas instalações aquecidas e convidativas em todo o país, que existem apenas para o propósito de ajudar essas jovens.

É igualmente, senão mais, importante chegar a estas mulheres jovens antes que elas engravidem. Esqueça aquelas pessoas politicamente corretas que dizem que todos os estilos de vida são iguais, e informe a essas jovens sobre as verdadeiras consequências de ter filhos fora do casamento, sem ser financeiramente independente. Precisamos fazer com que elas entendam que podem proporcionar uma vida muito melhor para si e para seus filhos quando elas planejam com antecedência e se valorizam de forma adequada.

Como uma sociedade, nós não podemos ter medo de discutir questões sociais e morais importantes. Nossa herança como uma nação é construída com base em compaixão, perdão e compreensão. Coragem também é de vital importância, porque aqueles que permanecem com princípios e valores divinos serão atacados.

A tentativa de caracterizar o amor e a compaixão para com a vida humana como uma “guerra contra as mulheres” é enganosa e patética. Nós, o povo, devemos parar de nos deixar ser manipulados por aquelas pessoas com agendas que não incluem o respeito pela santidade da vida.

Dr. Benjamin Carson é professor emérito de neurocirurgia, oncologia, cirurgia plástica e pediatria na Escola Johns Hopkins de Medicina e foi premiado com mais de 60 doutoramentos ‘honoris causa’ e dezenas de citações nacionais de mérito. Ele é autor de mais de 100 publicações neurocirúrgicas e escreveu cinco livros best-sellers, incluindo “America the Beautiful” [“América, a bela”, ainda sem tradução no Brasil].

Tradução: Felipe Moura Brasil, em sua coluna na VEJA.com: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/

***

BEN CARSON: (…) Deixe-me dizer uma coisa: não existe uma “guerra contra as mulheres”. Pense sobre isso: quando uma mulher está grávida, o que acontece? As pessoas se levantam e lhe oferecem seus lugares; elas saem do caminho e dizem “você, primeiro”. Há um grande respeito e amor por mulheres grávidas. Não há guerra contra elas: a guerra é contra os bebês delas. Essa é a guerra que há. Bebês que não podem se defender sozinhos. Ao longo das últimas décadas, nós destruímos 55 milhões deles. E temos o descaramento de chamar outras sociedades do passado de pagãs. O que precisamos fazer é reeducar as mulheres para que elas entendam que são as defensoras desses bebês, não as destruidoras desses bebês. Precisamos que elas entendam isso. (…)

3.Do apêndice do meu artigo sobre o dr. Ben Carson, “O mundo está cheio de todo mundo“, segue mais um trecho dele sobre o tema:

BEN CARSON: Não é politicamente correto ser contra o aborto porque todo mundo teria seus direitos, incluindo uma mulher que supostamente teria o direito de exterminar a vida de um bebê. É uma questão difícil, porque as pessoas tendem a ser intransigentes em suas opiniões. Mas aqui está como eu respondo à questão sobre o feto estar vivo: tome um endoscópio e coloque-o no útero quando o feto tiver 20 semanas e veja a pequena criatura se movendo — reagindo a estímulos, tendo olhos, boca, dedinhos, o coração batendo, e tudo que está acontecendo. Diga-me que não é um organismo vivo. Eu não compro essa ideia! [Só para deixar claro mais uma vez: o dr. Carson não compra essa ideia nem se o feto tiver uma única semana; ele usou o exemplo das 20 porque obviamente o feto está então mais parecido com uma criança quando visto por um leigo com o auxílio de um endoscópio.]

Há um monte de pessoas que diz: “Concordo com você. Eu acho que é errado, e eu nunca faria um aborto, mas eu acho que não tenho o direito de impor meus sentimentos aos outros.” Essa pode ser a resposta de muitas pessoas, mas suponha que os abolicionistas tivessem pensado assim nos séculos XVIII e XIX. Suponha que eles tivessem dito: “Eu não vou possuir escravos. Eu realmente acho que a escravidão é errada, mas, se você quiser ter os seus, tudo bem.” Se os abolicionistas tivessem tido essa atitude, onde estaríamos agora? Temos que lidar com essas grandes questões morais, e o aborto é uma questão importante para a nossa geração. Você não pode simplesmente enfiar sua cabeça na areia.

BRIT HUME: Este é o 41º aniversário do dia em que o Supremo Tribunal considerou que um direito generalizado à privacidade, o qual ele havia basicamente inventado, significava que a mulher tem o direito constitucional de extinguir uma vida por nascer, um ser humano com um coração batendo. Isto é o que um feto de apenas seis semanas é. Não é de admirar que esses manifestantes continuem a aparecer todos os anos para registrar suas permanentes objeções. Algumas estimativas são de que mais de 55 milhões de abortos – 55 milhões – já ocorreram desde que o Tribunal atuou. Nesse tempo, a ciência nos deu uma visão cada vez mais clara do quanto o feto é um bebê. Em 20 semanas, agora sabemos que essas criaturas minúsculas podem ouvir e até mesmo reconhecer a voz da mãe.

Suas unhas do pé estão crescendo e seus corações batem alto o suficiente para ser ouvidos por um estetoscópio. As razões morais para permitir que tais seres sejam mortos se tornam cada vez mais fracas e seus defensores recorrem a eufemismos ainda mais absurdos para descrever o que eles apoiam.

Eles não são realmente pró-aborto, como têm dito por muito tempo, eles são “pró-escolha”. Isto não é sobre matar bebês em gestação, é sobre “saúde reprodutiva”. E a maior cadeia de clínicas de aborto no país se refere a si própria como Planned Parenthood [Paternidade Planejada]. Em 2012, esta organização diz que realizou “procedimentos de aborto” 329.445 vezes. O que quer que esse número represente, paternidade não é. Esses manifestantes aqui hoje compreendem que há algo profundamente falso e errado a respeito de tudo isso. Eles vêm todos os anos lembrá-lo ao resto de nós. Bret?

BRET BAIER: Para onde você acha que isso vai a partir de agora, politicamente ou de outra maneira?

BRIT HUME: Bem, você viu o que o caso Gosnell [referente ao dr. Kermit Gosnell, o aborteiro que também matava bebês recém-nascidos e acabou pegando prisão perpétua após acordo] fez com o apoio aos direitos de aborto ‘versus’ a vida. Em geral, a taxa de aborto está baixa no país. Se a ciência for capaz de determinar que um feto em certo estágio sente dor ou sente dor desde quase o início, isto mudaria tudo. Eu acho que o apoio ao aborto, e aos direitos de aborto, e à sua legalidade, desmoronaria, e eu acho que a atmosfera política em torno desta questão mudaria quase que da noite para o dia. Então este é o lugar para onde olhar, para ver o que a ciência nos diz em seguida.

Agora veja a ”Pérola” de colocação feita pelo presidente americano Obama sobre o Aborto.
OBAMA: “Reafirmamos o nosso firme compromisso de proteger o acesso da mulher a um cuidado de saúde acessível e o seu direito constitucional à privacidade, incluindo o direito à liberdade reprodutiva. E nós resolvemos reduzir o número de gravidezes não desejadas, apoiar a saúde materna e infantil, e continuar a construir comunidades seguras e saudáveis ​​para todos os nossos filhos. Porque este é um país onde todos merecem a mesma liberdade e as oportunidades para realizar seus sonhos.”

Voltei. Não é maravilhoso como um esquerdista consegue transformar uma frase em uma picaretagem completa? O assassinato de bebês vira “direito à liberdade reprodutiva”, de modo que, livres para matar, podemos “construir comunidades seguras e saudáveis ​​para todos os nossos filhos”, exceto, é claro, aqueles que matamos. Isto porque “todos merecem a mesma liberdade e as oportunidades para realizar seus sonhos”, ok? Todos, menos os fetos, que só têm a “liberdade e as oportunidades” de serem mortos.
 

 


Fonte: Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil





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