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Artigo N.º 3880 - A Data do Nascimento de Jesus
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Postado em: 22/12/09 às 19:22:57 por: James
Categoria: Saiba Mais
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Em síntese: A data do nascimento de Jesus foi erroneamente calculada pelo monge Dionísio o Pequeno no século VI; na verdade, Jesus deve ter nascido em 6/7 antes do início da era cristã. Este erro é de somenos importância, pois não afeta a mensagem do Evangelho.

Os pesquisadores procuraram retificar o cálculo nos últimos séculos, como prova a bibliografia citada neste artigo. Por conseguinte, tal erro não foi ocultado ao público, mas era abordado em obras impressas e divulgadas. Todavia, como se trata de assunto erudito, ligado a documentos gregos e latinos da história do Império Romano antigo, a data do nascimento de Jesus não costuma ser objeto de pregações. O fato de que o S. Padre João Paulo II abordou a questão em alocução de janeiro pp. não significa que “o erro histórico só foi aceito depois de 1400 anos”, como afirma a revista VEJA, de 21/01/1987, p. 78.

A revista VEJA de 21/01//87, pp. 78s, dá muita ênfase à questão da data do nascimento de Jesus, como se houvesse aí problemas sérios, que afetariam as bases mesmas do Cristianismo; existiria um erro de cálculo que a Igreja só teria aceito após 1400 anos (cf. p. 78); daí o título do artigo: “Incorreção assumida”. – Dada a maneira sensacionalista como o artigo é redigido, vamos dedicar-lhe as páginas seguintes, pondo em relevo o que há de certo e incerto a respeito da data do nascimento de Jesus.

1. Os dados da Tradição

1. A data do nascimento de Jesus não era nem é de importância decisiva para a pregação cristã. A existência real de Jesus sob os Imperadores César Augusto (27 a.C.– 4 d.C.) e Tibério (14-37 d.C.) consta a partir de documentos diversos,¹ independentemente da data precisa em que Jesus nasceu. O importante para o cristão é a existência histórica e real de Jesus no início da nossa era e a mensagem deixada pelo Senhor.

Os Evangelhos não tratam explicitamente da cronologia da natividade de Jesus. Isto se explica pelo fato de que os evangelistas não tinham a intenção de escrever relatos cronísticos ou biográficos (no sentido moderno destes termos); os Evangelhos são, sim, o eco da pregação dos Apóstolos, que se preocupava mais com a mensagem ou a Boa-Nova do que com questões científicas de cronologia.¹ Em conseqüência, temos, para calcular a data do nascimento de Jesus, apenas os seguintes textos:

Lc 2,1s: O recenseamento ordenado por César Augusto que provocou a ida de José e Maria a Belém, ocorreu enquanto Quirino era Governador da Síria.

Mt 2,16: Herodes mandou matar na Judéia todos os meninos de dois anos para baixo, a fim de atingir Jesus.

Lc 3,1: No ano 15º de Tibério César, João batizou Jesus.

Lc 3,23: Jesus iniciou seu ministério público com trinta anos de idade aproximadamente.

Jo 2,20: A restauração do Templo de Jerusalém iniciada por Herodes o Grande levou quarenta e seis anos, ou seja, de 18 a.C. até d.C.

2. Até Jesus Cristo, os pagãos conheciam diversos sistemas de cronologia. Havia

- a era das Olimpíadas, que começava a 1º/07/776 a.C.;

- a era dos Selêucidas (sírios); também dita “os anos gregos” (cf. 1Mc 1,10) a partir de 1º/10/312 a.C.;

- a era da fundação de Roma ou era de Varrão, que contava os anos a partir da data do início da cidade de Roma (21/04/753 a.C. ou, depois, 1º/01/753 a.C.).

Após o nascimento de Jesus, os cristãos orientais, no século III, conceberam duas novas maneiras de contar os anos, partindo da presumida data da criação do mundo:

- a era alexandrina, inspirada pelo historiador Pandoro, que partia de 29 de agosto ou 1º de setembro de 5493 a.C.;

- a era bizantina, que começava a 1º de setembro de 5509.

Ainda uma corrente admitia a criação do mundo em 5507 (21 de março).

Estas últimas tentativas eram falhas, pois supunham que a Bíblia oferece uma cronologia do mundo e do gênero humano - o que é falso. Não é a partir das Escrituras que se pode calcular a idade do mundo e da humanidade.

Finalmente no século VI ou em 525 aproximadamente o monge Dionísio o Pequeno concebeu a computação que se tornou definitiva de então por diante. Eis o seu raciocínio: conforme Lc 3,1, Jesus iniciou a sua vida pública no 15º ano do reino de Tibério César (= ano 782 da fundação de Roma).¹ Ora, segundo Lc 3,23, “Jesus tinha mais ou menos trinta anos quando foi batizado” ou no início da sua pregação. Em conseqüência, Dionísio descontou de 782 (= ano 15º de Tibério) aos 29 anos completos de Jesus e chegou à conclusão de que Jesus nascera no ano de 753 da fundação de Roma. Por isto o ano de 753 ficou sendo o ano 1º da era cristã.

Como se vê, este cálculo é assaz sumário, não levando em conta todos os elementos fornecidos pelo Evangelho para estabelecer a data do nascimento de Cristo. A consciência deste erro não aflorou de imediato entre os estudiosos, mas havia de se tornar clara especialmente na época moderna, quando os pesquisadores da história são ciosos de exatidão.

2. O autêntico cômputo

Na verdade, o texto mais indicado para se estabelecer a data do nascimento de Cristo é o de Mt 2,16, onde se lê que Herodes, querendo exterminar Jesus, mandou matar todos os meninos de dois anos para baixo na Judéia. Ora Herodes morreu no anno de 749/750 de Roma ou no ano 4 a.C., segundo fontes fidedignas; donde se vê que Jesus nasceu antes de 4 a.C. ou entre 4 e 6/7 a.C. Os estudiosos tentam definir com mais precisão a data exata, mas ficam sempre no campo das hipóteses, pois a documentação bíblica e profana é insuficiente para chegar a mais rigor. – A título de ilustração, apresentamos algumas das sentenças propostas pelos historiadores:

ano de 742 a.U.c.¹ = 12 a.C.: sentença defendida por A. STENTZEL, Christus und sein Stern (Cristo e sua estrela). Hamburgo 1913; F. WESTBERG, Zur neutestamentlichen Chronologie, pp. 37-49.

744 a.U.c. = 10 a.C.: VAN BEBBER, Zur Chronologie des Lebens Jesu, Münster 1898, pp. 137-143; ARGENTIERI, Nuova determinazione della Cronologia neotestamentaria, Aquila 1914, pp. 5-9.

745/6 a.U.c. = a.C.: E. POWER, Biblica 9 (1928) p. 280.

746 a.U.c. = 8 a.C.: VILECKY, Quando Christus mortuus est? Pragae 1892, p.8.

746/7 a.U.c. = 8/7 a.C.: G. MACKINLAY, Expositor VIII/14 (1917 II), pp. 362-76.

747 a.U.c. = 7 a.C.: MANN, Of the true Years of the Birth and of the Death of Christ. London 1733, pp. 46. 75; D. HANEBER, Geschichte der Offenbarung. Regensburg 1876, p. 537; H.H. KRITZINGER, Der Stern der Weisen, Gütersloh 1911, pp. 98.. 104; O. GERHARDT, Der Stern des Messias, Leipzig 1922, pp. 105. 110; L. FONCK, Verbum Domini 7 (1927), p. 370.

747/8 a.U.c. = 7/6: W. BEYSCHLAG, Leben Jesu, Halle 1902, 1, 144; J. LEBRETON, La vie de Jésus-Christ, Paris 1931, pp. 868.

747/9 a.U.c. = 7/5 a.C.: DIDON, Jésus-Christ, Paris 1891, p. 390.448; L. MECHINEAU, Vita lesu Christi, Paris 1895, p. 28.

749 a.U.c. = 5 a.C.: NATALIS ALEXANDER, Historia Ecclesiastica 3 (1730), p. 74; J.H. FRIEDLIEB, Geschichte des Lebens Jesu, Breslau 1853, p. 91; P.F. HENRY, Les Deux Grandes Dates de l’Histoire, Avignon 1930, pp. 1-7; M. J. LAGRANGE, Synopse des quatre Evangiles, Paris 1927, p. 35; LAGRANGE, L’Evangile de Jésus-Christ, Paris 1928, p. 44.

752 a.U.c. = 2 a.C.: CH. E. CASPARI, Chronologisch-geographische Einleitung zum Leben Jesu, Hamburg 1869, p. 51; M. HETZENAUER, Theologische Quartalschrift 49 (1896), pp. 72-80; HENNEN, Pastor Bonus 44 (1933) p. 23s.

754 a.U.c. = 1 d.C.: K. HASE, Geschichte Jesu, Leipzig 1876, p. 209.

A vasta bibliografia sobre o assunto (da qual vai aqui citada apenas uma pequena parcela) bem mostra que o erro de Dionísio o Pequeno era do conhecimento dos cristãos muito antes que a imprensa tratasse do assunto em nossos dias. É de lamentar, pois, que a revista VEJA escreva no citado número, p. 79:

“É curioso observar que somente mais de 1400 anos depois do erro de Dionísio um Papa vem a público para denunciá-lo. Pio XII chegou a ensaiar alguns passos nessa direção, mas não foi adiante. O máximo que fez, foi encomendar pesquisas a estudiosos da Igreja”.

Ora, a bibliografia apresentada evidencia que, muito antes de Pio XII (1939-1958), os estudiosos já tinham realizado numerosas pesquisas (na lista de obras atrás, a mais antiga data de 1730 e propõe a data de 749 a.U.c. = 5 a.C.). Sem dúvida, poderíamos recuar no tempo e descobriríamos novos escritos portadores de sentenças substitutivas à de Dionísio o Pequeno.

O fato de que um Papa antes de João Paulo II nunca abordou tal temática em audiência pública explica-se pela índole erudita do assunto; é próprio de pesquisadores dedicados às grandes interrogações da história. Além do mais, a data do nascimento de Cristo não pertence à substância da mensagem evangélica; pode ser discutida e contestada sem que o Credo seja afetado. Por conseguinte, carece de fundamento o alarde feito pela imprensa em torno do assunto.

Examinemos agora duas questões complementares sugeridas pelo citado artigo de VEJA.

3. A data de 25/12: por quê?

Visto que os Evangelhos não indicam o exato dia do mês em que Jesus nasceu, os cristãos tiveram que escolher eles mesmos a data mais oportuna para celebrar o seu nascimento. A escolha, feita no século III (se não antes), recaiu sobre o dia 25 de dezembro, já consagrado na vida do Império Romano pela “festividade do Natal do Sol invicto”. Com efeito: os cultores do Sol (identificado, em vários lugares, com o Deus Mitra) celebravam naquela data o novo surto do Sol ou o alongamento dos dias após o declínio da luz solar no outono e no início do inverno (europeu). Assim, por exemplo, o Calendário do astrólogo Antíoco rezava no seu original grego: “Mês de dezembro... 25... Natal do Sol: cresce a luz”; o Calendário de Fúrio Filócalo registrava: “25 de dezembro, Natal do Sol Invicto”. César Juliano recomendava os jogos que no fim do ano eram celebrados em honra do “Sol invicto”. No século V, S. Agostinho explicava o costume já vigente, dizendo: “Festejamos este dia solene, não como os pagãos voltados para este Sol, mas voltados nós para aquele que fez este Sol” (sermão 190, 1 PL 38, 1007).

Desta maneira os cristãos quiseram “cristanizar” um dia festivo do Calendário pagão que apresentava certa afinidade com a celebração do nascimento de Jesus, que disse: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8,12).

Seria falso julgar que a festa cristã tem sua origem na mitologia pagã; as suas raízes estão na própria mensagem evangélica; apenas a escolha da data teve inspiração no Calendário dos romanos, pois Jesus Cristo é na verdade a Luz que os pagãos cultuavam voltados para o astro-sol.

Também não se deve crer que a escolha do dia 25 de dezembro tenha sido condicionada pela data de 25 de março (Anunciação do anjo a Maria); entre 25/03 e 25/12 correm, de fato, nove meses (correspondentes à gestação de Jesus). Mas parece que a celebração da Anunciação aos 25/03 é posterior à do Natal em 25/12, pois S. Agostinho (+ 430) é, segundo se crê, o primeiro autor que nos fala da Anunciação celebrada aos 25/03.

Aqui se põe ainda a pergunta: por que o Natal de Cristo tem data fixa, ao passo que a celebração da morte e ressurreição de Jesus é móvel de ano para ano?

Respondemos: a festa de Páscoa tem seu Calendário indicado pela própria Bíblia, ao passo que o Natal não (como vimos). Com efeito, o texto de Ex 12,1-14 determina que a Páscoa seja celebrada por ocasião da primeira Lua cheia após o equinócio da primavera (após 21/03); por conseguinte, a festa de Páscoa se prende ao ciclo da Lua, que não é o ciclo dos meses do nosso ano solar. Apenas é de notar que os cristãos, embora sigam basicamente a contagem prescrita em Ex 12, esperam sempre o domingo após a Lua cheia para celebrar a Páscoa, pois querem reproduzir a seqüência dos dias da semana, na qual Jesus morreu e ressuscitou, conforme os Evangelhos sinóticos.

Uma ulterior questão ainda se coloca:

4. A fidelidade dos Evangelhos

Conforme o citado número de VEJA, p. 79, “a reconstituição da história de Jesus através dos textos dos Evangelhos, resulta imperfeita. “A figura ali descrita não é a de Jesus como ele era em si mesmo, mas aquilo que significava para as primitivas comunidades cristãs, para as quais os Evangelhos foram escritos”, explica o pesquisador bíblico paulista Armando Tambelli”.

Esta afirmação é inspirada pelo “Método da História das Formas” tal como foi cultivado por M. Dibelius e Rudolf Bultmann. Funda-se no princípio de que os traços teológicos do Evangelho tendentes a realçar a Divindade de Jesus e o caráter transcendental de sua obra não partiram dos lábios ou da pessoa de Jesus, mas resultam da interpretação subjetiva, quiçá arbitrária, que as primeiras gerações cristãs deram à figura de Jesus. O Jesus concebido pela fé não seria o Jesus que viveu outrora na Palestina; este terá sido uma figura mais pobre em predicados do que o Jesus “reconstruído” pela fé. Ora tal premissa racionalista é gratuita; nega de antemão a irrupção do transcendental neste mundo.

As escolas católicas de exegese admitem, sim, que no Evangelho se exprime a mentalidade teológica dos evangelistas e da Igreja (São João foi mesmo denominado “o Teólogo”). Jesus foi sendo mais e mais compreendido, como Ele mesmo predissera ao prometer o Espírito Santo (cf. Jo 14,26; 16,13-15)¹; todavia esse aprofundamento das palavras e dos gestos de Jesus Cristo não significa desvio ou “re-criação” da realidade histórica; antes transmite-nos a própria realidade histórica penetrada mais a dentro ou, com outra imagem, significa o desabrochamento da semente lançada pela pregação e pelos feitos de Jesus. Há, pois, identidade e continuidade entre Jesus histórico e o Jesus compreendido pela reflexão dos discípulos. – Ademais sob a inspiração do Espírito a fé católica ensina que os Evangelhos foram escritos sob a inspiração do Espírito Santo – o que implica isenção de erros ou deturpações no seu texto.

A propósito das principais datas da vida de Cristo e do respectivo contexto histórico, existe a exaustiva obra de URBAN HOLZMEISTER, Chronologia Vitae Christi. Romae 1933, obra da qual muito nos valemos na redação destas páginas.

¹ Para não falar de documentos cristãos, observamos que existem testemunhos de autores romanos (Tácito, Suetônio e Plínio o Jovem do início do século II) e de rabinos (Talmud), que atestam não somente a existência de Jesus, mas também a sua pregação e sua morte. Ver a propósito “Curso de Iniciação Teológica por Correspondência”, módulo 3 (Caixa Postal 1362, 20001 – Rio, RJ).
¹ Isto não quer dizer que os Apóstolos negligenciassem a história (a qual é de importância capital para o Cristianismo); todavia não queriam ser cronistas, mas arautos da Boa-Nova de Jesus Cristo.
¹ O articulista de VEJA, nº citado, p. 78, afirma o seguinte: “O monge Dionísio partiu de uma premissa errada. Tibério já governava desde o ano 11, dividindo o poder com seu antecessor, Augusto, por este se encontrar doente. No ano 14 ele apenas assumiu integralmente o poder”.
A teoria de que os anos de reinado de Tibério devem ser contados a partir de 11 ou 12 d.C. é contraditada pelos melhores autores. Baseia-se na analogia com o início do Império de Augusto, que pode ser calculado de diversas maneiras, pois Augusto foi fundado aos poucos a monarquia (fez parte de um Triunvirato a partir de 711, foi cônsul em 712, tomou a cidade de Alexandria em 724, recebeu o título de Augusto em 727...). Ao contrário, Tibério já encontrou a monarquia estabelecida; verdade é que foi associado a Augusto no fim do reinado de Tibério, segundo os antigos (quase unanimemente) é de 22 anos, 22 anos e meio ou 23, não mais; em outros termos: Tibério morreu em 37 após 22 ou 23 anos de governo, segundo os antigos – o que nos obriga a assinalar no ano 15 o início do governo de Tibério.
¹ a.U.c. = ab Urbe condita, desde a fundação da cidade (de Roma).
¹ Há mesmo passagens em que os evangelistas notam o progresso dos Apóstolos na compreensão dos dizeres e feitos de Jesus: Jo 2,19-22:”Respondeu Jesus aos judeus: “Destruí este templo, e em três dias eu o levantarei”. Disseram-lhe então os judeus: “Quarenta e seis anos foram precisos para se construir este Templo, e tu o levantarás em três dias?” Ele, porém, falava do templo do seu corpo. Assim, quando ele ressuscitou dos mortos, seus discípulos lembraram-se de que dissera isso, e creram na Escritura e na palavra dita por Jesus”.
Jo 12,14-16: “Jesus, encontrando um jumentinho, montou nele, como está escrito: “Não temas, filha de Sião! Eis que vem o teu rei montado num jumentinho!” Os discípulos, a princípio, não compreenderam isso; mas, quando Jesus foi glorificado, lembraram-se de que essas coisas estavam escritas a seu respeito e que elas tinham sido realizadas”.



Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb.
Nº 300 – Ano 1987 – Pág. 204.

Fonte:
http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESTEVAO&id=deb0006





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