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Postado em: 28/08/10 às 22:47:15 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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No último cenáculo, em Curitiba, o Cláudio comentou em suas colocações sobre um texto do falecido padre Pedro Antonio Bach, que tratava a respeito da covardia da nossa Igreja – acho que esta é a palavra certa – não da Igreja em si, mas daqueles que fazem esta Igreja. E óbvio que, quando falamos de uma situação que envolve todos os católicos devemos em primeiro lugar apontar os dedos para nós mesmos, pois todos nós temos certa culpa, uns mais uns menos. De fato, se hoje a nossa Igreja Católica chegou a este abismo, ninguém poderá dizer “nada tenho a ver com isso”.

Óbvio que nesta Igreja Católica – sempre santa porque seu fundador é Santo – temos pelo mundo inteiro milhares de valentes, seja dentre os orantes da base, até os altos escalões, e o mais alto deles, Sua Santidade o Papa Bento XVI. É sem dúvida por causa destes – única e exclusivamente – que o Pai ainda não nos fulminou, e em sua infinita misericórdia, aguarda sempre pela conversão, pela volta humilde e contrita de todos os seus filhos. Mas se é infinita a misericórdia, podem ter certeza de que esgota-se a paciência infinita. Vejo em espírito um braço que se move em direção da terra: parado ainda, mas se levanta. Ai do dia em que ele nos apontar o dedo e dizer: Chega!
 
Bendita ainda, a Igreja valente dos mártires, que desde sempre e ainda agora deram e doam suas vidas em favor da unidade em complemento ao Sacrifício de Cristo – como nossa parte – eis a Igreja da China, da Índia, e de todas as regiões onde os povos de Alá e Ganesh são a maioria, e feroz. Bendita a Igreja dos missionários, que demandam estas regiões belicosas, correndo risco diário de vida. Bendita a Igreja dos pequenos, dos que empunham o Terço numa das mãos e com a outra a espada do perdão. Ainda benditos todos aqueles que seguem obedientes ao Santo Padre, sem exigência de mudanças, de modernidades, como se a Igreja fosse um calango mutante.
 
Porém, se de um lado temos estes valentes, que lutam em favor das almas e a salvação eterna, que lutam para manter a Igreja de sempre, ainda em pé, de outro temos uma plêiade imensa de verdadeiros inimigos dentro dela, que se podem dividir em três partes distintas: 1 > na linha de frente, aqueles que decidiram lutar contra Deus e de forma solerte pretendem derrubar a Igreja e tramam para isso; 2 – Aqueles cegos inocentes úteis, que por não levarem uma vida de oração, deixaram-se seduzir pelos inimigos, imaginam que tudo vai bem, quando tudo morre; 3 – Aqueles que percebem o jogo sujo do inimigo, mas se calam se curvam e fingem não ver o desastre iminente.
 
Naturalmente que a maior parte da culpa cabe aos maus dirigentes, aos pastores do rebanho, que também eles se dividem em três categorias: 1- Os lobos, que se vestem com pele de cordeiro, a fera, que sobe da terra, tem dois chifres como um cordeiro, mas fala como um dragão (Ap 13, 11); 2 – São aqueles dos quais Jesus pergunta: Pode um cego conduzir outro cego? Não cairão ambos na cova? (Lc 6, 39); 3 – Aqueles dos quais grita Isaías em 56, 10 Meus guardas estão todos cegos e não vêem nada; são cães mudos incapazes de latir, sonham estirados, gostam de cochilar; 11 são cães vorazes e insaciáveis (são pastores que nada observam), cada qual segue seu caminho em busca de seu interesse. 12 Vinde, vou buscar o vinho; com licores nos embriagaremos; amanhã, como hoje, haverá uma enorme bebedeira. Ai deles todos!
 
O que forma este conjunto todo senão o espectro de uma igreja covarde, calada, muda, cega e surda aos apelos, aos gritos, aos lamentos de um povo que se perde por falta de conhecimento (Os 4, 6), não somente da essência mínimas da doutrina e das coisas todas de sua Santa Igreja, quanto desconhece aquilo que está por vir, conforme as Escrituras. Falo de um Apocalipse que explode violento diante de nós, mas que os lobos escondem. Falo de um Dia do Senhor – aquele que virá como um ladrão – mas que os guias cegos acham que virá daqui a mil anos. Falo de uma grande tribulação (Mt 24, 21) que já irrompe neste mundo de trevas, mas que os cães mudos preferem agir como o avestruz, escondendo sua cabeça na areia, imaginando tolamente que a tempestade não os irá apanhar. A covardia da Igreja, permitirá o caos no mundo!
 
Eis que realmente nós temos e vivemos em grande parte uma...
 
- Igreja covarde, que se calou sobre os novíssimos, os mistérios finais de nossa vida, preferindo conduzir o povo pelas pastagens terrenas, para o alimento que não sacia;
 
- Igreja covarde que não fala mais sobre o Purgatório porque os protestantes não acreditam nele, e dizem que isso não consta das Escrituras;
 
- Igreja covarde, que deixou de falar no céu e na eternidade em Deus, porque decidiu lutar pelo mundo que morre e pela vida que acaba, quando nossa morada não é aqui!
 
- Igreja covarde, que deixou de falar no inferno, pregando a falsa tese de que “Deus não pode ser tão cruel ao ponto de condenar alguém”, quando cada um se condena.
 
- Igreja covarde, que deixou de alertar contra o demônio e os espíritos caídos, abrindo assim largos espaços para a sua ação sorrateira, maligna e destruidora;
 
- Igreja covarde, que deixou de combater o pecado, porque julga algo intrínseco de natureza humana, e já não fala mais em pecados porque está cheia deles;
 
- Igreja covarde, que derruba os sacrários, escondendo o Santíssimo e Rei em cantos escuros e fazendo Dele um pária, como alguém do qual se tem vergonha;
 
- Igreja covarde, que para dizer-se pobre despe o sagrado, abandona os paramentos, banaliza os objetos sacros, e troca os antigos cálices de ouro pelos tocos de pau;
 
- Igreja covarde, que despe os templos das imagens dos seus santos, os vencedores do inferno, porque os crentes não gostam de imagens e os judeus as criticam;
 
- Igreja covarde, que retira dos templos os genuflexórios para que o povo não mais se ajoelhe e adore na Consagração, porque dizem que a sentinela deve estar de pé;
 
- Igreja covarde, que eliminou os confessionários com grades de seus templos, porque resolveu declarar que o pecado não existe, e confissão é coisa de antigamente;
 
- Igreja covarde, que foge da oração e luta a pleno vapor contra o Terço, especialmente contra o Rosário de Maria, porque dizem ser oração repetitiva e que Deus não é surdo;
 
- Igreja covarde, que para agradar gregos e troianos, ateus e atoas, seitas e adoradores de falsos deuses se despe da verdade ao ponto de negar seus dogmas;
 
- Igreja covarde, que ao invés de lutar por tesouros no Céu, onde a traça não rói nem o ladrão rouba, busca os tesouros terrenos, mais fáceis, mas que morrerão aqui;
 
- Igreja covarde, que deixou de aplicar as indulgências, porque os filhos de Lutero não gostam delas, e dizem que isso é negociar com Deus, perdendo assim tantos tesouros;
 
- Igreja covarde, que banalizou todos os Sacramentos, alguns deles pior aplicados do que o fazem os crentes, que os tem por míseros sinais, e não caminhos de salvação;
 
- Igreja covarde, que fugindo da Justiça prega deus apenas misericórdia, achando que assim o braço divino não os alcançará no momento oportuno;
 
- Igreja covarde, que fugindo da Cruz não percebe mais que a Cruz é a escada para o Céu, enquanto a porta larga do mundo é o alçapão do inferno;
 
- Igreja covarde, que foge da verdade e em nome de uma falsa união dos credos aceita despir-se do sagrado e vestir o profano, quando isso é ecumenismo falso e ruinoso;
 
- Igreja covarde, que ao invés de doutrinar para a vida sacramental, prefere a ecologia trocando a salvação das almas pela dos micos, da tartaruga e do urso panda;
 
- Igreja covarde, que ao invés de doutrinar para o dizimo consciente, prefere construir seus templos e tocar suas obras, com bingos, bailes e festas com venda de  bebida;
 
- Igreja covarde, que ao invés de promover uma boa catequese, desde a mais tenra infância até a velhice, prefere que outros ensinem a doutrina eclética das escolas;
 
- Igreja covarde, que não conseguindo combater o diabo, inimigo de nossas almas, se alia a ele aceitando confabular em termos de fé com espíritas, maçons e macumbeiros;
 
- Igreja covarde, que não conseguindo deter a fuga dos católicos para as seitas, não os vai buscar, pois que são ovelhas desgarradas, como pede o Bom Pastor;
 
- Igreja covarde, que perdendo inúmeras ovelhas para outros redis prefere dormir em cama fofa, dizendo que Deus não quer quantidade, mas qualidade, quando quer todas.
 
- Igreja covarde, que capitulou ante a pedofilia e o homossexualismo de poucos maus padres, e não tratou de imediatamente cortar o mal, antes tentou escondê-lo!
 
- Igreja covarde, que vendo a ausência quase completa de vocações e a demolição dos seminários acha desculpas mil, menos na má teologia que os infestam;
 
- Igreja covarde, que não mais reza e diz que “rezar uma Ave Maria basta”, quando de fato não reza mais nenhuma, pois odeia a oração, que tem por tempo perdido;
 
- Igreja covarde, que mesmo vendo a infinita profusão de milagres que Deus realiza nela e por ela, parece envergonhar-se de seus tesouros e os esconde;
 
- Igreja covarde, que tendo mais de três mil corpos incorruptos quando outros credos não têm um só, prefere calar-se alegando prudência, quando é prova de vergonha;
 
- Igreja covarde, que vendo a Mãe de Deus neste esforço tentando alertar seus filhos para a Justiça iminente prefere matar os profetas e apedrejar os que Deus nos envia;
 
- Igreja covarde, que deixou de estudar as realidades da alma humana, preferindo sempre o comodismo e a facilidade, a explicação escapista, confusa e insatisfatória;
 
- Igreja covarde, que deixou de falar no fim dos tempos, nada mais que o último tempo da redenção, deixando o rebanho à deriva, o que significa ser noiva imprudente;
 
- Igreja covarde, que deixou de seguir os passos de Cristo, do caminho da cruz e da mortificação, preferindo o bom vinho, a boa casa, o carro do ano, a boa vida;
 
- Igreja covarde, que fala em “pobres, excluídos e marginalizados” das benesses da vida, mas vive exatamente o oposto, faças o que eu mando não o que eu faço;
 
- Igreja covarde, que mesmo vendo o Brasil caminhar para o abismo das leis do mal e contra a vida, esconde-se medrosa, quando unida poderia mudar o destino da nação;
 
- Igreja covarde, que mesmo depois de ter ajudado a eleger este governo corrupto, e podre agora não tem coragem de voltar atrás e pedir desculpas ao povo pelo seu erro;
 
- Igreja covarde, que não mais combate a moda indecente, nem mais impôs limites morais para seu povo, levando-o a esta assombrosa ignorância religiosa;
 
- Igreja covarde, que ao invés de cravar os joelhos no chão implorando ao Deus das soluções, prefere escudar-se atrás deste exército de pastorais inócuas e antagônicas;
 
- Igreja covarde, que mesmo sabendo-se dividida, não busca a reconciliação, para que caminhe na unidade tão pedida e mesmo implorada por Jesus;
 
- Igreja covarde, que fugiu de estudar seriamente o Apocalipse, preferindo a palavras tolas do “isso já passou”, ou aquela “será daqui a mil anos”, quando acontece agora;
 
- Igreja covarde, que fugindo da oração permitiu ao inimigo infiltrar-se em suas hostes, de onde promove a intriga, a falsa doutrina, a divisão e a destruição;
 
- Igreja covarde, que permitiu aos hereges modernistas alterar os textos do Vaticano II, de onde se originou grande parte do martírio e atual calvário da Igreja;
 
- Igreja covarde, que em grande parte deixa Sua Santidade o Papa Bento XVI apanhar sozinho desta mídia mentirosa, sem sair de forma unânime e valente em sua defesa;
 
- Igreja covarde, mas que de forma arrogante imagina criar uma igreja sem Pedro, não se dando conta de que quem se bater contra tal rocha será esmagado;
 
- Igreja covarde, que por medo e vergonha de reconhecer seus erros na condução do povo de Deus, insiste em botar remendos novos em roupa velha, contrariando Jesus;
 
- Igreja covarde, que ao invés de enfrentar os inimigos com galhardia, denodo e ardor escuda-se atrás de algumas cartinhas escapistas, lambuzadas de pseudo-verdades;
 
- Igreja covarde, que ao invés de usar os púlpitos para pregar as verdades eternas, faz deles palanques políticos onde defende o comunismo da falsa teologia da libertação;
 
- Igreja covarde, que ao invés de calar os hereges e combater as seitas, prefere bater firme em quem reza, e fazer calar quem alerta contra os perigos que a rondam;
 
- Igreja covarde, que ao invés de combater os falsos teólogos e suas doutrinas de perdição, prefere combater os adoradores, os que rezam e que vivem a verdade;
 
- Igreja covarde, acima de tudo, porque se fia orgulhosamente na palavra de Jesus “o inferno não prevalecerá contra ela”, exatamente quando trabalha para destruí-la.
 
- Igreja covarde, que foge do Céu e se afunda na terra, preferindo o imediatismo das obras aparentes em detrimento das obras de eternidade.
 
- Igreja covarde, que tem medo de combater as sociedades secretas, em parte porque age em conluio com elas, noutra porque elas financiam suas obras.
 
- Igreja covarde, porque prefere a comodidade fútil e as facilidades da porta larga, quando é exatamente esta a que leva a perdição das almas.
 
- Igreja covarde, que com medo de combater as seitas de perdição prefere aliar-se a elas, nivelando a única e santa Igreja de Cristo, com as falsas igrejas dos homens.
 
- Igreja covarde, daqueles que a preferem abater, diminuir e submeter aos caprichos de outros credos, ao invés de sustentar a verdade nem que seja ao preço da vida.
 
Eis aí o estado clamoroso a que nós chegamos, cedendo aos apelos da modernidade, do falso ecumenismo entreguista, do relativismo degenerante, fruto de mentes insanas que pretendem fazer uma Igreja ao seu gosto, e moldar Deus ao rompante de seus caprichos. O Evangelho é de uma clareza ímpar e de singeleza singular. Nada mais é preciso do que cumprir humildemente o mandamento do Amor, e não se precisaria destes milhões de livros, textos e documentos, pois quanto maior o volume das leis, menor a possibilidade de cumpri-las, menor a liberdade para vivê-las.
 
Hoje, olhos e ouvidos atentos podem sentir e perceber o desejo ardente de Sua Santidade o Papa Bento XVI em voltar ao Sagrado Antigo, à Igreja de Sempre, a que nunca deveria ter se aventurado em modernidades. Como não percebemos o ardil a que os inimigos nos induziram, porquanto durante séculos tramavam nas sombras a destruição que agora está em curso e já explode? E não é por falta de aviso dos Céus, porque há séculos Nossa Senhora vem falando através dos profetas atuais, eis que nos deixamos seduzir pela serpente, aceitando a errada tese de que não existe profecia atual, depois que encerrada a revelação da Bíblia. Isso foi o capeta que ensinou!
 
Noutro dia ouvi um sacerdote dizer assim: é louco quem não acredita na profecia atual! E realmente é! Qualquer pessoa, com um mínimo de discernimento e tendo ainda uma pequena aberturinha ao Espírito Santo, percebe todos os pontos que acima anotei, e que acontecem em quase todos os lugares. Triste é saber que milhares de luminares da nossa amada Igreja dormem em berço esplêndido fiados na palavra de Jesus de que o inferno não derrubará a Igreja! Óbvio que não prevalecerá, mas da forma como segue, isso significa dar uma mãozinha a ele, eis a verdade!
 
De fato, quem cala consente! Quem não combate o erro o aprova! Quem não denuncia os maus, os apóia! Quem não combate o demônio, a ele se alia! Porque tudo vai de modo sorrateiro, sem afrontas diretas, mas com pertinácia incrível e ação constante, de modo que o povo, como carneiros idiotas, não percebe que dá cordas para que o enforque. Falo especificamente do caminho comunista para o qual nossa nação caminha, nos moldes de uma Cuba depauperada, oprimida e cerceadora da liberdade religiosa, onde o aborto campeia, a miséria espiritual reina e a perseguição é contínua.
 
Seria tempo então de a Igreja Católica, de uma vez por todas, empunhar o estandarte da Justiça, de munir-se com o escudo da Fé naquele Deus que tudo pode, e de ter em mãos a corrente do Rosário de Maria, a única forma de acorrentar o dragão infernal que deita ferros em nossa pátria. Amanhã será tarde, e não haverá desculpas para prantos e lamentos. A ação da Igreja não seria política, mas espiritual, porque dada a dimensão atual da crise, e do fim abissal a que cegamente nos atiramos, somente a ação de Deus para sustar os passos do dragão infernal, que comanda nosso governo.
 
Mas aí a covardia, aí a verdadeira falta de moral para, em primeiro lugar bater no peito um “mea culpa”, lamentando amargamente o fato de parte insana desta nossa Igreja ter sido a fundadora deste partido abominável, comunista desde o começo, e que implantará SIM, o comunismo tirânico, perseguidor, cruel e assassino em nosso meio. Eles não fogem à sua raiz de banditismo, de assaltos a bancos, de assassinatos e de guerrilha, porque a pretexto de combater a tirania do capital, implantam o terror do estado ditatorial e regido pelo ódio, onde a corrupção é mil vezes maior, resta ver o saldo de mais de 100 milhões de assassinatos deste partido em todo mundo.
 
Este seria o momento sim, de a Igreja Católica, unânime, em peso, em todos estados, cidades, vilas e povoados, em todas as Dioceses e Paróquias, tendo à frente seus bispos, seus padres, seus religiosos, ministros, ministras, catequistas e lideranças, se sublevarem santamente em procissões com Jesus o Santíssimo Sacramento. Falo em todos, velhos, jovens, crianças que andem, a crianças de colo, para um grito uníssono de NÃO ao comunismo. Com Maria, nossa Comandante e Jesus nosso General, nas mãos o Terço, no coração o Amor, na alma a fé ardente. Esta multidão deveria agora invadir ruas e praças, estradas e veredas, becos e rodovias, num único grito de Não!
 
Sem afrontas ou lutas físicas, sem gritos apenas orações nos lábios, sem ódio que é a força do inimigo, mas Amor, fortaleza de Deus. Este povo todo, unido, em cânticos de fé e ardor, sem dúvida faria a maior das revoluções, e ela se faria em apenas alguns dias. Esta multidão amorosa, mas decidida, persistente e tenaz, sem o emprego da força e das armas, fecharia este Congresso nefando, este Senado corrupto, e poria abaixo este governo do horror, que mente, e mente descaradamente. Deus faria isso por nós, porque ao grito da Ave Maria, debanda o inferno, ele que comanda esta gente.
 
Sim, utopia, diante da dimensão da crise e do avanço completo das hostes do mal. A pesquisa deles é fraudulenta, mas os computadores que coletam os dados das máquinas podem ser programados para atender aos reclames das pesquisas. Quem manda no computador nem precisa ir a debates e desgastar-se, pode ficar bebendo um bom vinho, enquanto ensaia montar e desmontar uma metralhadora. Há gente perita nisso e  pronta para iniciar o reino da tirania, também pronta para meter bala no cano, e atirar contra a multidão que hoje os aplaude, apupa e delira, porque mama nas tetas do governo e asquerosamente contenta-se com parcas migalhas. Ó povo ignaro! Ó pastores que cuidam apenas do seu pasto! Ó que Igreja covarde a nossa! Não, não seria meter a Igreja na política, mas combater a praga do comunismo!
 
Sim, nós já sabemos quem ganhará a eleição! Entretanto é preciso que o processo final tenha curso e se revelem totalmente os maus e seus desígnios perversos. Tudo deve ser assim, para que se cumpram as Escrituras e as profecias sobre este tempo do fim. O homem somente acordará para a realidade verdadeira, depois que tiver sido abalroado pelos dilúvios de desastres, esmagado pela multidão das catástrofes, e somente quando ver chover fogo diretamente dos Céus sobre sua cabeça entenderá que Deus não está gostando nada dos rumos da humanidade. Nem do Brasil! Tarde para muitos, porque virá o dia em que estes loucos tentarão buscar alivio para suas dores, mas somente os seus ouvidos farão eco dos próprios gritos.
 
Muitos nos perguntam agora em quem devem votar, e a resposta é: cada um é livre, o Céu não se manifesta, esta tarefa é exclusiva do homem dono de sua liberdade. Mas o homem católico tem sua Igreja, e esta Igreja santa, única e verdadeira, já emitiu suas instruções e elas são claras: todo católico que estiver filiado a um partido que aprova o aborto, ou que votar em candidatos que o aprovam e legislam a seu favor, estão em PECADO GRAVE, e não podem se aproximar da Eucaristia. Ou seja: numa palavra bem dura, mas que não pode calar, estão EXCOMUNGADOS da Igreja Católica. E se arrumarem justificativas contra isso saibam que elas vêm do diabo, e isso somente faz aumentar a culpa de quem ajuda a eleger estes celerados.
 
Entre os partidos que têm candidatos a presidente há vários que pugnam neste sentido, ou são apoiados por empresas abortistas, que buscam a destruição da vida humana. Há gente neste meio, ligada ao cavalo verde, que pretende mundialmente apresentar leis que estendam os direitos humanos aos macacos, como se poderá votar em alguém cujo pensamento tenha despencado a este abismo? Não há, então, uma só opção segura para nosso voto, e por isso é cinismo e covardia a Igreja usar púlpitos para pregar um “voto consciente” sequer para “o exercício da cidadania”, menos ainda como um “voto de confiança na democracia”.
 
De fato, a atual democracia é sinônima de demoniocracia, e se dizem que esta foi a maior contribuição dos gregos para a humanidade, a paga eles estão tendo pelo estado econômico lastimável a que esta demoniocracia os reduziu. Porque este é o meio certo e seguro de manipular o povo: de eleger mentecaptos e dar-lhes títulos de doutores; de dar poder a mentirosos que assumem posse de santo, de blindar ladrões e dar-lhes face de justo, de reunir corruptos em bandos e quadrilhas, e dar-lhes o poder de legislar em causa própria, enfim de dilapidar o erário na forma da lei, e de proteger-se pelo espírito corporativista. Assim, partidos são fachadas de uma mesma gangue, quem discursa furioso por frente, atrás dos panos toma “poiré” junto. E enquanto uns patos se digladiam na TV, os sarcásticos prontos para fuzilarem a pataria – falo do nosso povo cego – assistem e ouvem “patofu”... Que nojo!    
 
Assim, tudo se cumprirá: anotem bem, haverá algum tipo de golpe, aguardem! Mesmo tendo  ganho a eleição, é bem provável que o vencedor não governará, mas alguém que a besta quer liderando o Brasil rumo aos braços do anticristo. Quem governa o Brasil, deve ser o líder do Mercossul e uma das 10 cabeças do dragão. Tudo se aproxima do fim, o palco se monta, o anticristo vem. Só a Igreja católica teria poder e força para deter o monstro. Mas infelizmente acovardou-se! E nós pagaremos a conta! (Aarão)



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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 28/08/10 às 22:47:15 h.


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