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Obras Malignas




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Postado em: 08/07/12 às 14:00:35 por: James
Categoria: Obras Malignas
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(Levítico 19:28) – Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR.

A imagem acima, chocante, diga-se de passagem, é cena corriqueira numa das celebrações mais sagradas para os muçulmanos xiitas no mundo todo, a Ashura.

A celebração, comemorada no 10º dia do mês muçulmano de Moharram, ocorre anualmente em memória do imã Hussein ibn Ali, neto do profeta Maomé e morto no ano 680 D.C.

No último dia da festividade que dura 10 dias, ocorrem os rituais de martírio, onde homens, meninos e idosos desfilam pelas ruas com o rosto e o corpo cobertos de sangue, em razão da autoflagelação a que se submetem, utilizando-se de navalhas, sabres, facas e correntes. A intenção é relembrar a morte violenta de Hussein em Karbala. A tradição conta que Hussein foi morto pelos homens do califa sunita Jazid. Depois de decapitado, teve o corpo mutilado.

Durante as comemorações, várias equipes de socorro ficam de prontidão para o atendimento de feridos, sendo que, não raro, há casos de mortes em decorrência de ferimentos mais graves.

A cada vez que olho para a foto acima, sou tomado de profunda comoção. A condição na qual se encontra a criança me deixa profundamente consternado. O sangue que escorre pela sua pequenina face não consegue esconder a expressão de espanto, de dor e perplexidade, afinal, é o próprio pai que está lhe infligindo tamanho sofrimento. O trauma que esta criança poderá sofrer é quase certo. É difícil para mim, mesmo sendo um cristão, ver o pai desta inocente criança lhe golpeando a cabeça e não me sentir sobremodo irado. Em hipótese alguma poderia concordar com tal prática, em que pese à opinião dos defensores das tradições culturais, entre os quais se encontram certos antropólogos, sociólogos e afins politicamente corretos e moralmente, com o perdão da palavra, imbecis.



Infelizmente, como sempre acontece, quando o ser humano se entrega a insanidade em suas diversas matizes, seja religiosa, ideológica, política, ou mesmo a vaidade pessoal, as maiores vítimas são as pobres crianças indefesas, as quais, não podendo resistir diante da superioridade física, da autoridade paterna-materna etc., se tornam presas fáceis nas mãos de tais pessoas.O saldo desta triste realidade tem sido a morte de milhões de crianças em todo o mundo, vítimas de abortos, das guerras, dos genocídeos, do terrorismo, da violência e exploração sexual, dos sacrifícios de sangue, da fome, doenças e tantos outros males.

 

 

Quanto a Ashura, penso mesmo que o que falta, é a conscientização por parte das autoridades muçulmanas dos que se dão a prática. Digo isto levando em conta que, a exemplo dos judeus e cristãos, o Islão considera Moisés um autêntico profeta e, sendo assim, consideram como digno de aceitação os escritos mosaicos. Logo, à luz de Levítico 19:28 “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR”, a prática da autoflagelação deveria ser desestimulada entre os que a praticam.

Na verdade, a autoflagelação tem suas raízes no contexto cultual do paganismo antigo, o qual Deus abomina, tendo por isto mesmo, proibido a prática ao povo de Israel conforme citado no verso acima.

Um claro exemplo disto é o episódio envolvendo o desafio de Elias contra os 400 profetas de baal segundo nos mostra a narrativa de I Reis 18: 25-28:


Disse, pois, Elias aos profetas de Baal: Escolhei para vós: um dos novilhos, e preparai-o primeiro, porque sois muitos, e invocai o nome do Senhor, vosso deus, mas não metais fogo ao sacrifício. E, tomando o novilho que se lhes dera, prepararam-no, e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até o meio-dia, dizendo: Ah Baal, responde-nos! Porém não houve voz; ninguém respondeu. E saltavam em volta do altar que tinham feito. Sucedeu que, ao meio-dia, Elias zombava deles, dizendo: Clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; talvez esteja dormindo, e necessite de que o acordem. E eles clamavam em altas vozes e, conforme o seu costume, se retalhavam com facas e com lancetas, até correr o sangue sobre eles”.


 

Portanto, se não se faz necessário nos autoflagelarmos, para nos justificarmos diante de Deus e sermos aceitos por Ele.

(Oséias 6:6) – “Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”.

 



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