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Livro Aberto
Coloco nesta catogira livros inteiros sobre nossa fé católica, que serão inseridos por partes.




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Visto: 1857 - Impresso: 58 - Enviado: 17 - Salvo em Word: 38
Postado em: 03/11/11 às 20:54:38 por: James
Categoria: Livro Aberto
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Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo à sua esposa escolhida e muito amada, Santa Brígida; sobre a proclamação de sua santíssima encarnação; a rejeição, profanação e abandono de nossa fé e batismo; e como Ele convida sua amada esposa e todo o povo cristão a amá-Lo.

Baixe o livro completo em nosso site no artigo N.º 4917

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Livro 2 - Capítulo 20

O grande anfitrião do Céu foi visto, e Deus falou a ele, dizendo: “Embora tu conheças e vejas todas as coisas em mim, entretanto, por que este é meu desejo, Eu vou declarar minha queixa diante de ti, referente a três coisas. A primeira é que aquelas formosas colmeias, que foram construídas no Céu desde toda eternidade e das quais aquelas abelhas inúteis foram expulsas, estão vazias. A segunda é que a cova sem fundo, contra a qual nem pedras nem árvores são de nenhuma ajuda, continua sempre aberta. As almas descem para dentro dela como neve caindo do céu para a terra. Assim como o sol dissolve a neve em água assim também, as almas são dissolvidas de todo bem por aquela terrível tormenta e são renovadas para cada punição. Minha terceira queixa é que poucas pessoas percebem a queda das almas ou as moradas vazias das quais os anjos maus se desviaram. Portanto, Eu estou correto em me queixar.

Desde o princípio escolhi três homens. Desta forma estou falando figurativamente de três estados no mundo. Primeiro, Eu escolhi o clérigo para proclamar minha vontade em suas palavras e demonstrá-las em suas ações. Segundo, Eu escolhi um defensor para defender meus amigos com sua própria vida e estarem prontos para qualquer tarefa por mim. Terceiro, escolhi um trabalhador para trabalhar com suas mãos a fim de prover alimento para o corpo através de seu trabalho.

O primeiro homem, isto é, o clero, agora está leproso e mudo. Qualquer um que olhe para ver um caráter bom e virtuoso nele, se contrai ante a visão e treme para se aproximar dele devido à lepra de seu orgulho e ambição. Quando ele quer ouvi-lo, o sacerdote está mudo para me glorificar, mas tagarela para glorificar a si mesmo.

Então, como é o caminho a ser aberto que leva a grande alegria, se aquele que deve estar liderando é tão fraco? E se aquele que deve estar proclamando o caminho é mudo, como será ouvido sobre essa grande alegria? O segundo homem, o defensor, treme em seu coração e suas mãos estão desocupadas? Ele treme causando escândalo no mundo e perde sua reputação. Suas mãos estão desocupadas pois ele não realiza nenhum trabalho santo. Ao invés disso, tudo o que ele faz é para o mundo. Então, quem irá defender meu povo se aquele que deveria ser seu líder está com medo?

O terceiro homem é como um asno que abaixa a cabeça para o chão e fica com suas quatro patas juntas. De fato, as pessoas são como um asno que não almeja nada, a não ser coisas da terra, que negligenciam as coisas do Céu e vão à busca de bens perecíveis. Elas possuem quatro patas já que possuem pouca fé e a sua esperança é vã; terceiro, elas não têm bom trabalhos; e quarto, elas estão inteiramente propensas a pecar. É por isso, que a boca deles sempre está aberta para a gulodice e a ambição. Meus amigos, como pode aquela cova infindável ser reduzida ou o favo ser preenchido por pessoas como estas?”

A Mãe de Deus respondeu: “Bendito sejas, meu Filho! Tua reclamação é justificada. Teus amigos e eu temos apenas uma palavra de desculpa para salvar a raça humana. Ela é assim: ‘Tenha misericórdia, Jesus Cristo, Filho do Deus Vivo!’ Este é meu clamor e o de teus amigos.” O Filho replicou: “Tuas palavras são doces para meus ouvidos, seu sabor deleita minha boca, elas entram em meu coração com amor. Eu tenho um clérigo, um defensor e um camponês O primeiro me agrada como uma esposa por quem um honesto noivo anseia e espera com divino amor. Sua voz será como a voz de uma fala clamorosa que ecoa nas florestas. O segundo estará pronto para dar sua vida por mim e não irá temer a censura do mundo. Eu vou armá-lo com as armas do meu Santo Espírito. O terceiro terá uma fé tão firme que irá dizer: ‘Eu acredito tão firmemente quanto se eu visse o que eu acredito. Eu espero por todas as coisas que Deus prometeu.’ Ele terá a intenção de fazer o bem e crescer na virtude evitando o mal.

Na boca do primeiro homem Eu devo colocar três falas para ele proclamar. Sua primeira proclamação será: ‘Deixe aquele que tem fé por em pratica aquilo em que ele acredita!’ A segunda: ‘Deixe aquele que tem uma firme esperança ser constante em toda boa ação’. A terceira: ‘‘Deixe aquele que ama perfeitamente e com caridade ansiar fervorosamente por ver o objeto de seu amor!’ O segundo homem trabalhará como um leão forte, tomando precauções cautelosas contra a traição e perseverando com estabilidade. O terceiro homem será tão esperto quanto uma serpente que se põe de pé apoiada em sua cauda e levanta sua cabeça para os céus. Estes três realizarão minha vontade. Outros os seguirão. Embora Eu fale de três, com isso quero dizer muitos.” Depois Ele falou para a esposa dizendo: “Sejas firme! Não te preocupes com o mundo ou suas censuras, pois Eu, que ouvi todos os tipos de censura, sou teu Deus e Senhor.”

As palavras da gloriosa Virgem para sua filha sobre como Cristo foi tirado da cruz; sobre sua própria amargura e doçura na Paixão de seu Filho; sobre como a alma é simbolizada por uma virgem; o amor do mundo e o amor de Deus por dois jovens; e sobre as qualidades que a alma tem que ter como uma virgem.

Livro 2 - Capítulo 21

Maria falou: “Você deve refletir sobre cinco coisas, minha filha. Primeira, como cada membro no corpo do meu Filho foi ficando rigido e frio na sua morte e como o sangue que fluia de suas feridas com sofrimento secava e aderia a cada membro. Segunda, como Seu coração foi perfurado tão amargamente e sem misericórdia que um homem o transpassou até que a lança atingiu uma costela, e ambas as partes do coração ficaram na lança. Terceira, reflita sobre como Ele foi retirado da cruz! Os dois homens que o desceram fizeram uso de três escadas: uma alcançou seus pés, a segunda logo abaixo de suas axilas e braços , a terceira o meio de seu corpo.

O primeiro homem O levantou e segurou pelo meio. O segundo, subindo na outra escada, primeiro puxou um prego de uma mão, depois moveu a escada e puxou o prego da outra mão. Os pregos se prolongavam pela trave-mestra. O homem que estava suportando o peso do corpo, então, desceu tão devagar e cuidadosamente quanto pode, enquanto o outro homem subiu na escada que ia até os pés e puxou os pregos dos pés. Quando ele foi baixado no chão, um deles segurou o corpo pela cabeça e o outro pelos pés. Eu, sua Mãe, O segurei pela cintura. E, então, nós tres O carregamos até uma pedra que eu tinha coberto com um lençol limpo e no qual nós enrolamos Seu corpo. Eu não costurei o lençol, porque eu sabia que ele não decairia na sepultura.

Depois disso, veio Maria Madalena e outras santas mulheres. Anjos, também, tantos quanto os átomos do sol, estavam lá, demonstrando sua fidelidade ao seu Criador. Não se pode contar quanta tristeza eu tinha naquele momento. Eu estava como uma mulher dando a luz que treme todos os membros de seu corpo após o nascimento. Embora ela mal possa respirar devido a dor, ainda ela se regozija interiormente, o quanto pode, porque ela sabe que a criança a qual deu a luz, nunca voltará à mesma experiencia dolorosa que ele acabou de passar. Da mesma maneira, embora nenhuma tristeza pudesse ser comparada à minha tristeza, sobre a morte do meu Filho, eu ainda me regozijava na minha alma, porque eu sabia que meu Filho nunca mais morreria mas viveria para sempre.

Assim, minha tristeza era misturada com uma medida de alegria. Eu realmente posso dizer que existiam dois corações na sepultura que meu Filho foi enterrado. Não é dito que: ‘Onde seu tesouro está, também está seu coração? Da mesma forma, meu coração e minha mente estavam constantemente indo à sepultura do meu Filho.” Depois, a Mãe de Deus continuou dizendo: “Eu posso descrever este homem por intermedio de uma metáfora, em que situação ele estava, em que tipo de situação e com o que a atual situação dele é parecida. É como uma virgem que foi prometida a um homem e tinha dois jovens diante dela. Um deles tendo sido abordado pela virgem, disse a ela: ‘Eu te alerto para não confiares no homem para quem foste prometida. Ele é rigido em suas ações, atrasa o pagamento, é mesquinho em dar presentes. De preferencia, confie em mim e nas palavras que eu te digo, e eu mostrar-te-ei outro homem que não é rigido, é sempre gentil em tudo, que te dará o que precisas na mesma hora, e te dará muitos presentes agradaveis e deleitaveis.’

A virgem, ouvindo isto e pensando consigo mesma, respondeu: ‘Tuas palavras são boas de ouvir. Tu mesmo és gentil e atraente aos meus olhos. Eu acho que vou seguir teu conselho.’ Quando ela tirou seu anel para dar ao jovem, ela viu três dizeres escritos nele. O primeiro era: ‘Quando fores ao topo da árvore, ficai atenta para que não segures um galho seco para te suportar e acabes caindo!’ O segundo dizia: ‘Ficai atenta para não seguires conselhos de um inimigo!’ O terceiro dizia: ‘Não coloques teu coração entre os dentes de um leão!’ Quando a virgem viu estes dizeres, ela puxou sua mão de volta e segurou o anel pensando consigo mesma. ‘Estes três dizeres que eu vi, podem talvez significar que este homem que me quer ter como sua esposa não merece confiança. Parece-me que suas palavras são vazias; ele é cheio de ódio e irá me matar.’ Enquanto ela estava pensando nisto, ela olhou novamente e percebeu outra inscrição que possuía três dizeres.

O primeiro dizer era: ‘Dai para aquele que te dá!’ O segundo dizia: ‘Dai sangue por sangue’ O terceiro: Não tires do dono o que pertence a ele!’ Quando a virgem viu e ouviu isto, ela novamente pensou consigo mesma: ‘Os três primeiros dizeres me informam como eu posso escapar da morte, os outros três como eu posso conseguir a vida. Portanto, o correto para mim é seguir as palavras de vida.’ Então, prudentemente, a virgem chamou o servo do homem para quem ela tinha sido prometida primeiro. Quando ele veio, o homem que queria enganá-la afastou-se deles.

Assim acontece com a alma da pessoa que é prometida a Deus. Os dois jovens diante da alma representam a amizade de Deus e a do mundo. Os amigos do mundo ficaram mais próximos dela até agora. Eles falaram para ela das riquezas e glórias mundanas e ela quase deu o anel de seu amor a eles e consentiu com eles de todas as formas. Mas, pela ajuda da graça do meu Filho ela viu uma inscrição, isto é, ela ouviu as palavras de Sua misericórdia e compreendeu três coisas através delas. Primeiro, que ela devia estar atenta para que, quanto mais ela subisse e mais confiasse nas coisas perecíveis, pior seria a queda que a amedrontou.

Segundo, ela percebeu que não havia nada no mundo além de tristeza e preocupação. Terceiro, que a recompensa do demônio seria o mal. Então ela viu outra inscrição, quero dizer, ouviu mensagens consoladoras. A primeira mensagem era que ela deveria dar suas posses a Deus de quem recebeu tudo. A segunda foi que deveria dedicar o serviço de seu próprio corpo ao homem que derramou seu sangue por ela. A terceira é que não deveria desviar sua alma de Deus que a criou e a redimiu. Agora que ela ouviu e considerou estas coisas, os servos de Deus se aproximam dela, e ela agora está grata a eles, e os servos do mundo se afastaram dela.

Agora, sua alma é como uma virgem que se levantou renovada dos braços de seu noivo e que deve ter três coisas. Primeira, ela deve ter finas roupas, para que as criadas reais não riam dela devido a algum defeito percebido em suas roupas. Segunda, ela deve cumprir a vontade de seu esposo, para não causar-lhe nenhuma desonra por sua conta, e para que nada vergonhoso seja mostrado em suas ações. Terceira, ela deve ser completamente pura para que o esposo não descubra nela nenhuma mácula pela qual possa desprezá-la ou repudiá-la.

Faça-a ter pessoas para guiá-la até a suite do esposo, para que ela não perca seu caminho próximo das redondezas ou na entrada. Um guia deve ter duas características: Primeira, a pessoa que ele guia deve poder vê-lo; segunda, uma pessoa possa conseguir ouvir suas orientações e onde ele anda. Uma pessoa seguindo uma outra, que guia o caminho, deve ter tres caracteristicas. Primeiro, ela não deve ser lenta e preguiçosa em seguir. Segundo, não deve se esconder da pessoa que guia o caminho. Terceiro, ela deve ter muita atenção e olhar os passos do seu guia e o seguir avidamente. Assim, para que a sua alma possa alcançar a suíte do esposo, é necessário que seja guiada por um tipo de guia que possa conduzí-la com sucesso a Deus, seu marido.”

O ensinamento doutrinal da gloriosa Virgem à sua filha sobre a sabedoria espiritual e temporal; sobre qual delas alguém deve imitar; sobre como a sabedoria espiritual conduz a pessoa ao conforto eterno, após um pouco de esforço, enquanto a sabedoria temporal conduz à condenação eterna.

Continua...



Fonte: Extraído do Livro As Profecias e Revelações de Santa Brígida





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 03/11/11 às 20:54:38 h.


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